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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Justiça suspende acordo militar EUA-Colômbia

O novo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, está examinando a possibilidade de submeter ao Congresso o acordo feito no ano passado com os Estados Unidos para que militares americanos usem sete bases militares colombianas.

Ontem, o Tribunal Constitucional suspendeu o acordo, dizendo que ele precisa ser ratificado pelo Poder Legislativo para sua validade não ser questionada no futuro.

Nos últimos 10 anos, dentro do Plano Colômbia, os EUA deram US$ 7 bilhões para o governo colombiano combater o tráfico de drogas e as guerrilhas de esquerda.

Um acordo complementar firmado no ano passado deu acesso aos americanos a sete bases colombianas. Os EUA terão no máximo 800 soldados e 600 prestadores de serviço do Pentágono em território colombiano.

sábado, 21 de novembro de 2009

Chávez considera destruir pontes rotina

Ao justificar a destruição de duas pontes de pedestres na fronteira com a Colômbia, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, a descreveu como "uma operação de rotina" para impedir a ação de contrabandistas, traficantes e paramilitares que atuariam na região.

"Não eram pontes. Eram passarelas artesanais ilegais", justificou o caudilho venezuelano.

Chávez chamou de "cínica" a iniciativa do governo colombiano de denunciar o fato à Organização dos Estados Americanos, alegando que não eram pontes como a Golden Gate, em São Francisco da Califórnia, e a do Brooklyn, em Nova York.

Com sua necessidade constante de arrumar inimigos externos para aplacar a oposição interna, o líder da chamada "revolução bolivarista" voltou a acusar "o império yankee de estar preparando uma guerra na América Latina. Estão inventendo uma guerra na América do Sul assim como inventaram uma guerra no Iraque. E digo com grande dor que a plataforma contra a agressão à Venezuela é a Colômbia".

No seu discurso confuso, paranoico e apocalíptico, concluiu dizendo que nem a Colômbia nem a Venezuela podem evitar esta guerra, que só depende dos EUA.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

EUA e Colômbia assinam acordo sobre bases

Os Estados Unidos e a Colômbia assinaram hoje o controvertido acordo que dá direito aos americanos de usarem sete bases militares colombianas, a pretexto de combater o tráfico de drogas e os grupos guerrilheiros de esquerda.

Diante dos reiterados protestos dos países da região, especialmente da vizinha Venezuela, o governo colombiano afirmou que o Acordo Complementar para Cooperação e Assistência Técnica em Defesa e Segurança "se baseia no total respeito aos princípios de igualdade soberana, integridade territorial e não intervenção nos assuntos internos de outros Estados".

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Chávez vê ameaça de guerra com bases dos EUA

Para o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, a cessão de sete bases militares aos Estados Unidos em território da Colômbia aumenta o risco de guerra na América do Sul.

Chávez acusa os EUA de serem a nação mais agressiva da História e afirma que as bases serão usadas para atacar outros países da região.

A Colômbia argumenta que a iniciativa visa a combater grupos guerrilheiros de esquerda e o tráfico de drogas. Nos últimos 10 anos, os EUA deram US$ 7 bilhões para o Plano Colômbia.

sábado, 24 de maio de 2008

Uribe não adere a Conselho de Defesa

A Colômbia concordou em fazer parte do grupo de estudos a ser criado pela União das Nações da América do Sul (Unasul). Mas, em princípio, o presidente Álvaro Uribe rejeita a idéia de participar do Conselho de Defesa da América do Sul, que está sendo articulado pelo Brasil.

Uribe lamentou que o Brasil e a Venezuela não considerem as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) um "grupo terrorista". Agradeceu ao governo Lula por não reconhecer as FARC como um "grupo beligerante", como quer o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

Maior aliada dos Estados Unidos na região, a Colômbia recebeu desde o ano 2000 US$ 7 bilhões do Plano Colômbia para modernizar, equipar e treinar as Forças Armadas no combate à guerrilha e ao tráfico de drogas.

domingo, 7 de outubro de 2007

EUA lançarão Plano México de US$ 1 bilhão

Os Estados Unidos pretendem dar uma ajuda adicional de US$ 1 bilhão ao México para a luta contra o tráfico de drogas, revela hoje o jornal inglês Financial Times. Por causa da semelhança com o Plano Colômbia, pelo qual os EUA deram cerca de US$ 5 bilhões ao governo colombiano desde 2000, o programa já está sendo chamado de Plano México.

Mas o subsecretário mexicano para a América do Norte, Carlos Rico, rejeita a comparação, alegando que nenhum soldado americano será autorizado a atuar em território do México: "Temos capacidade operacional para fazermos nós mesmos".

O programa, chamado de Estratégia Conjunta de Combate ao Crime Organizado, precisa ser aprovado pelo Congresso dos EUA antes de ser colocado em prática, no próximo ano. Será uma vitória do novo presidente do México, Felipe Calderón, que desde sua posse, no final do ano passado, vem dando ênfase especial ao combate ao tráfico de drogas.