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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

EUA reconhecem rebeldes como representantes da Síria

O presidente Barack Obama anunciou hoje que os Estados Unidos reconhecem oa Coalizão Nacional Síria (CNS) como legítimos representante do país e não mais a ditadura de Bachar Assad. A França e o Reino Unido já haviam declarado apoio a esta aliança oposicionista, que exclui os islamitas radicais como a Frente Nusra, uma extensão d'al Qaeda no Iraque que participa ativamente da guerra civil síria.

A CNS foi criada sob medida para receber o apoio dos países ocidentais. É uma tentativa de criar um embrião de um governo provisório para assumir o controle do país na era pós-Assad, evitando que a Síria caia nas mãos de extremistas muçulmanos.

domingo, 1 de abril de 2012

74 "países amigos" da Síria apoiam oposição

Durante reunião em Istambul, na Turquia, 74 "países amigos" da Síria apontaram o Conselho Nacional Sírio (CNS) como legítimo representante do povo sírio e seu "principal interlocutor" para tentar resolver o conflito político no país, onde mais de 9 mil pesssoas foram mortas nos últimos 12 meses numa revolta inicialmente pacífica contra a ditadura de Bachar Assad.

"Os Amigos da Síria reconhecem o CNS como representante de todos os sírios e principal interlocutor para negociações na Síria", afirmou o ministro do Exterior turco, Ahmet Davutoglu. Mas não houve apelo pela renúncia imediata de Assad nem acordo para armar a oposição.

A Arábia Saudita e outros países árabes darão US% 100 milhões pagar salários aos rebeldes sírios, que devem receber equipamentos de comunicação dos Estados Unidos.

No fim do encontro, os 74 países pediram ao enviado especial da Liga Árabe e das Nações Unidas, o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, que prepare um cronograma para pressionar Assad a aceitar um cessar-fogo imediato, a primeira exigência de um plano de paz de seis pontos. Se a violenta repressão não parar, querem que o caso volte a ser apreciado pelo Conselho de Segurança da ONU.

"Nossa mensagem deve ser clara para aqueles que ordenam e que executam a matança: parem de matar seus cidadãos ou sofrerão sérias consequências", advertiu a secretária de Estado americana, Hillary Clinton. "Os sírios e a comunidade internacional não esquecerão".

Assad concordou com o plano de paz na quinta-feira. Nesta segunda-feira, Annan faz um relato de sua iniciativa de paz ao Conselho de Segurança.