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domingo, 8 de novembro de 2020

Mundo bate novos recordes de mortes pela covid-19

 A pandemia do coronavírus de 2019 bateu novos recordes na semana passada, com 617.383 casos novos na quinta-feira e 623.365 na sexta-feira, e 9.109 mortes na quarta-feira e 9.202 na sexta-feira, superando o número de máximo de mortes anterior, de 8.530 em 17 de abril. 

Os Estados Unidos registraram novo recorde mundial de casos novos num dia, 132,7 mil na sexta-feira, alta de 57% em duas semanas, e se aproximam de 10 milhões de casos confirmados. Com mais 1.220 mortes na sexta-feira, o país registrou mais de mil mortes em 24 horas pelo quarto dia seguido.

No mundo todo, o total de casos confirmados até agora passou de 50 milhões. Está em 50.270.396, com 1.254.198 óbitos. Mais de 35,5 milhões de pacientes se recuperaram, 13,5 milhões estão em tratamento com sintomas leves e 92.426 estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados está em 3%.

A média diária de mortes dos últimos sete dias no Brasil ficou em 324. Neste domingo, foram registrados 7.698 casos e 88 mortes, elevando o total de mortes para 162.374 e o de casos confirmados para 5.660.555. 

Quatro estados, entre eles São Paulo e Minas Gerais, os mais populosos, e o Distrito Federal não divulgaram atualizações. São Paulo não divulga os últimos dados desde o dia 5. O Amapá enfrenta um apagão, uma falta de energia elétrica, há três dias.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Maduro raciona eletricidade por 30 dias para conter apagão na Venezuela

O ditador Nicolás Maduro anunciou no domingo um racionamento de eletricidade por 30 dias para evitar os cortes incessantes em larga escala que quase paralisam o país desde o início de março. É mais um sinal do colapso econômico da Venezuela, noticiou o jornal venezuelano El Nacional.

"Aprovei um plano de 30 dias prevendo o racionamento de eletricidade para buscar um equilíbrio entre o transporte, a distribuição e o consumo, com atenção especial voltada para o abastecimento de água", declarou o ditador na televisão.

Maduro suspendeu as aulas nas escolas nesta segunda-feira, "podendo voltar na terça ou na quarta-feira", e reduziu a jornada de trabalho. O ditador atribuiu os sucessivos apagões a "ataques terroristas" dentro de uma "guerra elétrica deflagrada contra o país."

"Ontem, no sábado, sofremos um ataque na mesma hora, também com caráter eletromagnético", alegou Maduro, sem indicar quem seriam os possíveis responsáveis por atos terroristas.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Apagão deixa 70% da Venezuela no escuro

Um problema na rede nacional de transmissão de energia elétrica causou um apagão que deixou 70% da Venezuela sem eletricidade por mais de três horas na tarde de ontem. O metrô de Caracas foi afetado e o trânsito na capital venezuelana ficou caótico.

Sem apresentar qualquer prova, o presidente Nicolás Maduro acusou a oposição de sabotagem: "Tudo indica que a extrema direita retomou seu plano de fazer um ataque elétrico contra o país", tuitou o sucessor de Hugo Chávez, citado pela televisão pública britânica BBC.

Em pronunciamento na televisão estatal, o presidente denunciou o apagão como "parte de uma guerra de baixa intensidade" contra a Venezuela, "uma loucura de mentes distorcidas e desesperadas", e ordenou o Exército a "proteger todo o país".

No fim de 2010, o agora falecido Chávez baixou um decreto declarando "emergência elétrica" para ajudar o governo a enfrentar as quedas de energia, inexplicáveis, a não ser por incompetência, num dos países com as maiores reservas mundiais de petróleo.