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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

EUA já gastaram US$ 663 milhões na guerra contra Estado Islâmico

Os Estados Unidos estão gastando US$ 8,3 milhões por dia na guerra aérea contra a milícia extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, revelou hoje o Departamento da Defesa (Pentágono). Desde o início da intervenção militar, em 8 de agosto de 2014, o total chega a US$ 666 milhões.

A intervenção começou para salvar os curdos da minoria yazidi, que estavam cercados e sob ameaça de extermínio no Norte do Iraque. Tornou-se uma campanha permanente para "degradar e destruir" as forças do Estado Islâmico, nas palavras do presidente Barack Obama, depois que dois jornalistas americanos sequestrados na Síria foram degolados.

Pela estratégia de Obama, que articulou uma ampla "coalizão de voluntários" com países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), os países americanos e europeus não vão colocar soldados no solo para realizar operações terrestres. Muitos analistas duvidam do sucesso.

Na semana passada, os guerrilheiros curdos conquistaram as primeiras vitórias contra o EIIL. Cerca de 600 pessoas foram mortas até agora nos bombardeios, de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

Em sua ofensiva para impor um califado fundamentalista muçulmano sunita no Iraque e no Levante, o Estado Islâmico perseguiu e expulsou minorias religiosas nos territórios ocupados, especialmente os cristãos e os muçulmanos de outras correntes do islamismo.

sábado, 19 de julho de 2014

Israel mata cem palestinos em dois dias em Gaza

Em dois dias de invasão terrestre da Faixa de Gaza, as Forças de Defesa de Israel mataram pelo menos cem palestinos, noticiou hoje o jornal liberal israelense Haaretz.

Mais dois soldados e um civil israelenses morreram hoje, elevando para cinco o número de israelenses mortos no conflito com o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), que está no 12º dia. O total de palestinos mortos já passa de 300.

O civil israelense foi morto por um foguete que caiu perto de Dimona. Quatro soldados foram feridos por militantes que tentaram invadir Israel através de túneis clandestinos; dois morreram.

Até agora, a Operação Margem Protetora custou 2 bilhões de shekels, cerca de US$ 585 milhões ou R$ 1,33 bilhão.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Guerra do Iraque pode custar US$ 6 trilhões aos EUA

A invasão do Iraque há 10 anos pelo governo George W. Bush matou pelo menos 134 mil civis iraquianos e já custou US$ 1,7 trilhão aos Estados Unidos. Nas próximas quatro décadas, computando-se os juros pagos sobre a dívida e as pensões e benefícios para veteranos de guerra, esse total pode subir para US$ 6 trilhões, afirma um estudo divulgado hoje.

Com os membros das forças de segurança, insurgentes, jornalistas e trabalhadores de agências humanitárias, o total de mortos sobe para algo entre 176 mil e 189 mil pessoas. Se forem incluídas as mortes por doenças, epidemias e a onda de violência e criminalidade deflagradas pelo colapso do Estado iraquiano, o total pode chegar a 600 mil, estima o Projeto Custos da Guerra do Instituto Watson para Estudos Internacionais da Universidade de Brown, nos EUA.

O custo, somando-se as guerras no Afeganistão e no Paquistão, cresce para US$ 4 trilhões e o total de mortos para 272 mil a 329 mil. Só os juros sobre as dívidas contraídas para invadir o Iraque podem chegar a US$ 4 bilhões nos próximos 40 anos.

Dos US$ 212 bilhões investidos na fracassada reconstrução do Iraque, mais da metade foi gasta em segurança ou se perdeu em fraude e desperdício.

Outra conclusão é que os EUA ganharam muito pouco com a Guerra do Iraque. O conflito fortaleceu os extremistas muçulmanos no Oriente Médio, levou a retrocessos nos direitos das mulheres e enfraqueceu um sistema de saúde que já era precário.

As supostas armas de destruição em massa do ditador Saddam Hussein, desculpa usada por Bush para justificar a invasão, nunca foram encontradas. Simplesmente, não existiam, lembrou hoje o jornal digital americano The Huffington Post.