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domingo, 17 de junho de 2012

França quer pacto de crescimento de 120 bi de euros

Na contramão das políticas de disciplina fiscal impostas pela Alemanha, o novo governo socialista da França quer um "pacto de crescimento" com investimentos de 120 bilhões de euros para ajudar os países da Zona do Euro a superar a crise das dívidas públicas.

A proposta de 11 páginas, a ser aprovada ou não numa reunião de cúpula da União Europeia em 28 e 29 de junho, foi apresentada nesta semana pelo presidente François Hollande à primeira-ministra alemã,  Angela Merkel, e a outros líderes do continente.

Entre as medidas sugeridas, divulgadas hoje pelo Journal du Dimanche, estão um imposto sobre transações financeiras e um plano para reduzir o desemprego entre os jovens.

A França vota hoje, no segundo turno das eleições legislativas. Todas as pesquisas indicam que a esquerda, liderada pelo Partido Socialista, terá maioria absoluta na Assembleia Nacional. A abstenção deve ser recorde.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Sarkozy e Cameron trocam farpas

Os líderes da França e do Reino Unido não perderam a chance para trocar mais alfinetadas durante a reunião de cúpula realizada ontem pela União Europeia para fazer um pacto fiscal capaz de prevenir novas crises das dívidas públicas.

Ao ironizar a decisão do presidente Nicolas Sarkozy de criar um imposto de 0,1% sobre todas as transações financeiras, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, declarou que "o Reino Unido está de portas abertas para receber bancos e empresas francesas".

Sarkozy contra-atacou na entrevista coletiva, dizendo que "o Reino Unido não tem mais indústria". Para o governo britânico, foi uma declaração eleitoreira.

O presidente francês está a apenas três da batalha pela reeleição, e o candidato da oposição socialista, François Hollande, é o favorito.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Microimposto sobre Wall St. renderia US$ 350 bilhões

Um imposto sobre transações financeiras com a baixíssima alíquota de 0,03% como proposto pelo Partido Democrata seria capaz de levantar US$ 350 bilhões em nove anos, informa o jornal de internet The Huffington Post.

A Alemanha e a França estão propondo a adoção de um imposto semelhante para refrear a especulação financeira e arrecadar recursos para o fundo de estabilização financeira da Europa. O Reino Unido resiste, alegando que reduziria a competitividade do centro financeiro de Londres diante de Nova York, Tóquio, Hong Kong e Xangai.

A solução seria a adoção do imposto no mundo inteiro, através de um acordo internacional.