O vice-presidente José Carlos Varela contrariou as pesquisas de opinião e venceu a eleição presidencial de ontem no Panamá como candidato oposicionista depois de uma divisão no partido do governo em meio a denúncias de corrupção, informa a revista Business Week.
Com 88% dos votos apurados, Varela, de 50 anos, foi declarado vencedor, com 39% dos votos. Em segundo lugar, com 32%, ficou o ex-ministro da Habitação José Domingo Arias, apoiado pelo presidente conservador Ricardo Martinelli. O ex-prefeito da Cidade do Panamá Juan Carlos Navarro recebeu 28% dos sufrágios.
O maior desafio do novo governo será uma ampliação do Canal do Panamá, principal fonte de recursos do país desde que passou ao controle panamenho, em 1999.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 5 de maio de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
Venezuela rompe relações com o Panamá
Em mais um de seus chiliques, o presidente Nicolás Maduro rompeu relações com o Panamá porque o presidente panamenho, Ricardo Martinelli, provocou um debate sobre a violência política na Venezuela na Organização dos Estados Americanos (OEA).
O regime chavista não quer discutir a questão na OEA, uma organização com sede em Washington. Maduro acusou o líder panamenho de conspirar com os Estados Unidos para derrubar o governo venezuelano.
O regime chavista não quer discutir a questão na OEA, uma organização com sede em Washington. Maduro acusou o líder panamenho de conspirar com os Estados Unidos para derrubar o governo venezuelano.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Cuba alega enviar armas para conserto na Coreia do Norte
O governo comunista de Cuba alegou ontem que as armas apreendidas num navio da Coreia do Norte que cruzava o Canal do Panamá eram "defensivas" e "obsoletas, e estavam sendo enviadas para conserto. Várias resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas proíbem o comércio de armas com o regime comunista norte-coreano como sanções contra seu programa nuclear.
Cerca de 240 toneladas de armas foram descobertas sob uma carga de açúcar mascavo, inclusive mísseis antiaéreos.
"Encontramos contêineres que presumivelmente contêm mísseis sofisticados, o que não é permitido", declarou o presidente do Panamá, Ricardo Martinelli, para justificar a apreensão. "O Panamá é um país pacífico. O Canal do Panamá é um canal da paz, não da guerra."
Um oficial dos Estados Unidos acredita que os mísseis foram enviados para modernização e o açúcar seria o pagamento.
Cerca de 240 toneladas de armas foram descobertas sob uma carga de açúcar mascavo, inclusive mísseis antiaéreos.
"Encontramos contêineres que presumivelmente contêm mísseis sofisticados, o que não é permitido", declarou o presidente do Panamá, Ricardo Martinelli, para justificar a apreensão. "O Panamá é um país pacífico. O Canal do Panamá é um canal da paz, não da guerra."
Um oficial dos Estados Unidos acredita que os mísseis foram enviados para modernização e o açúcar seria o pagamento.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Conservador vence eleição no Panamá
O multimilionário Ricardo Martinelli, dono de uma rede de supermercados, venceu a eleição presidencial de domingo no Panamá, derrotando por 61% a 37% a candidata nacionalista de esquerda Balbina Herrera, do Partido Democrático Revolucionário.
Diante dos problemas de aumento do desemprego e da criminalidade, Martinelli dirigia sua mensagem ao eleitorado mais pobre, dizendo: "Não podemos continuar vivendo num país onde 40% dos panamenhos são pobres".
Enquanto o governo do presidente Martín Torrijos lançou um plano de US$ 5,25 bilhões para alargar o Canal do Panamá, apoiado por investidores internacionais, Martinelli tem melhor trânsito no eleitorado local.
A transferência do cargo está marcada para julho.
Diante dos problemas de aumento do desemprego e da criminalidade, Martinelli dirigia sua mensagem ao eleitorado mais pobre, dizendo: "Não podemos continuar vivendo num país onde 40% dos panamenhos são pobres".
Enquanto o governo do presidente Martín Torrijos lançou um plano de US$ 5,25 bilhões para alargar o Canal do Panamá, apoiado por investidores internacionais, Martinelli tem melhor trânsito no eleitorado local.
A transferência do cargo está marcada para julho.
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