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segunda-feira, 1 de agosto de 2022

EUA matam sucessor de Ben Laden na liderança d'al Caeda

Um ataque de drones dos Estados Unidos matou no domingo em Cabul, a capital do Afeganistão, o terrorista mais procurado do mundo, o médico egípcio Ayman al-Zawahiri, fundador e líder da rede terrorista Al Caeda, anunciou nesta segunda-feira o presidente Joe Biden. 

É o maior golpe na organização responsável pelos atentados de 11 de setembro de 2001 depois da morte de Ossama ben Laden numa ação de uma força de elite da Marinha dos EUA, em Abotabade, no Paquistão, em 2 de maio de 2011, no governo Barack Obama.

Al-Zawahiri tinha uma longa folha corrida como terrorista. Havia um prêmio de US$ 25 milhões por informações que levassem a sua captura ou morte. Ele nasceu em Giza, em 19 de junho de 1951, numa família de classe média importante. Seu tio-avô foi imã da Mesquita de Al-Azhar, uma das mais importantes do Islã.

Ao 14 anos, em 1965, entrou para a Irmandade Muçulmana, o mais antigo grupo fundamentalista islâmico, fundado em 1928 no Egito por Hassan al-Banna para reislamizar a umma, o conjunto de todos os muçulmanos, combatendo a influência do imperialismo ocidental. 

No ano seguinte, cria uma célula clandestina para derrubar o governo secularista do Egito e implantar um Estado islâmico.

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sábado, 5 de março de 2016

Frente al-Nusra foge da Síria para o Iraque

Centenas de rebeldes da Frente al-Nusra, o braço armado da rede terrorista Al Caeda na guerra civil da Síria, estão fugindo para as províncias de Ambar e Saladino, no Iraque, e outros milhares devem segui-los.

Essa fuga vai criar novos problemas para o Exército do Iraque e milícias aliadas. Nem a Frente al-Nusra nem o Estado Islâmico do Iraque e do Levante faz parte do cessar-fogo em vigor há uma semana na Síria.

A Frente para a Vitória (Jabhat al-Nusra) foi criada pelo Estado Islâmico do Iraque como braço da rede terrorista Al Caeda na guerra civil da Síria. Em 2013, o Estado Islâmico do Iraque e do Levante decidiu unificar as lutas no Iraque e na Síria. Isso foi rejeitado pelo líder da rede Al Caeda, Ayman al-Zawahiri, levando à ruptura entre a rede o Estado Islâmico, em 2014.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Al Caeda convoca militantes a atacar países do Ocidente

Em mensagem de som divulgada na Internet, o dirigente máximo da rede terrorista Al Caeda (A Base), o médico egípcio Ayman al-Zawahiri, convocou ontem os extremistas muçulmanos a realizar atentados na Europa e nos Estados Unidos, informou a agência Reuters.

Zawahiri voltou a criticar a milícia jihadista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, declarando ilegítimo o califado proclamado por seu líder Abu Baker al-Baghdadi em 29 de junho de 2014 na cidade de Mossul, no Iraque. Mas está disposto a unir as forças d'al Caeda às do Estado Islâmico para combater as potências ocidentais e as forças seculares nas guerras civis da Síria, do Iraque e da Líbia.

Na Síria, Al Caeda se juntou a outros grupos jihadistas sunitas no chamado Exército da Conquista para lutar contra a ditadura de Bachar Assad, enquanto o Estado Islâmico trava sua própria guerra contra o regime sírio, os curdos, o governo do Iraque e outros grupos armados rebeldes na Síria.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Líder máximo d'al Caeda apoia novo líder dos Talebã

O líder supremo da rede terrorista Al Caeda, o médico egípcio Ayman al-Zawahiri, prometeu apoio ao novo líder da milícia fundamentalista dos Talebã (Estudantes) do Afeganistão, mulá Akhter Mohammad Mansur, em mensagem de áudio e texto publicada na Internet em 1º de agosto de 2015.

A morte do fundador da Milícia dos Talebã, mulá Mohamed Omar, tinha sido confirmada três dias antes e havia rumores de que Zawahiri também estaria morto.

O anúncio da morte de Omar e os comentários de que a mudança de líder poderia facilitar as negociações dos rebeldes com o governo afegão acirraram as divisões entre as diferentes facções dos Talebã.