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quarta-feira, 17 de junho de 2020

Brasil se aproxima de um milhão de casos da covid-19

Com mais 31.745 casos novos em 24 horas, o Brasil passa de 960 mil casos confirmados da pandemia do novo coronavírus. Deve chegar a um milhão na sexta-feira. Mais mil 209 mortes foram registradas num dia, elevando o total de óbitos para 46.665. Há 8.318 pessoas em estado grave. Mais de 503 mil se recuperaram.

No mundo inteiro, são mais de 8,408 milhões de casos, mais de 451 mil mortes e quase 4,415 milhão de pacientes curados. Dos casos encerrados, 9% terminaram em morte. Os Estados Unidos têm mais casos (2.234.471), e mais mortes, quase 120 mil.

As Nações Unidas e a Organização Mundial da Saúde atribuem a pandemia à destruição da natureza, que leva o homem a pegar doenças de animais silvestres.

O Japão começa a examinar a rede de esgotos como possível fonte de contaminação pela covid-19.

Duas mulheres contaminadas que não respeitaram a quarentena de duas semanas ao chegar à Nova Zelândia vindo do Reino Unido tiveram contato com 320 pessoas. A primeira-ministra Jacinda Ardern convocou o Exército para fiscalizar a quarentena.

O Brasil teve uma queda recorde de 12% no setor de serviços em abril. Desde fevereiro, 18,7% de baixa. Meu comentário:

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Bolsas reagem no mundo inteiro mas caem na China e no Japão

NOVA YORK - A Bolsa de Valores de Nova York abriu em alta hoje e no momento registra alta superior a 2%, depois que o banco central da China anunciou um corte de meio ponto percentual na taxa básica de juros e na exigência de reserva dos bancos.

O mercado reagiu no mundo inteiro depois das fortes quedas de ontem, mas a Bolsa de Xangai perdeu mais 7,6% hoje e a Bolsa de Tóquio, 4%. Ao meio-dia pelo horário de Brasília, a Bolsa de São Paulo subia 2,15%.

As bolsas da Europa também fecharam em alta, de 4,5% em Frankfurt, 5,3% em Paris e 3% em Londres. O dólar cai no mundo inteiro, especialmente nos mercados emergentes. No Brasil, a baixa é de 0,59%, com o real cotado a R$ 3,51.

Na opinião dos analistas, houve uma reação exagerada ontem, em parte porque não se sabe a situação real da economia. Para o regime comunista chinês, a instabilidade econômica traz o risco de uma crise política, com contestações ao poder absoluto do partido.

Oficialmente a taxa de crescimento da China está em 7% ao ano, a meta oficial, mas a série de medidas que o governo vem tomando indica temor de uma forte desaceleração do crescimento.

Hoje, o Banco Popular da China anunciou o quinto corte nas taxas básicas de juros desde novembro. A taxa para empréstimos de um ano aos bancos ficou 4,6% ao ano e a taxa que o banco central paga pelos depósitos bancários compulsórios em 1,75%.

Ao cortar os juros e reduzir o percentual que os bancos são obrigados a depositar no Banco Popular da China como reserva, as autoridades chineses mostraram a intenção de fazer tudo o que for possível para evitar a estagnação e uma possível recessão.

Por um momento, sua capacidade foi colocada em dúvida. O mercado financeiro ainda tem um peso relativamente pequeno na economia da China, a segunda maior do mundo, com produto interno bruto de US$ 10 trilhões. Mas, como o governo estimulou os poupadores a aplicar em bolsas de valores, há o risco de uma reação negativa.

Nas últimas semanas, a Bolsa de Xangai caiu cerca de 40%.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Banco central da Índia corta taxas de juros

O Banco da Reserva da Índia cortou a taxa básica de juros em um ponto para 5,5% ao ano.

No momento, a economia indiana cresce a uma taxa de 7% ao ano, o ritmo mais fraco em seis anos.

A Bolsa de Tóquio não funcionou. Hong Kong subiu 4,6%, na expectativa de que o governo da China distribua novas licenças de telefonia celular de terceira geração. Seul avançou 2,9% à espera de um plano de estímulo prometido pelo presidente da Coréia do Sul.

Na Europa, as ações de mineradoras e bancos levantaram o mercado, com altas de 2,9% em Londres, 3,4% em Frankfurt e 4,1% em Paris.

O Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais ações da Bolsa de Nova York, iniciou o ano em alta de 2,9%, enquanto a Nasdaq, a bolsa das ações de empresas de alta tecnologia, avançou 3,5%.

Mas os indicadores da economia real permanecem sombrios. O Ínsituto de Gestão da Oferta registrou nova queda forte na produção industrial dos Estados Unidos. Na Europa, a produção nas fábricas dos países que usam o euro como moeda caiu ao menor nível desde a introdução da moeda comum européia, há 10 anos.

Na Rússia, a produção industrial diminuiu pelo quinto mês. E até mesmo a China, a grande fábrica do mundo no século 21, corre o risco de entrar numa recessão no setor industrial.

Com o corte do fornecimento de gás da Rússia para a Ucrânia e a ofensiva israelense contra o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), o preço do barril de petróleo subiu, voltando a superar os US$ 46.