O bufão escolhido pelo Partido Republicano para disputar a Presidência dos Estados Unidos acusou hoje os meios de comunicação pela ameaça que fez ontem contra sua adversária Hillary Clinton, sugerindo que os defensores do direito de portar armas poderiam atirar nela.
A Segunda Emenda à Constituição dos EUA, que garante o direito de ter e portar armas para defesa pessoal, estará ameaçada, se Hillary for eleita em 8 de novembro e assim conquistar o direito de nomear juízes para a Suprema Corte, advertiu o magnata imobiliário Donald Trump.
"Se ela escolher os juízes, não haverá nada que vocês possam fazer", afirmou Trump durante um comício em Wilmington, na Carolina do Norte, "embora talvez o pessoal da Segunda Emenda possam, talvez, não sei."
Como "o pessoal da Segunda Emenda" tem armas, o que poderia fazer é dar tiros. A campanha de Hillary criticou a declaração como "perigosa".
Mais uma vez, Trump mostra que está disposto a fazer qualquer coisa pelo poder, o que está destroçando o Partido Republicano.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2016
sábado, 27 de novembro de 2010
Rússia culpa Stalin pelo massacre de Katyn
Mais de 60 anos depois, finalmente, o Parlamento da Rússia reconheceu a responsabilidade do ditador Josef Stalin pelo Massacre de Katyn, em que 22 mil oficiais e soldados do Exército da Polônia foram mortos, em 1940, no início da Segunda Guerra Mundial. Até agora, a história oficial russa acusava os nazistas.
Quando a Alemanha nazista invadiu a Polônia, em 1º de setembro de 1939, dando início à Segunda Guerra Mundial, a União Soviética tomou o Leste do país com base no Pacto Germano-Soviético, acertado pelos ditadores Adolf Hitler e Stalin.
Em 5 de março de 1940, Stalin assinou a ordem para execução de 27,5 mil poloneses. Eles foram executados em abril do mesmo.
No ano seguinte, quando a Alemanha invadiu a URSS e este país entrou na guerra contra o nazismo, o governo polonês no exílio pediu a libertação dos oficiais presos. A resposta oficial era que eles tinham fugido ou desaparecido.
Em 1943, a Alemanha revelou ter encontrado cemitérios clandestinos na Floresta de Katyn, a 12 quilômetros da cidade russa de Smolensk. A URSS acusou os nazistas pelo massacre.
Só em 1990, no fim da era Gorbachev (1985-91), a URSS admitiu a responsabilidade pelo massacre, levado ao cinema no filme Katyn, do cineasta polonês Andrzej Wajda. Agora, a Rússia reconhece a culpa de Stalin.
Quando a Alemanha nazista invadiu a Polônia, em 1º de setembro de 1939, dando início à Segunda Guerra Mundial, a União Soviética tomou o Leste do país com base no Pacto Germano-Soviético, acertado pelos ditadores Adolf Hitler e Stalin.
Em 5 de março de 1940, Stalin assinou a ordem para execução de 27,5 mil poloneses. Eles foram executados em abril do mesmo.
No ano seguinte, quando a Alemanha invadiu a URSS e este país entrou na guerra contra o nazismo, o governo polonês no exílio pediu a libertação dos oficiais presos. A resposta oficial era que eles tinham fugido ou desaparecido.
Em 1943, a Alemanha revelou ter encontrado cemitérios clandestinos na Floresta de Katyn, a 12 quilômetros da cidade russa de Smolensk. A URSS acusou os nazistas pelo massacre.
Só em 1990, no fim da era Gorbachev (1985-91), a URSS admitiu a responsabilidade pelo massacre, levado ao cinema no filme Katyn, do cineasta polonês Andrzej Wajda. Agora, a Rússia reconhece a culpa de Stalin.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Suprema Corte reafirma direito de portar armas
Por 5 a 4, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que o direito de portar armas de fogo para se defender, garantido pela Emenda Constitucional nº 2, vale para todo o país e se sobrepõe às leis estaduais e municipais de controle de armas.
sábado, 6 de junho de 2009
Obama fala em paz no Oriente Médio no Dia D
Ao participar da cerimônia de 65 anos da invasão da França pelos aliados na Segunda Guerra Mundial, em Caen, na Normandia, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse esperar negociações “sérias e construtivas” sobre a paz no Oriente Médio.
Obama recebeu o apoio do presidente francês Sarkozy, que repudiou os “discursos inflamados” do presidente do Irã contra Israel.
O presidente americano criticou as provocações da Coreia do Norte, considerou “muito perigoso” para o Irã ter a bomba atômica e repetiu a promessa de lutar por um mundo sem armas nucleares.
Em 6 de junho de 1944, o Dia D, os aliados lançaram a maior operação de assalto anfíbio da História contra a Muralha do Atlântico, o sistema de defesa do continente arquitetado pelo marechal-de-campo Erwin von Rommel, um dos melhores oficiais de Hitler. No ponto mais difícil do ataque, pelo menos 3 mil americanos foram mortos na praia rebatizada no plano de ataque como praia de Omaha.
Obama recebeu o apoio do presidente francês Sarkozy, que repudiou os “discursos inflamados” do presidente do Irã contra Israel.
O presidente americano criticou as provocações da Coreia do Norte, considerou “muito perigoso” para o Irã ter a bomba atômica e repetiu a promessa de lutar por um mundo sem armas nucleares.
Em 6 de junho de 1944, o Dia D, os aliados lançaram a maior operação de assalto anfíbio da História contra a Muralha do Atlântico, o sistema de defesa do continente arquitetado pelo marechal-de-campo Erwin von Rommel, um dos melhores oficiais de Hitler. No ponto mais difícil do ataque, pelo menos 3 mil americanos foram mortos na praia rebatizada no plano de ataque como praia de Omaha.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Europa corta taxas de juros
O Banco da Inglaterra surpreendeu o mercado e cortou sua taxa básica de juro em 1,5 ponto percentual para 3% ao ano, a menor taxa desde 1955, pouco depois do fim do racionamento que se seguiu à Segunda Guerra Mundial (1939-45).
Já o Banco Central da Europa reduziu sua taxa básica em 0,5 ponto percentual para 3,25% ao ano. O presidente Jean-Claude Trichet foi obrigado a reiterar que o BCE não vai descuidar da inflação, sua preocupação central.
Na Suíça e na República Tcheca, os bancos centrais também cortaram os juros.
Já o Banco Central da Europa reduziu sua taxa básica em 0,5 ponto percentual para 3,25% ao ano. O presidente Jean-Claude Trichet foi obrigado a reiterar que o BCE não vai descuidar da inflação, sua preocupação central.
Na Suíça e na República Tcheca, os bancos centrais também cortaram os juros.
sábado, 5 de maio de 2007
Lobby das armas pressiona Bush para não proibir venda a suspeitos de terrorismo
A Associação Nacional do Rifle, o lobby dos fabricantes de armas nos Estados Unidos, está pressionando o governo George Walker Bush a retirar seu apoio a uma lei que proibiria suspeitos de terrorismo de comprar armas de fogo. O projeto dá ao secretário da Justiça o direito de bloquear vendas e licenças de portar armas para suspeitos de terrorismo.
Para o secretário-executivo da ANR, Chris Cox, a medida "permitiria negar arbitrariamente os direitos garantidos na Segunda Emenda à Constituição dos EUA baseada numa mera suspeita de ameaça terrorista". A Segunda Emenda garante ao cidadão americano o direito de portar armas para se defender.
Cox alega que "a palavra suspeito não tem significado jurídico, especialmente para negar direitos consitucionais". Não há base legal, portanto, para impedir a venda a quem esteja na lista de suspeitos vigiados.
"Quando digo às pessoas que você pode estar na lista de suspeitos de terrorismo sob vigilância e ainda assim comprar quantas armas quiser, elas ficam chocadas", contra-argumenta Paul Hemke, do Centro Brady para Prevenção da Violência com Armas de Fogo.
Pela legislação atual, o vendedor precisa apenas verificar se o interessado com antecedentes criminais.
Para o secretário-executivo da ANR, Chris Cox, a medida "permitiria negar arbitrariamente os direitos garantidos na Segunda Emenda à Constituição dos EUA baseada numa mera suspeita de ameaça terrorista". A Segunda Emenda garante ao cidadão americano o direito de portar armas para se defender.
Cox alega que "a palavra suspeito não tem significado jurídico, especialmente para negar direitos consitucionais". Não há base legal, portanto, para impedir a venda a quem esteja na lista de suspeitos vigiados.
"Quando digo às pessoas que você pode estar na lista de suspeitos de terrorismo sob vigilância e ainda assim comprar quantas armas quiser, elas ficam chocadas", contra-argumenta Paul Hemke, do Centro Brady para Prevenção da Violência com Armas de Fogo.
Pela legislação atual, o vendedor precisa apenas verificar se o interessado com antecedentes criminais.
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