As encomendas de bens duráveis, com pelo menos três anos de uso, à indústria dos Estados Unidos cresceram 2,6% em março de 2014, superando a expectiva dos analistas e apontando uma aceleração do crescimento no segundo trimestre, anunciou ontem o Departamento do Comércio.
Os EUA cresceram num ritmo de 2,6% ao ano no último trimestre de 2013. Com o rigoroso inverno, as estimativas para o primeiro trimestre deste ano ficam em torno de 1,5% ao ano.
Entre os dados positivos, destaca-se o aumento de 2,2% as ordens de bens de capital (máquinas de produção) de fora do setor de defesa, um indicador de maior investimento de empresas.
As encomendas de computadores e produtos eletrônicos registraram a maior alta desde novembro de 2010.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 25 de abril de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Ordens de bens duráveis aumentam nos EUA
As encomendas de bens duráveis à indústria excluindo o setor de transportes cresceram 1,1% em janeiro de 2014 nos Estados Unidos. Foi a maior alta desde maio de 2013, superando as expectativas do mercado, depois de uma queda de 1,9% em dezembro, noticia a agência de notícias Reuters.
Por definição, bens duráveis são produtos industriais com mais de três anos de vida útil, de torradeiras a aviões. Houve aumento nas ordens de computadores, equipamentos eletrônicos e máquinas para a indústria de defesa, e declínio em outras máquinas industriais, equipamentos elétricos e de transportes.
O número de novos pedidos de seguro-desemprego na semana passada subiu acima do esperado, mas essa alta não foi considerada uma tendência no mercado de trabalho. Depois que a nova presidente da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, Janet Yellen, atribui a recente fraqueza da economia americana ao rigorosa inverno, o índice amplo da Bolsa de Nova York S&P 500 atingiu novo recorde, fechando em 1.854, com alta de nove pontos.
"Acredito que termos um crescimento de 3,5% neste ano", comentou Jim Paulsen na TV americana especializada em noticiário econômico CNBC, estrategista de investimentos da corretora Wells Capital Management, prevendo que a bolsa continue em alta por algum tempo.
Por definição, bens duráveis são produtos industriais com mais de três anos de vida útil, de torradeiras a aviões. Houve aumento nas ordens de computadores, equipamentos eletrônicos e máquinas para a indústria de defesa, e declínio em outras máquinas industriais, equipamentos elétricos e de transportes.
O número de novos pedidos de seguro-desemprego na semana passada subiu acima do esperado, mas essa alta não foi considerada uma tendência no mercado de trabalho. Depois que a nova presidente da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, Janet Yellen, atribui a recente fraqueza da economia americana ao rigorosa inverno, o índice amplo da Bolsa de Nova York S&P 500 atingiu novo recorde, fechando em 1.854, com alta de nove pontos.
"Acredito que termos um crescimento de 3,5% neste ano", comentou Jim Paulsen na TV americana especializada em noticiário econômico CNBC, estrategista de investimentos da corretora Wells Capital Management, prevendo que a bolsa continue em alta por algum tempo.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Encomendas à indústria sobem 3,5% nos EUA
Num sinal de consolidação da recuperação da economia dos Estados Unidos depois da Grande Recessão de 2008-9, as encomendas de bens duráveis à indústria avançaram 3,5% em novembro, superando amplamente a expectativa média dos economistas, que era de 2%.
As ordens de bens de capital de fora do setor de defesa subiram 4,5%, na maior alta desde janeiro. Esse aumento indica um
Em outra pesquisa, o Departamento do Comércio revisou para queda de 2,4% as vendas de casas novas em novembro, projetando um total anual de 464 mil unidades residenciais, mas o número de outubro foi revisto para cima, projetando vendas anuais de 474 mil casas, o ritmo mais forte desde julho de 2008, antes do agravamento da crise.
As ordens de bens de capital de fora do setor de defesa subiram 4,5%, na maior alta desde janeiro. Esse aumento indica um
Em outra pesquisa, o Departamento do Comércio revisou para queda de 2,4% as vendas de casas novas em novembro, projetando um total anual de 464 mil unidades residenciais, mas o número de outubro foi revisto para cima, projetando vendas anuais de 474 mil casas, o ritmo mais forte desde julho de 2008, antes do agravamento da crise.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Encomendas à indústria têm forte queda nos EUA
As ordens de bens duráveis, com mais de três anos de uso, à indústria dos Estados Unidos sofreram julho sua maior queda em 11 meses, de 7,3%, engolindo os ganhos dos três meses anteriores. Houve uma queda generalizada nas encomendas, de computadores a aviões e equipamentos de defesa, informou hoje o Departamento do Comércio.
Esse dado suscita uma dúvida sobre o desempenho da maior economia do mundo no terceiro trimestre de 2013. As encomendas haviam avançado 3,9% em junho, e os economistas previam um recuo de 4% em julho.
Os bens de capital de fora do setor de defesa, um bom indicador dos investimentos das empresas, tiveram queda de 3,3% nas ordens, quebrando uma sequência de quatro meses de alta. Foi a maior baixa desde fevereiro. No setor de defesa, a redução foi de 21,7%.
A expectativa agora é a economia não se acelere muito em relação ao crescimento de 1,7% ao ano registrado no segundo trimestre, com previsões de 1,8% da consultoria Macroeconomic Advisors e de 1,9% do Banco Barclays, informa a agência de notícias Reuters.
Esse dado suscita uma dúvida sobre o desempenho da maior economia do mundo no terceiro trimestre de 2013. As encomendas haviam avançado 3,9% em junho, e os economistas previam um recuo de 4% em julho.
Os bens de capital de fora do setor de defesa, um bom indicador dos investimentos das empresas, tiveram queda de 3,3% nas ordens, quebrando uma sequência de quatro meses de alta. Foi a maior baixa desde fevereiro. No setor de defesa, a redução foi de 21,7%.
A expectativa agora é a economia não se acelere muito em relação ao crescimento de 1,7% ao ano registrado no segundo trimestre, com previsões de 1,8% da consultoria Macroeconomic Advisors e de 1,9% do Banco Barclays, informa a agência de notícias Reuters.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Ordens de bens duráveis sobem pelo 2º mês nos EUA
As encomendas de bens duráveis, com mais de três anos de uso, à indústria manufatureira dos Estados Unidos cresceu 3,6% em maio de 2013 em relação a abril, chegando a US$ 231 bilhões, anunciou hoje o Departamento do Comércio. O dado de abril foi revisado para cima para um avanço de 3,2%.
O principal segmento responsável pela alta foi aeronáutica. As encomendas de veículos automotores e autopeças cresceram 1,2% em maio depois de um avanço de 2,4% em abril. Sem o setor de transportes, a expansão foi de apenas 0,7%.
As encomendas de bens de capital (máquinas para a produção), excluído o setor de defesa, consideradas um bom indicador do investimento, subiram pelo terceiro mês consecutivo, desta vez em 1,1%. Isso aponta um aumento da confiança de empresários e investidores quanto à sustentabilidade da recuperação econômica.
O principal segmento responsável pela alta foi aeronáutica. As encomendas de veículos automotores e autopeças cresceram 1,2% em maio depois de um avanço de 2,4% em abril. Sem o setor de transportes, a expansão foi de apenas 0,7%.
As encomendas de bens de capital (máquinas para a produção), excluído o setor de defesa, consideradas um bom indicador do investimento, subiram pelo terceiro mês consecutivo, desta vez em 1,1%. Isso aponta um aumento da confiança de empresários e investidores quanto à sustentabilidade da recuperação econômica.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Ordens de bens duráveis superam previsão nos EUA
Os encomendas de produtos duráveis, com mais de três anos de uso, à indústria dos Estados Unidos cresceram 3,3% em abril de 2013, superando a expectativa dos economistas, que era de apenas 1,5%. É mais um sinal de resistência da recuperação da economia americana, apesar dos cortes nos gastos públicos, da desaceleração na China e persistência da recessão na Europa.
A boa notícia suavizou o declínio da Bolsa de Valores de Nova York, que está hoje no terceiro dia de queda porque o presidente da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, Ben Bernanke, falou em reduzir o programa de compra de títulos para jogar mais dinheiro em circulação, a indústria chinesa deu sinais de recuo e os juros pagos para financiar a dívida do Japão subiram.
Com os cortes de despesas militares, as vendas de bens de capital do setor de defesa recuaram 5,6%, noticiou a agência Reuters.
A boa notícia suavizou o declínio da Bolsa de Valores de Nova York, que está hoje no terceiro dia de queda porque o presidente da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, Ben Bernanke, falou em reduzir o programa de compra de títulos para jogar mais dinheiro em circulação, a indústria chinesa deu sinais de recuo e os juros pagos para financiar a dívida do Japão subiram.
Com os cortes de despesas militares, as vendas de bens de capital do setor de defesa recuaram 5,6%, noticiou a agência Reuters.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Ordens à indústria dos EUA têm maior baixa em 7 meses
Nesta recuperação aos solavancos, a economia dos Estados Unidos deu hoje mais um sinal de fraqueza. Depois de registrar uma alta de 4,3% em fevereiro, as encomendas à indústria de bens duráveis, com pelo menos três anos de uso, caíram 5,7% no mês de março, revelou hoje o Departamento do Comércio.
"Tivemos uma considerável perda de impulso da economia e isto está óbvio nos dados que vimos nas últimas quatro semanas", comentou Jacob Oubina, economista sênior da corretora RBC Capital Markets, em Nova York, citado pela agência Reuters.
A recuperação da indústria com a queda do dólar foi um dos fatores da retomada economia dos EUA depois da chamada Grande Recessão de 2008-9, expressão criticada por alguns economistas que entendem que uma crise financeira tem um impacto de longo prazo.
Tudo indica que a maior economia do mundo está em desaceleração. Começou o ano em ritmo forte, mas desde o mês passado vai mais devagar.
O maior responsável é o governo dos EUA, onde a falta de acordo entre a Casa Branca e o Congresso levou a fortes cortes nos gastos públicos, reduzindo a demanda em vários setores da economia.
"Tivemos uma considerável perda de impulso da economia e isto está óbvio nos dados que vimos nas últimas quatro semanas", comentou Jacob Oubina, economista sênior da corretora RBC Capital Markets, em Nova York, citado pela agência Reuters.
A recuperação da indústria com a queda do dólar foi um dos fatores da retomada economia dos EUA depois da chamada Grande Recessão de 2008-9, expressão criticada por alguns economistas que entendem que uma crise financeira tem um impacto de longo prazo.
Tudo indica que a maior economia do mundo está em desaceleração. Começou o ano em ritmo forte, mas desde o mês passado vai mais devagar.
O maior responsável é o governo dos EUA, onde a falta de acordo entre a Casa Branca e o Congresso levou a fortes cortes nos gastos públicos, reduzindo a demanda em vários setores da economia.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Ordens à indústria dos EUA baixam 5,2%
As encomendas de bens duráveis à indústria dos Estados Unidos caíram em janeiro de 2009 pelo quinto mês consecutivo. Desta, a redução foi de 5,2%, acima das expectativas do mercado. Em 12 meses, a baixa foi de 26,4%.
Os analistas do centro financeiro de Wall Street espervam uma queda de 3%.
Um indicador importante dos investimentos das empresas em novos equipamentos - as ordens de bens de capital de fora do setor de defesa, excluindo aviões - caiu 5,4% em janeiro, depois de ter baixado 5,8% em dezembro. Nos últimos 12 meses, a queda foi de 20%.
As entregas de bens de capital de fora do setor de defesa, excluindo aviões, foram 6,6% menores em janeiro.
Nesta sexta-feira, o governo dos EUA divulga o número revisado sobre o produto interno bruto no
último trimestre de 2008. A expectativa é de uma queda num ritmo anual de 5,4%, em vez de uma baixa de 3,8%, como anunciado na primeira estimativa.
Os analistas do centro financeiro de Wall Street espervam uma queda de 3%.
Um indicador importante dos investimentos das empresas em novos equipamentos - as ordens de bens de capital de fora do setor de defesa, excluindo aviões - caiu 5,4% em janeiro, depois de ter baixado 5,8% em dezembro. Nos últimos 12 meses, a queda foi de 20%.
As entregas de bens de capital de fora do setor de defesa, excluindo aviões, foram 6,6% menores em janeiro.
Nesta sexta-feira, o governo dos EUA divulga o número revisado sobre o produto interno bruto no
último trimestre de 2008. A expectativa é de uma queda num ritmo anual de 5,4%, em vez de uma baixa de 3,8%, como anunciado na primeira estimativa.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Consumo pessoal cai 1% nos EUA
O consumo pessoal caiu 1% nos Estados Unidos em outubro, em comparação com setembro. Foi a maior queda em sete anos.
As encomendas de bens duráveis à indústria diminuíram 6,2% em outubro nos EUA, duas vezes mais do que esperado, na maior queda em dois anos.
Já a venda de casas novas caiu 5,3% em outubro atingindo o menor nível em 17 anos.
O índice de preços ao consumidor, a inflação no varejo, caiu para 3,2% ao ano. Já núcleo da inflação, excluídos os preços de energia e alimentos, ficou em 2,1%. Está perto da meta perseguida informalmente pela Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA.
As encomendas de bens duráveis à indústria diminuíram 6,2% em outubro nos EUA, duas vezes mais do que esperado, na maior queda em dois anos.
Já a venda de casas novas caiu 5,3% em outubro atingindo o menor nível em 17 anos.
O índice de preços ao consumidor, a inflação no varejo, caiu para 3,2% ao ano. Já núcleo da inflação, excluídos os preços de energia e alimentos, ficou em 2,1%. Está perto da meta perseguida informalmente pela Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Ordens de bens duráveis caem nos EUA
Pelo segundo mês consecutivo, em setembro, as encomendas de produtos industriais duráveis caíram nos Estados Unidos além da expectativa do mercado, anunciou hoje o Departamento do Comércio. A queda nas encomendas do setor de defesa superou a demanda por bens de capital.
Ao todo, as encomendas de bens duráveis foram 1,7% menores em agosto, depois de uma baixa de 5,3% em setembro. Os analistas de mercado previam uma queda de 1,1%.
Os detalhes do relatório revelam dados mais encorajadores. As ordens de bens capital cresceram 0,4%, com forte demanda de máquinas industriais. Já as ordens do setor de defesa foram 39% menores. Excluindo-as os pedidos de bens duráveis à indústria aumentaram 0,7%.
"São ganhos modestos, comentou Stephen Gallagher, economista do banco francês Société Générale. "Mas num ambiente em que as empresas estão preocupadas com a perspectiva econômica e um possível aperto de crédito, ainda vemos um aumento de ordens do setor privado. Esses números não alteram muito a expectativa de um crescimento de 3% a 3,3% no terceiro semestre, o que será anunciado na próxima semana."
Confira aqui o relatório completo do Departamento do Comércio dos EUA.
Ao todo, as encomendas de bens duráveis foram 1,7% menores em agosto, depois de uma baixa de 5,3% em setembro. Os analistas de mercado previam uma queda de 1,1%.
Os detalhes do relatório revelam dados mais encorajadores. As ordens de bens capital cresceram 0,4%, com forte demanda de máquinas industriais. Já as ordens do setor de defesa foram 39% menores. Excluindo-as os pedidos de bens duráveis à indústria aumentaram 0,7%.
"São ganhos modestos, comentou Stephen Gallagher, economista do banco francês Société Générale. "Mas num ambiente em que as empresas estão preocupadas com a perspectiva econômica e um possível aperto de crédito, ainda vemos um aumento de ordens do setor privado. Esses números não alteram muito a expectativa de um crescimento de 3% a 3,3% no terceiro semestre, o que será anunciado na próxima semana."
Confira aqui o relatório completo do Departamento do Comércio dos EUA.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Ordens de bens duráveis crescem 3,4% nos EUA
As encomendas de bens duráveis aumentaram 3,4% em março nos Estados Unidos, puxadas pelas compras de aviões e de bens de capital, anunciou ontem o Departamento de Comércio. Esse número supera a média das previsões dos economistas, de 2,5%. É o maior aumento desde dezembro.
Quem se destacou foi a fábrica de aviões Boeing, com 37,6% a mais em encomendas. Já o setor de bens de capital cresceu 4,7% depois de uma queda acumulada de 8,5% em janeiro e fevereiro.
Quem se destacou foi a fábrica de aviões Boeing, com 37,6% a mais em encomendas. Já o setor de bens de capital cresceu 4,7% depois de uma queda acumulada de 8,5% em janeiro e fevereiro.
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