O presidente Barack Obama anunciou hoje que os Estados Unidos reconhecem oa Coalizão Nacional Síria (CNS) como legítimos representante do país e não mais a ditadura de Bachar Assad. A França e o Reino Unido já haviam declarado apoio a esta aliança oposicionista, que exclui os islamitas radicais como a Frente Nusra, uma extensão d'al Qaeda no Iraque que participa ativamente da guerra civil síria.
A CNS foi criada sob medida para receber o apoio dos países ocidentais. É uma tentativa de criar um embrião de um governo provisório para assumir o controle do país na era pós-Assad, evitando que a Síria caia nas mãos de extremistas muçulmanos.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
Mostrando postagens com marcador CNS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CNS. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
74 "países amigos" da Síria apoiam oposição
Durante reunião em Istambul, na Turquia, 74 "países amigos" da Síria apontaram o Conselho Nacional Sírio (CNS) como legítimo representante do povo sírio e seu "principal interlocutor" para tentar resolver o conflito político no país, onde mais de 9 mil pesssoas foram mortas nos últimos 12 meses numa revolta inicialmente pacífica contra a ditadura de Bachar Assad.
"Os Amigos da Síria reconhecem o CNS como representante de todos os sírios e principal interlocutor para negociações na Síria", afirmou o ministro do Exterior turco, Ahmet Davutoglu. Mas não houve apelo pela renúncia imediata de Assad nem acordo para armar a oposição.
A Arábia Saudita e outros países árabes darão US% 100 milhões pagar salários aos rebeldes sírios, que devem receber equipamentos de comunicação dos Estados Unidos.
No fim do encontro, os 74 países pediram ao enviado especial da Liga Árabe e das Nações Unidas, o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, que prepare um cronograma para pressionar Assad a aceitar um cessar-fogo imediato, a primeira exigência de um plano de paz de seis pontos. Se a violenta repressão não parar, querem que o caso volte a ser apreciado pelo Conselho de Segurança da ONU.
"Nossa mensagem deve ser clara para aqueles que ordenam e que executam a matança: parem de matar seus cidadãos ou sofrerão sérias consequências", advertiu a secretária de Estado americana, Hillary Clinton. "Os sírios e a comunidade internacional não esquecerão".
Assad concordou com o plano de paz na quinta-feira. Nesta segunda-feira, Annan faz um relato de sua iniciativa de paz ao Conselho de Segurança.
"Os Amigos da Síria reconhecem o CNS como representante de todos os sírios e principal interlocutor para negociações na Síria", afirmou o ministro do Exterior turco, Ahmet Davutoglu. Mas não houve apelo pela renúncia imediata de Assad nem acordo para armar a oposição.
A Arábia Saudita e outros países árabes darão US% 100 milhões pagar salários aos rebeldes sírios, que devem receber equipamentos de comunicação dos Estados Unidos.
No fim do encontro, os 74 países pediram ao enviado especial da Liga Árabe e das Nações Unidas, o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, que prepare um cronograma para pressionar Assad a aceitar um cessar-fogo imediato, a primeira exigência de um plano de paz de seis pontos. Se a violenta repressão não parar, querem que o caso volte a ser apreciado pelo Conselho de Segurança da ONU.
"Nossa mensagem deve ser clara para aqueles que ordenam e que executam a matança: parem de matar seus cidadãos ou sofrerão sérias consequências", advertiu a secretária de Estado americana, Hillary Clinton. "Os sírios e a comunidade internacional não esquecerão".
Assad concordou com o plano de paz na quinta-feira. Nesta segunda-feira, Annan faz um relato de sua iniciativa de paz ao Conselho de Segurança.
Marcadores:
Ahmet Davutoglu,
Bachar Assad,
CNS,
Conselho de Segurança,
Hillary Clinton,
Kofi Annan,
Liga Árabe,
ONU,
Oriente Médio,
Síria,
Turquia
Assinar:
Postagens (Atom)