Mostrando postagens com marcador Budismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Budismo. Mostrar todas as postagens

sábado, 8 de abril de 2023

Hoje na História do Mundo: 8 de Abril

 NASCIMENTO DE BUDA

    Neste dia, os budistas comemoram o nascimento do príncipe Sidarta Gautama, o fundador do budismo, que teria vivido na Índia de 563 a 483 antes de Cristo.

Originalmente os budistas festejavam o aniversário de Buda no século 11 AC. Na era moderna, os estudiosos concluíram que provavelmente ele nasceu em maio de 6 AC. 

Quando Sidarta nasce, os brahmas, membros da casta superior do hinduísmo, preveem que ele será um grande rei ou um professor iluminado, se crescer isolado do mundo exterior. O rei Sudodana tenta proteger o filho de todas formas. O príncipe casa e tem um filho.

Aos 29 anos, Sidarta resolve conhecer o mundo e começa a fazer excursões de carruagem. Numa delas, ele viu um idoso, um homem doente e um cadáver. Como era protegido dos males do mundo, o cocheiro teve de explicar o que significavam.

Sidarta então conhece um monge. Fica impressionado ao ver um homem sereno e em paz num mundo conturbado e se interessa pela espiritualidade.

JOMO KENYATTA PRESO

    Em 1953, durante a Revolta dos Mau Mau (1952-60), a maior da descolonização do Império Britânico, as autoridades coloniais prendem Jomo Kenyatta, que sai da cadeia em 1961 para liderar a independência do Quênia em 1963.

O grupo Mau Mau é uma organização clandestina criada pela tribo kikuyu, a mais importante do Quênia, que domina a política queniana até hoje. Com as tribos meru e embu, e unidades dos povos kamba e massai, os kikuyus formam o Exército por Terra e Liberdade do Quênia.

A revolta é marcada pela brutalidade dos dois lados, que não aceitam a neutralidade e tratam quem não adere como inimigo. Poucos anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial (1939-45), um juiz de Nairóbi denuncia a existência de campos de concentração no Quênia. Os rebeldes, por sua vez, atacam mulheres, crianças e idosos africanos, não somente as forças imperiais.

A captura do líder rebelde, marechal Dedan Kimathi, em 21 de outubro de 1956, acaba praticamente com a revolta e marca o fim das operações militares britânicas, mas os merus mantêm a resistência.

 Ao todo, cerca de 3 mil soldados e policiais quenianos e 20 mil civis quenianos, 200 soldados britânicos e 32 colonos brancos morrem na rebelião.

MORTE DE PABLO PICASSO

    Em 1973, morre aos 91 anos em Mougins, na França, o pintor, escultor, ceramista, cenógrafo, poeta e dramaturgo espanhol Pablo Ruiz Picasso, o maior artista plástico do século 20.


Picasso nasce em Málaga, na Andaluzia em 25 de outubro de 1881. A família se muda para Corunha, capital da Galícia, e depois para Barcelona. Em 1897, vai para Madri, onde se matricula na Academia Real de Belas Artes de São Fernando, mas uma doença, a escarlatina o faz voltar para Barcelona,

Em 1900, Picasso faz a primeira visita a Paris, a capital cultural da Europa, onde conhece os poetas André Breton e Guillaume Apolinaire e a escritora Gertrud Stein. Em 1904, muda-se 

Seu talento explode na fase azul (1901-5), seguida da rosa (1905-6). Em 1906, inicia uma nova fase, o protocubismo, antecedente do cubismo, sob a influência das artes grega, ibérica e africana. Aliás, cubismo é um termo pejorativo usado por críticos que não gostam de sua obra.

 A Guerra Civil Espanhola (1936-39) o politiza. Picasso entra para o Partido Comunista e cria uma de uma de suas obras-primas, o mural Guernica, sobre o bombardeio da Força Aérea da Alemanha Nazista, a Luftwaffe, que destrói a cidade Guernica, no País Basco em 26 de abril de 1937. Em três horas de ataque, morrem 1.645 pessoas.

O mural, hoje em exposição num pavilhão anexo ao Museu do Prado, em Paris, só vai para a Espanha depois da redemocratização do país.

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45), Picasso fica em Paris durante a ocupação nazista. Quando um oficial alemão revista seu apartamento e vê uma foto do mural Guernica, pergunta: "Foi você que fez isto?" Depois de pensar rapidamente, o artista responde: "Não. Foram vocês."

MORTE DE MARGARET THATCHER

    Em 2013, morre Margaret Hilda Thatcher, a primeira primeira-ministra britânica, líder da uma revolução ou contrarrevolução conservadora que acabou com o consenso social-democrata do pós-guerra e, ao lado do presidente norte-americano Ronald Reagan, impõe o neoliberalismo e adota uma política de linha dura durante a Guerra que lhe vale a alcunha de Dama de Ferro.

Filha de um dono de armazém, Margaret Hilda Roberts nasce em Grantham, na Inglaterra, em 13 de outubro de 1925. Ela se forma em química na Universidade de Oxford e entra para o Partido Conservador. 

Em 1959, é eleita pela primeira vez para a Câmara dos Comuns do Parlamento Britânico, pelo distrito de Finchley, no Norte de Londres. Em 1970, Thatcher é nomeada ministra da Educação do governo Edward Heath (1970-74). 

Com a derrota conservadora nas eleições de 1974, Thatcher desafia Heath e se torna líder do partido e da oposição em 1975. Por criticar a União Soviética, um artigo no jornal Estrela Vermelha, do Exército Vermelho, lhe deu o apelido de Dama de Ferro.

Depois de uma profunda crise econômica causada pelos dois choques nos preços do petróleo, e uma onda de greves no Inverno do Descontentamento, os conservadores vencem as eleições. 

Em 4 de maio de 1979, ela torna a primeira primeira-ministra do Reino Unido e declara, parafraseando uma oração de São Francisco de Assis: "Onde houver discórdia, que eu leve a união. Onde houver dúvida, que eu leve a fé. Onde houver erro, que eu leve a verdade. Onde houver desespero, que eu leve a esperança."

Faz o contrário, em larga medida. Em 1980 e 1981, os prisioneiros do Exército Republicano Irlandês (IRA), que lutava contra o domínio britânico sobre a Irlanda do Norte, se rebelam para exigir tratamento de presos políticos. Dez morrem durante uma greve de fome.

Thatcher promete fazer recuar as fronteiras do Estado, ou seja, diminuir a intervenção governamental na economia. Ela começa o programa de privatizações no início dos anos 1980, mas é a vitória contra a Argentina na Guerra das Malvinas que lhe dá a maior vitória eleitoral, em 1983.

A Dama de Ferro acelera o programa de privatizações, sobrevive a uma tentativa de assassinato num atentado do IRA durante a Convenção Anual do Partido Conservador, realizada em Brighton, em 12 de outubro de 1984.

De 6 de março de 1984 a 3 de março de 1985, decidida a reduzir o poder dos sindicatos, Thatcher enfrenta e vence uma greve de mineiros contra o fechamento de minas de carvão, a maior paralisação de trabalhadores no Reino Unido desde a greve geral de 1926.

A primeira-ministra obtém sua terceira vitória eleitoral em 1987. No terceiro mandato, se torna cada vez mais eurocética e perde prestígio ao substituir o imposto predial por um imposto comunitário cobrado de acordo com o número de pessoas numa residência e não pelo valor do imóvel. Em novembro de 1990, uma rebelião na bancada conservadora a derruba.

O Partido Conservador nunca se recupera desse regicídio. A ala eurocética, à direita do partido, inicia uma campanha para retirar o país da União Europeia. Isto finalmente acontece no plebiscito de 23 de junho de 2016, uma catástrofe para o Reino Unido cujas consequências nefastas são cada vez mais evidentes.

sexta-feira, 8 de abril de 2022

Hoje na História do Mundo: 8 de Abril

 NASCIMENTO DE BUDA

    Neste dia, os budistas comemoram o nascimento do príncipe Sidarta Gautama, o fundador do budismo, que teria vivido na Índia de 563 a 483 antes de Cristo.

Originalmente os budistas festejavam o aniversário de Buda no século 11 AC. Na era moderna, os estudiosos concluíram que provavelmente ele nasceu em maio de 6 AC. 

Quando Sidarta nasce, os brahmas, membros da casta superior do hinduísmo, preveem que ele será um grande rei ou um professor iluminado, se crescer isolado do mundo exterior. O rei Sudodana tenta proteger o filho de todas formas. O príncipe casa e tem um filho.

Aos 29 anos, Sidarta resolve conhecer o mundo e começa a fazer excursões de carruagem. Numa delas, ele viu um idoso, um homem doente e um cadáver. Como era protegido dos males do mundo, o cocheiro teve de explicar o que significavam.

Sidarta então conhece um monge. Fica impressionado ao ver um homem sereno e em paz num mundo conturbado e se interessa pela espiritualidade.

terça-feira, 9 de julho de 2013

China intensifica luta contra o Dalai Lama

Pelo menos nove tibetanos foram feridos no fim de semana quando a polícia da China disparou contra manifestantes que celebravam o aniversário de Tenzin Gyatso, o 14º Dalai Lama, líder espiritual do Tibete, exilado há 54 anos, na cidade de Daofu, na província de Sichuã.

A China deve intensificar sua luta contra indicou o Dalai Lama, o chefe da seção do Partido Comunista encarregada de minorias étnicas e religiosas, Yu Zhengsheng. Ele advertiu funcionários do regime numa área densamente povoada por tibetanos que as "atividades separatistas" do Dalai Lama não são parte da tradição budista e vão contra os interesses da China.

Diante da uma nova rebelião da minoria muçulmana uigur na província de Xinjiang, no Noroeste do país, acreditava-se que a China estaria adotando uma posição mais suave em relação ao Dalai Lama, que luta pacificamente por autonomia para o Tibete para preservar sua cultura.

O regime comunista chinês corre o risco de radicalizar ainda mais o movimento nacionalista tibetano, duramente reprimido em 2008, meses antes da Olimpíada de Beijim. Desde 2011, mais de cem monges se autoimolaram tocando fogo nas próprias roupas para protestar contra a ditadura chinesa.

O Tibete foi incorporado à China na era de Gengis Khan, no século 13, quando os dois países faziam parte do Império Mongol.

Com o colapso do Império Chinês e a proclamação da república por Sen Yat-Sen, o Tibete tornou-se independente de 1912 até ser retomado, em 1951, pelo regime comunista instaurado por Mao Tsé-tung depois da vitória da revolução, em 1949. Em 1959, diante da derrota de uma revolta contra a dominação chinesa, o Dalai Lama fugiu para o exílio na Índia.

Hoje o Tibete é oficialmente uma "região autônoma" da China, mas esta autonomia está só no papel. Na prática, o regime comunista adota políticas de assimilação cultural acusadas de destruir a cultura tibetana, além de incentivar a migração de chineses do grupo étnico han, majoritários na China, que conseguem os melhores empregos e negócios.

Como Tenzin Gyatso está velho e doente, o risco para a China é de radicalização do movimento nacionalista tibetano e da escolha de um Dalai Lama disposto a lutar pela independência total do Tibete. O regime comunista está manobrando para indicar seu próprio sucessor. Assim, haveria dois dalais lamas concorrentes.

O maior temor da ditadura comunista chinesa é que o movimento nacionalista tibetano reivindique toda a região conhecida como Grande Tibete, que reúne quatro províncias (Tibete, Gansu, Qinghai e Sichuã), num total de 1,1 milhão de quilômetros quadrados, 11,45% do território da China.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Dois monges tibetanos se imolam na China

Dois monges tibetanos tocaram fogo em suas roupas na segunda-feira, 26 de setembro de 2011, em protesto contra as políticas de assimilação do regime comunista da China, afirma hoje o jornal The New York Times, citando como fonte um grupo de defesa dos direitos do Tibete.

Os monges teriam sido hospitalizados.

Nesse mosteiro, em Kirti, numa área remota da província de Sichuã, houve quatro autoimolações nos últimos meses, incluindo as duas últimas.

Lobsang Kalsang e Lobsang Konchok tem entre 18 e 19 anos. O primeiro era irmão de Phuntsog, que se imolou em março, informou a organização não governamental Tibete Livre.

Sichuã faz parte do Grande Tibete, da grande área de influência tibetana, que vai muito além, é duas vezes maior do que é hoje reconhecido como Tibete, uma província da China, supostamente uma região autonoma, mas governada com dureza por Beijim.

Essas áreas tibetanas de fora do Tibete como Sichuã estão sujeitas a políticas muito mais fortes de assimilação cultural que atacam diretamente o lamaísmo como principal símbolo de resistência.

terça-feira, 25 de março de 2008

Anistia denuncia desaparecimento de monges

Quinze jovens monges tibetanos que iniciaram os protestos contra a dominação chinesa em 10 de março foram presos e espancados pela polícia, e estão desaparecidos. A denúncia foi feita ontem em Londres pela organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional.

Leia mais no jornal inglês The Independent.

terça-feira, 18 de março de 2008

Primeiro-ministro da China culpa Dalai Lama pelas mortes no Tibete e finge propor diálogo

Com um discurso típico de ditadura, o primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, acusou "um pequeno grupo de criminosos" liderados pelo Dalai Lama que "mataram cruelmente pessoas" por "roubos, saques, violência e incêndios criminosos. Eles destruíram veículos, prédios públicos, casas, lojas e escolas".

Em uma rara entrevista coletiva, no encerramento da sessão anual do Congresso Nacional do Povo, o parlamento-fantoche do regime comunista chinês, questionado por repórteres que trabalham para meios de comunicação do Ocidente, Wen foi obrigado a responder.

Depois de meia hora de perguntas inócuas de jornalistas chineses, inclusive exaltando o papel da Internet, que é censurada na China, o chefe do governo de Beijim afirmou que "estes incidentes perturbaram a ordem pública". Na posição oficial chinesa, "tudo foi instigado pelo Dalai Lama. Temos diversas provas de que tudo foi organizado pelo Dalai Lama", afirmou o dirigente chinês, sem apresentar as tais provas.

Wen acusou o Dalai Lama de hipocrisia: "Vejam não apenas o que ele diz, mas o que ele faz", arrematou, ironizando o discurso pacifista de Tenzin Gyatso, nome de batismo do 14º Dalai Lama, a quem acusa por "ataques a embaixadas e consulados" da China no exterior.

Com cinismo e desfaçatez, o dirigente declarou que a China está aberta ao diálogo tanto com o líder espiritual do Tibete quanto com os dirigentes de Taiwan, a ilha que o regime comunista considera uma província rebelde, "desde que eles aceitem o princípio de que suas regiões são partes integrais da China".

Para a ditadura militar chinesa, "a alegação de que querem diálogo e não a independência é mentirosa".

Diante da acusação do Dalai Lama de que a China está cometendo um "genocídio cultural" no Tibete, o primeiro-ministro da China afirmou que "é mentira que estejamos destruindo a cultura tibetana".

Essa é a questão central. Desde que ocupou militarmente o Tibete depois da vitória da revolução comunista, e especialmente depois do massacre da revolta tibetana de 1959, o regime comunista chinês faz uma política de migrações forçadas para assimilar definitivamente o Tibete.

Há hoje no Tibete mais chineses da etnia hã, que são 93% da população total da China, do que tibetanos. Em tese, o Tibete é uma região autônoma. Na prática, a cultura tibetana está em processo acelerado de destruição. Sobrevive graças a uma rede internacional que congrega 153 organizações do Movimento Tibete Livre.

Dentro da visão utilitarista do comunismo chinês, Wen Jiabao argumentandou que "o Tibete tem feito progressos, está se desenvolvendo. Mantemos a estabilidade e a ordem. Continuaremos a apoiar o desenvolvimento do Tibete, a proteger a cultura e o meio ambiente."

Aqui está outra afirmação cínica. A China é hoje o país que mais destrói seu próprio ambiente natural. Em breve, talvez já este ano, supere os Estados Unidos como maior poluidor da atmosfera, para não falar da destruição dos rios e da contaminação do ar em Beijim, que preocupa o Comitê Olímpico Internacional e levou o recordista mundial da maratona, Haile Gebrselassie, a abandonar este prova nos próximos Jogos Olímpicos, em agosto.

Um boicote aos Jogos de Beijim seria uma resposta que a China sentiria. Mas a União Européia e os EUA afastam a possibilidade. Afinal, ninguém quer perder as oportunidades de negócios oferecidas pela economia que mais cresce no mundo. O cinismo político não tem mesmo fim.

Taiwan, a província rebelde que insiste em manter sua autonomia, apesar das ameaças de invasão, elege novo presidente no próximo sábado e pretende pedir reconhecimento às Nações Unidas. Isso a deixa a um passo de uma declaração de independência que para a ditadura militar chinesa equivaleria a uma declaração de guerra.

"É um momento sensível", admite a face visível da sinistra burocracia chinesa. "Queremos manter a paz e a estabilidade, e promover o desenvolvimento econômico dos dois lados do estreito" de Taiwan", disse Wen, reiterando a disposição para o diálogo baseado no princípio de que só existe uma China.

Em seguida, o primeiro-ministro reconheceu que "talvez este seja o ano mais difícil para a economia da China. As incertezas internas e externas tornam mais difícil a tomada de decisões. Precisamos criar 10 milhões de novos empregos por ano e controlar a inflação, a prioridade no momento".

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Mortes em Mianmar podem chegar a centenas

Um dos países mais fechados do mundo, Mianmar, a antiga Birmânia, aparentemente voltou à calma. Mas é a paz dos cemitérios. A estimativa sobre o total de mortos pela ditadura militar para conter as recentes manifestações de protesto lideradas por monges budistas está em centenas.

sábado, 22 de setembro de 2007

Monges budistas marcham contra ditadura

No quarto dia seguido de protestos de monges budistas contra a ditadura militar de Mianmar (antiga Birmânia), uma passeata de cerca de 2 mil monges foi hoje até a casa da líder da oposição, Aung San Suu Kyi, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, que vive em prisão domiciliar. Ela saiu de casa para saudar os manifestantes. Além da capital, Yangum, houve protestos em Mandalay, segunda maior cidade do país.

Suu Kyi, de 62 anos, filha de Aung San, herói da independência do país, lidera a Liga Nacional pela Democracia, vencedora das eleições de 1990, anuladas pelo regime militar. Nos últimos 18 anos, ela passou a maior parte do tempo presa. Há quatro, está sob prisão domiciliar.

A antiga Birmânia, rica em recursos naturais, vem se subdesenvolvendo desde o golpe militar de 1962. Apesar dos protestos e das pressões internacionais, os generais se recusam a entregar o poder aos civis.