Com novas regras de segurança adotadas depois do acidente nuclear de Fukushima, em 11 de março de 2011, a empresa Kyushu Energia Elétrica reativou hoje um dos reatores da usina nuclear de Sendai, quase um ano depois da autorização do governo municipal.
Sob impacto do acidente nuclear provocado por um terremoto seguido de maremoto que abalou os reatores e destruiu o sistema de resfriamento, todas as 54 usinas nucleares do Japão foram paradas. Eles produziam 30% da energia elétrica do país.
Mais de US$ 100 milhões foram gastos na usina de Sendai para acalmar a população. Mesmo assim, houve protestos populares diante da central nuclear, que só começa a gerar energia na sexta-feira.
Entre os manifestantes, estava o ex-primeiro-ministro Naoto Kan. Chefe de governo na época do desastre, ele afirmou que "não precisamos de usinas nucleares", citado pela televisão pública britânica BBC.
Cerca de 19 mil pessoas morreram no terremoto e nas tsunames criadas por ele, uma das piores tragédias do Japão no pós-guerra. Outras 160 mil fugiram das áreas próximas por medo da radiação.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 11 de agosto de 2015
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Primeiro-ministro do Japão renuncia
O primeiro-ministro Naoto Kan apresentou sua demissão agora há pouco, durante reunião do Partido Democrático do Japão, informou a TV estatal NHK.
Kan foi muito criticado pela lenta reação do governo ao terremoto e maremoto que atingiram o Nordeste do Japão em 11 de fevereiro de 2011, e o subsequente acidente na central nuclear de Fukushima. Tinha prometido deixar a liderança do partido e do governo depois de aprovar a lei de energia renovável e a emissão de bônus para reconstruir a região atingida.
Seu sucessor será o sexto chefe de governo do Japão em cinco anos. Terá como maiores desafios reconstruir o país, recuperar uma economia estagnada depois de duas décadas perdidas, com uma dívida pública de 229% do produto interno bruto, e implantar uma nova política energética agora que a maioria rejeita a energia nuclear, sem falar no envelhecimento da população e no peso que isso terá sobre a Previdência Social.
Os principais candidatos são os ministros das Finanças, Yoshihiko Noda, e da Indústria, Banri Kaieda. Também está bem cotado o ex-ministro do Exterior Seiji Maehara.
Primeiro, vai haver a eleição interna do partido. Como o governo tem maior, o novo líder do DPJ deve ser eleito primeiro-ministro na terça-feira.
Kan foi muito criticado pela lenta reação do governo ao terremoto e maremoto que atingiram o Nordeste do Japão em 11 de fevereiro de 2011, e o subsequente acidente na central nuclear de Fukushima. Tinha prometido deixar a liderança do partido e do governo depois de aprovar a lei de energia renovável e a emissão de bônus para reconstruir a região atingida.
Seu sucessor será o sexto chefe de governo do Japão em cinco anos. Terá como maiores desafios reconstruir o país, recuperar uma economia estagnada depois de duas décadas perdidas, com uma dívida pública de 229% do produto interno bruto, e implantar uma nova política energética agora que a maioria rejeita a energia nuclear, sem falar no envelhecimento da população e no peso que isso terá sobre a Previdência Social.
Os principais candidatos são os ministros das Finanças, Yoshihiko Noda, e da Indústria, Banri Kaieda. Também está bem cotado o ex-ministro do Exterior Seiji Maehara.
Primeiro, vai haver a eleição interna do partido. Como o governo tem maior, o novo líder do DPJ deve ser eleito primeiro-ministro na terça-feira.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Japão encolheu em ritmo de 1,3% ao ano
Sob o impacto do terremoto e do maremoto de 11 de março, o Japão se contraiu num ritmo de 1,3% ao ano, 0,3% em relação ao trimestre anterior, um resultado muito melhor do que a expectativa média dos analistas, que era de um recuo de 2,7% na taxa anualizada.
A previsão é de uma forte retomada do crescimento de julho a setembro. A partir daí, os problemas crônicos que afetam a terceira maior economia do mundo devem voltar a se manifestar.
Primeiro, as exportações para a Europa e os Estados Unidos serão atingidas pelo baixo crescimento dos dois maiores mercados, a crise nas dívidas do setor público e a ameaça de volta da recessão.
Para agravar a situação, o iene se valoriza como refúgio seguro diante da instabilidade no mercado financeiro. Um dólar compra apenas 80 ienes.
Por fim, há a interminável crise política japonesa. O país teve cinco primeiros-ministros nos últimos quatro anos, e o atual, Naoto Kan, já concordou em deixar o cargo assim que encaminhar o projeto de reconstrução pós-terremoto.
A previsão é de uma forte retomada do crescimento de julho a setembro. A partir daí, os problemas crônicos que afetam a terceira maior economia do mundo devem voltar a se manifestar.
Primeiro, as exportações para a Europa e os Estados Unidos serão atingidas pelo baixo crescimento dos dois maiores mercados, a crise nas dívidas do setor público e a ameaça de volta da recessão.
Para agravar a situação, o iene se valoriza como refúgio seguro diante da instabilidade no mercado financeiro. Um dólar compra apenas 80 ienes.
Por fim, há a interminável crise política japonesa. O país teve cinco primeiros-ministros nos últimos quatro anos, e o atual, Naoto Kan, já concordou em deixar o cargo assim que encaminhar o projeto de reconstrução pós-terremoto.
sábado, 6 de agosto de 2011
Japão rejeita energia nuclear no Dia da Bomba
No aniversário de 66 anos do ataque dos Estados Unidos contra Hiroxima com uma bomba atômica, o primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, prometeu reduzir a dependência do país da energia nuclear.
Em 11 de março deste ano, um terremoto abalou o Nordeste do Japão e formou ondas gigantes que causaram um sério acidente na central nuclear de Fukushima, colocando em questão a dependência do país da energia atômica.
O acidente virou a opinião pública contra a energia atômica. Antes do acidente, 36% da energia elétrica do Japão vinham de usinas nucleares.
Em 11 de março deste ano, um terremoto abalou o Nordeste do Japão e formou ondas gigantes que causaram um sério acidente na central nuclear de Fukushima, colocando em questão a dependência do país da energia atômica.
O acidente virou a opinião pública contra a energia atômica. Antes do acidente, 36% da energia elétrica do Japão vinham de usinas nucleares.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Primeiro-ministro japonês sobrevive a voto de desconfiança
Com a promessa de renunciar ao cargo assim que conseguir aprovar um orçamento de emergência para reconstruir o Japão depois do terremoto e maremoto de 11 de março de 2011, o primeiro-ministro Naoto Kan sobreviveu hoje a um voto de desconfiança no parlamento por 293 a 152 votos.
Essa ampla margem só foi obtida depois que Kan prometeu renunciar, acalmando dissidentes do seu Partido Democrático do Japão que estão de olho na chefia de governo.
Essa ampla margem só foi obtida depois que Kan prometeu renunciar, acalmando dissidentes do seu Partido Democrático do Japão que estão de olho na chefia de governo.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Primeiro-ministro japonês abre mão do salário
Sob pressão por causa do desempenho do governo no combate aos efeitos do terremoto, maremoto e acidente nuclear de março de 2011, o primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, abriu mão de receber seu salário enquanto a crise perdurar.
Dois meses depois, completados hoje, o total de mortos é calculado em 15 mil pessoas.
Dois meses depois, completados hoje, o total de mortos é calculado em 15 mil pessoas.
terça-feira, 15 de março de 2011
Mortos pelo terremoto já são mais de 2,5 mil
O total de mortos no terremoto de 8,9 graus na escala Richter, seguido de um maremoto que arrasou o Nordeste do Japão, passou agora à noite de 2,5 mil. A expectativa é que chegue a 10 mil.
Mais de 40 mil pessoas foram salvas pelas equipes de resgate, anunciou o primeiro-ministro Naoto Kan.
A Bolsa de Valores de Tóquio caiu mais de 13% durante a manhã.
Mais de 40 mil pessoas foram salvas pelas equipes de resgate, anunciou o primeiro-ministro Naoto Kan.
A Bolsa de Valores de Tóquio caiu mais de 13% durante a manhã.
domingo, 13 de março de 2011
Maremoto é pior tragédia do Japão no pós-guerra
O terremoto e as ondas gigantes que atingiram o Nordeste do Japão são a pior tragédia que o país enfrenta desde a Segunda Guerra Mundial, afirmou hoje o primeiro-ministro Naoto Kan. Ele disse que o Japão já passou por momentos difíceis e conseguiu construir uma sociedade próspera, rica e moderna.
No momento, o total oficial de mortos está em 1.353, mas o governo japonês admite que pode chegar a 10 mil. O prejuízo total para o Japão já é estimado em US$ 100 bilhões.
As autoridades lutam desesperadamente para evitar um acidente nuclear maior na usina atômica de Fukushima. Ontem, depois de uma explosão de vapor usado no resfriamento dos reatores, um reator foi inundado com água do mar.
Não houve explosão num reator, como no pior acidente nuclear da História, em Chernóbil, na Ucrânia, então parte da União Soviética, em 26 de abril de 1986. Como os reatores europeus, americanos e japoneses tem uma cobertura para conter possíveis vazamentos, não há risco de uma repetição de Chernóbil.
Um sério risco é a fusão do núcleo de um reator, como parcialmente aconteceu em Three Mile Island, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, em 28 de março de 1979, causando vazamento de radioatividade.
Dois reatores correm risco de fusão.
No momento, o total oficial de mortos está em 1.353, mas o governo japonês admite que pode chegar a 10 mil. O prejuízo total para o Japão já é estimado em US$ 100 bilhões.
As autoridades lutam desesperadamente para evitar um acidente nuclear maior na usina atômica de Fukushima. Ontem, depois de uma explosão de vapor usado no resfriamento dos reatores, um reator foi inundado com água do mar.
Não houve explosão num reator, como no pior acidente nuclear da História, em Chernóbil, na Ucrânia, então parte da União Soviética, em 26 de abril de 1986. Como os reatores europeus, americanos e japoneses tem uma cobertura para conter possíveis vazamentos, não há risco de uma repetição de Chernóbil.
Um sério risco é a fusão do núcleo de um reator, como parcialmente aconteceu em Three Mile Island, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, em 28 de março de 1979, causando vazamento de radioatividade.
Dois reatores correm risco de fusão.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Ministro do Exterior do Japão cai por corrupção
Por ter recebido doações de um estrangeiro para campanha eleitoral, o ministro do Exterior do Japão, Seiji Maehara, pediu demissão hoje.
É mais um golpe no governo frágil e desmoralizado do primeiro-ministro Naoto Kan, do Partido Democrático do Japão, que rompeu o monopólio do Partido Liberal-Democrata mas parece incapaz de articular políticas para superar a deflação, a estagnação econômica e o endividamento público.
Um dos políticos mais populares do país, Maehara, considerado pró-americano e a favor da economia de mercado, era visto como provável sucessor de Kan.
É mais um golpe no governo frágil e desmoralizado do primeiro-ministro Naoto Kan, do Partido Democrático do Japão, que rompeu o monopólio do Partido Liberal-Democrata mas parece incapaz de articular políticas para superar a deflação, a estagnação econômica e o endividamento público.
Um dos políticos mais populares do país, Maehara, considerado pró-americano e a favor da economia de mercado, era visto como provável sucessor de Kan.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
China recusa encontro com Japão na ONU
CAMBRIDGE, EUA - A China exigiu hoje a libertação incondicional de um pescador detido pela guarda-costeira do Japão e rejeitou o convite do primeiro-ministro Naoto Kan para um encontro com seu colega chinês, Wen Jiabao, em Nova York, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, aumentando a tensão entre os dois países, inimigos históricos que se hoje são grandes parceiros comerciais.
O regime comunista chinês se irritou porque a Justiça do Japão prorrogou até 29 de setembro a prisão de um pescador chinês detido perto de ilhas disputadas entre as duas grandes potências do Leste da Ásia.
O regime comunista chinês se irritou porque a Justiça do Japão prorrogou até 29 de setembro a prisão de um pescador chinês detido perto de ilhas disputadas entre as duas grandes potências do Leste da Ásia.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Naoto Kan supera desafio à sua liderança
NOVA YORK - O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, sobreviveu a um desafio à sua liderança feito por Ichiro Ozawa, um dos caciques do Partido Democrático do Japão.
Seus maiores desafios são superar a estagnação da economia e resolver um conflito com a China sobre umas ilhas entre disputa entre os dois países.
Seus maiores desafios são superar a estagnação da economia e resolver um conflito com a China sobre umas ilhas entre disputa entre os dois países.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Primeiro-ministro do Japão nega renúncia
O primeiro-ministro Naoto Kan não vai renunciar nem convocar eleições antecipadas depois de perder a maioria no Senado nas eleições de ontem.
Enquanto o Partido Democrático do Japão elegeu apenas 44 senadores, a oposição ganhou com 51. Esse resultado deve atrasar as reformas para tentar equilibrar as contas públicas.
Enquanto o Partido Democrático do Japão elegeu apenas 44 senadores, a oposição ganhou com 51. Esse resultado deve atrasar as reformas para tentar equilibrar as contas públicas.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Japão anuncia plano de ajuste fiscal
O primeiro-ministro Naoto Kan revelou hoje seus planos para conter o déficit público do Japão e colocar a economia numa rota de redução da dívida pública de 200% do produto interno bruto a partir de 2020.
As medidas propostas incluem dobrar a alíquota do imposto sobre vendas no varejo de 5% para 10% a partir de 2011, um limite de 71 trilhões de ienes (US$ 781 bilhões) para os gastos públicos até 2013 e de 44 trilhões de ienes (US$ 484 bilhões) para a emissão de títulos da dívida pública.
Com uma expectativa de crescimento médio de 2% ao ano nesse período, o atual governo japonês pretende atingir um superávit fiscal (receita maior do que despesa) em 2020 e iniciar uma redução consistente da dívida pública a partir de 2021.
As medidas propostas incluem dobrar a alíquota do imposto sobre vendas no varejo de 5% para 10% a partir de 2011, um limite de 71 trilhões de ienes (US$ 781 bilhões) para os gastos públicos até 2013 e de 44 trilhões de ienes (US$ 484 bilhões) para a emissão de títulos da dívida pública.
Com uma expectativa de crescimento médio de 2% ao ano nesse período, o atual governo japonês pretende atingir um superávit fiscal (receita maior do que despesa) em 2020 e iniciar uma redução consistente da dívida pública a partir de 2021.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Kan adverte que dívida japonesa é insustentável
No seu primeiro discurso no Parlamento como chefe de governo, o novo primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, advertiu hoje que a dívida interna do país, de 200% do produto interno bruto, de US$ 5 trilhões, é insustentável.
Kan reconheceu que a situação fiscal do Japão é a pior entre os países ricos e prometeu uma drástica reforma fiscal.
As bolsas da Ásia subiram com alta de ações ligadas a produtos primários e aos bancos japoneses, por causa da queda do ministro de Serviços Financeiros do Japão e das promessas de Naoto Kan.
Kan reconheceu que a situação fiscal do Japão é a pior entre os países ricos e prometeu uma drástica reforma fiscal.
As bolsas da Ásia subiram com alta de ações ligadas a produtos primários e aos bancos japoneses, por causa da queda do ministro de Serviços Financeiros do Japão e das promessas de Naoto Kan.
domingo, 6 de junho de 2010
Partido do governo japonês ganha com troca de líder
A popularidade do Partido Democrático do Japão subiu 16,5 pontos percentuais com a ascensão do ministro das Finanças, Naoto Kan, à sua liderança e à chefia do governo. O PDJ tem agora o apoio de 36,1% do eleitorado japonês.
Kan substituiu Yukio Hatoyama nas duas funções nesta sexta-feira. É uma tentativa do partido de recuperar o prestígio e ter um bom desempenho nas eleições parciais para o Senado marcadas para 11 de julho.
Oito meses depois de assumir o cargo, numa vitória histórica sobre o Partido Liberal-Democrata, que governara o Japão desde 1955 com breve interrupção de menos de um ano nos anos 90, a popularidade de Hatoyama caíra para 17%.
Hatoyama pediu demissão alegando não ter conseguido cumprir a promessa de campanha de retirar a base militar dos Estados Unidos da ilha de Okinawa.
Kan substituiu Yukio Hatoyama nas duas funções nesta sexta-feira. É uma tentativa do partido de recuperar o prestígio e ter um bom desempenho nas eleições parciais para o Senado marcadas para 11 de julho.
Oito meses depois de assumir o cargo, numa vitória histórica sobre o Partido Liberal-Democrata, que governara o Japão desde 1955 com breve interrupção de menos de um ano nos anos 90, a popularidade de Hatoyama caíra para 17%.
Hatoyama pediu demissão alegando não ter conseguido cumprir a promessa de campanha de retirar a base militar dos Estados Unidos da ilha de Okinawa.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Naoto Kan será primeiro-ministro do Japão
O ministro das Finanças, Naoto Kan, foi eleito agora há pouco líder do Partido Democrático do Japão. Ainda hoje, deve ser escolhido novo primeiro-ministro do Japão.
Nos anos 90, quando fundou o PDJ, em 1996, Kan chegou a ser comparado com o então primeiro-ministro britânico, Tony Blair. Ele disse que as relações com os Estados Unidos são a base da política externa japonesa, mas também destacou a importância dos laços com a China, hoje a maior parceira comercial do Japão.
Assustado com a crise da dívida pública da Grécia, Kan é visto como um fiscalista que vai se dedicar a reduzir a dívida pública japonesa, de cerca de US$ 10 trilhões, duas vezes maior do que toda a riqueza que o país produz em um ano.
Além da dívida, seus maiores desafios serão a estagnação econômica, a deflação e o envelhecimento da população.
Nos anos 90, quando fundou o PDJ, em 1996, Kan chegou a ser comparado com o então primeiro-ministro britânico, Tony Blair. Ele disse que as relações com os Estados Unidos são a base da política externa japonesa, mas também destacou a importância dos laços com a China, hoje a maior parceira comercial do Japão.
Assustado com a crise da dívida pública da Grécia, Kan é visto como um fiscalista que vai se dedicar a reduzir a dívida pública japonesa, de cerca de US$ 10 trilhões, duas vezes maior do que toda a riqueza que o país produz em um ano.
Além da dívida, seus maiores desafios serão a estagnação econômica, a deflação e o envelhecimento da população.
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