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quarta-feira, 7 de março de 2018

Meio-irmão de Kim Jong Un foi morto por arma química proibida

O  ditador da Coreia do Norte, Kim Jong Un, mandou matar seu meio-irmão Kim Jong Nam com o agente neurotóxico VX, uma arma química proibida, acusaram ontem os Estados Unidos. Pela lei americana, isso obriga o governo a impor novas sanções econômicas à ditadura comunista de Pyongyang no momento em que o regime norte-coreano admite negociar a desnuclearização com Washington.

"Os EUA condenam com firmeza o uso de armas químicas para cometer um assassinato", declarou a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, com base em investigação dos serviços secretos do país.

Kim Jong Nam esperava um voo para Macau, na China, no aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia,  quando duas mulheres se aproximaram e jogaram a substância em seu rosto com uma seringa de injeção. Ele chegou a ser hospitalizado, mas morrem em seguida. Presas, as duas assassinas alegaram ter sido enganadas. Elas estariam apenas participando de uma gravação inocente de TV.

"Esta demonstração pública de desprezo em relação às normas universais contra o uso de armas químicas é uma prova suplementar da natureza perigosa da Coreia do Norte e sublinha que não podemos permitir e tolerar um programa de armas de destruição em massa norte-coreano, sejam quais forem", acrescentou a nota do Departamento de Estado.

A Coreia do Norte é alvo de uma série de sanções dos EUA e do Conselho de Segurança das Nações Unidas por causa de seus programas de mísseis e armas nucleares. O impacto de novas sanções seria limitado e poderia atrapalhar as possíveis negociações diretas EUA-Coreia do Norte.

Depois de uma visita a Kim Jong Un, uma delegação liderada pelo conselheiro de Segurança Nacional da Coreia do Sul anunciou que o regime stalinista norte-coreano marcou uma reunião de cúpula com o presidente sul-coreano, Moon Jae In, está disposto a negociar um acordo de paz com os EUA e a congelar seus testes de mísseis e armas atômicas durante as negociações.

É uma rara oportunidade, ainda que as exigências de segurança da Coreia do Norte, como a retirada total das forças americanas da Península Coreana, sejam inaceitáveis para os EUA. As bases militares americanas na Ásia, na Coreia do Sul e no Japão, estão lá mais para conter a China do que para proteger os aliados.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Trump declara Coreia do Norte patrocinadora do terrorismo

Em mais uma medida para isolar o regime comunista de Kim Jong Un, o presidente Donald Trump acaba de anunciar que os Estados Unidos vão incluir a Coreia do Norte na lista de países que patrocinam o terrorismo.

Trump havia indicado que faria isso durante a recente visita à Ásia, ao acusar o ditador norte-coreano pela morte do meio-irmão Kim Jong Nam, assassinado com seringas envenenadas no aeroporto de Kuala Lumpur, a capital da Malásia, em 13 de fevereiro de 2017.

Hoje, também citou o estudante americano Otto Warmbier, que morreu nos EUA depois de ficar preso um ano e cinco meses, ser torturado na Coreia do Norte e devolvido inconsciente.

A medida impede qualquer contato de cidadãos, governo e empresas dos EUA com a ditadura stalinista de Pyongyang até que o regime pare de apoiar atos terroristas. O Departamento do Tesouro está preparando novas sanções.

A Coreia do Norte já esteve na lista de países exportadores de terrorismo feita pelo Departamento de Estado americano.

Em 2008, seis anos depois de colocar a Coreia do Norte num "eixo do mal" ao lado do Irã e do Iraque, o então presidente George W. Bush retirou o país da lista de acusados de patrocinar terroristas, na esperança de retomar as negociações para desarmar o programa nuclear norte-coreano.

Os EUA e a Coreia do Norte iniciaram negociações em 1994, por iniciativa do ex-presidente Jimmy Carter, que foi a Pionguiangue se encontrar com o ditador Kim Il Sung, fundador do país, em 1948, e avô do atual ditador neste bizarro comunismo dinástico.

quarta-feira, 8 de março de 2017

China pede fim do programa nuclear da Coreia do Norte

Numa tentativa de evitar a instalação de um sistema antimísseis na Sua vizinhança, o regime comunista da China pediu o fim do programa nuclear da Coreia do Norte e das manobras militares conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul.

Nesta semana, sob protesto da China, a Coreia do Sul começou a receber peças e equipamentos para a montagem do Terminal de Defesa Aérea a Grande Altitude, um sistema de defesa para evitar que mísseis nucleares norte-coreanos atinjam o território dos EUA e de seus aliados Japão e Coreia do Sul. O regime comunista chinês teme que o terminal dê uma vantagem estratégica aos americanos numa possível guerra futura entre as superpotências.

Maior aliada da ditadura stalinista de Pionguiangue, a China anunciou, depois de novos testes de mísseis e do assassinato de Kim Jong Nam, meio-irmão do ditador norte-coreano, a suspensão das compras de carvão da Coreia do Norte.

Ao mesmo tempo, o governo de Beijim adotou medidas retaliatórias contra a Coreia do Sul como restrição ao turismo de chineses no país vizinho.

A Coreia do Norte é o primeiro grande teste de política externa no presidente Donald Trump. Sempre foi uma carta na manga do regime comunista chinês nas negociações com os EUA. Agora, Beijim afirma que EUA e Coreia do Norte estão em rota de colisão e se propõem a desarmar os espíritos.

Trump deve exigir que a China controla a aliada, mas os chineses vão querer algo em troca, por exemplo, o fim das ameaças de retaliação americana por causa do déficit dos EUA no comércio bilateral.