O índice de crescimento de preços no Reino Unido chegou 3,5% ao ano no mês passado, obrigando o presidente da Inglaterra, Mervyn King, a explicar ao Tesouro por que a meta de inflação não foi cumprida.
Na verdade, o Comitê de Política Monetária do banco está mais preocupado com a fraqueza da recuperação da economia britânica, que mal saiu na recessão no último trimestre do ano passado. Considera essa inflação um fenômeno passageiro.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
King quer dividir grandes bancos
O presidente do Banco da Inglaterra, Mervyn King, defende a divisão dos bancos considerados grandes demais para quebrar.
No momento em que a City, o centro financeiro de Londres, se prepara para pagar 6 bilhões de libras (cerca de US$ 17,3 bilhões) em bônus, ele afirmou que o resgate aos bancos foi o pior caso de prejuízo moral da História e parafraseou o primeiro-ministro Winston Churchill ao dizer que “nunca tão poucos deveram tanto a tantos”.
Quando a Força Aérea Real, com cerca de mil pilotos e os aviões de caça Spitfire, derrotou a Luftwaffe na Batalha da Inglaterra, em 1940, impedindo a invasão da Grã-Bretanha pela Alemanha nazista, Churchill declarou: "Nunca tantos deveram tanto a tão poucos."
No momento em que a City, o centro financeiro de Londres, se prepara para pagar 6 bilhões de libras (cerca de US$ 17,3 bilhões) em bônus, ele afirmou que o resgate aos bancos foi o pior caso de prejuízo moral da História e parafraseou o primeiro-ministro Winston Churchill ao dizer que “nunca tão poucos deveram tanto a tantos”.
Quando a Força Aérea Real, com cerca de mil pilotos e os aviões de caça Spitfire, derrotou a Luftwaffe na Batalha da Inglaterra, em 1940, impedindo a invasão da Grã-Bretanha pela Alemanha nazista, Churchill declarou: "Nunca tantos deveram tanto a tão poucos."
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Bancos centrais europeus mantêm taxas de juros
Tanto o Banco Central da Europa quanto o Banco da Inglaterra decidiram hoje manter suas taxas básicas de juros nos menores níveis históricos, de 1% ao ano na Eurozona e de 0,5% no Reino Unido.
Ao explicar a decisão, o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, afirmou que o ciclo de cortes de juros acabou e que a deflação, a queda de preços, será apenas temporária. Trichet espera que a recessão acabe no fim do ano.
O Banco da Inglaterra resolveu ainda ampliar ainda mais o programa de aumento da quantidade de dinheiro em circulação em 50 bilhões de libras (US$ 84 bilhões), elevando o total do programa para 175 bilhões de libras (US$ 294 bilhões). Ao justificar a medida, o presidente do banco, Mervyn King, argumentou que a recessão foi mais profunda do que previsto.
Ao explicar a decisão, o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, afirmou que o ciclo de cortes de juros acabou e que a deflação, a queda de preços, será apenas temporária. Trichet espera que a recessão acabe no fim do ano.
O Banco da Inglaterra resolveu ainda ampliar ainda mais o programa de aumento da quantidade de dinheiro em circulação em 50 bilhões de libras (US$ 84 bilhões), elevando o total do programa para 175 bilhões de libras (US$ 294 bilhões). Ao justificar a medida, o presidente do banco, Mervyn King, argumentou que a recessão foi mais profunda do que previsto.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Sete bancos centrais cortam taxas de juros
Em uma ação coordenada sem precedentes, sete bancos centrais cortaram hoje suas taxas básicas de juros numa tentativa de acalmar o mercado financeiro internacional e evitar uma recessão mundial. Nos Estados Unidos, na Europa, na Grã-Bretanha, Suécia e Suíça, o corte foi de 0,5 pontos percentual; na China, de 0,27 ponto percentual.
A iniciativa partiu da Reserva Federal (Fed), o banco central americano, que baixou sua taxa básica de 2% para 1,5%, um gesto mais simbólico, já que vem cortando as taxas de juros há meses sem conseguir vencer a pior crise econômica do país desde a Grande Depressão (1929-39).
Já o Banco Central da Europa cortou a taxa básica de juros dos 15 países que adotam o euro como moeda única de 4,25% para 3,75%. É um dos poucos instrumentos que a União Européia tem para atacar a crise financeira global, que atingiu seus bancos.
Como não há uma estrutura política para governar o euro nem um orçamento comunitário suficientemente grande para enfrentar crises, as decisões políticas têm de partir do Conselho de Ministros. No caso atual, a Alemanha, maior economia da Europa, resiste a um plano como o americano porque, como sócio mais rico, teria de pagar a maior parte da conta.
Em Londres, o presidente do Banco da Inglaterra, Mervyn King, anunciou o corte na taxa básica de juros de 5% para 4,5%. O país tem os juros mais altos entre os países do Grupo dos Sete (maiores potências industriais, tirando a China).
A iniciativa partiu da Reserva Federal (Fed), o banco central americano, que baixou sua taxa básica de 2% para 1,5%, um gesto mais simbólico, já que vem cortando as taxas de juros há meses sem conseguir vencer a pior crise econômica do país desde a Grande Depressão (1929-39).
Já o Banco Central da Europa cortou a taxa básica de juros dos 15 países que adotam o euro como moeda única de 4,25% para 3,75%. É um dos poucos instrumentos que a União Européia tem para atacar a crise financeira global, que atingiu seus bancos.
Como não há uma estrutura política para governar o euro nem um orçamento comunitário suficientemente grande para enfrentar crises, as decisões políticas têm de partir do Conselho de Ministros. No caso atual, a Alemanha, maior economia da Europa, resiste a um plano como o americano porque, como sócio mais rico, teria de pagar a maior parte da conta.
Em Londres, o presidente do Banco da Inglaterra, Mervyn King, anunciou o corte na taxa básica de juros de 5% para 4,5%. O país tem os juros mais altos entre os países do Grupo dos Sete (maiores potências industriais, tirando a China).
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Banco da Inglaterra sinaliza queda de juros
O presidente do Banco da Inglaterra, Mervyn King, culpou o aperto de crédito provocado pela crise no setor habitacional nos Estados Unidos para as perspectivas sombrios da economia britânica, declarando que será necessário cortar as taxas de juros para neutralizar os riscos para o Reino Unido. Sua previsão é que o impacto da crise financeira americana será maior no próximo ano.
Pelo último dado disponível, a inflação anual na Grã-Bretanha está em 2,1% ao ano, acima da meta fixada pelo governo, de 2%. Mas a tendência é de uma forte queda na taxa de crescimento de preços no começo de 2008, previu King.
Na semana passada, o banco manteve sua taxa básica inalterada em 5,75% ao ano, a maior entre os países do Grupo dos Sete (maiores potências industriais democráticas).
Pelo último dado disponível, a inflação anual na Grã-Bretanha está em 2,1% ao ano, acima da meta fixada pelo governo, de 2%. Mas a tendência é de uma forte queda na taxa de crescimento de preços no começo de 2008, previu King.
Na semana passada, o banco manteve sua taxa básica inalterada em 5,75% ao ano, a maior entre os países do Grupo dos Sete (maiores potências industriais democráticas).
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