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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Nigéria torna-se o país mais rico da África

O país mais populoso da África e o maior produtor de petróleo é também o mais rico, com a revisão do cálculo do produto interno bruto, que chegou a US$ 510 bilhões em 2013, depois de somar US$ 453,9 bilhões em 2012, quando superou a África do Sul, com US$ 384 bilhões.

As Nações Unidas recomendam aos países-membros que revisem a metodologia do cálculo do PIB a cada cinco anos para refletir a evolução da produção e do consumo.

Como a Nigéria não mudava desde 1990, houve alterações significativas. Surgiram novos setores importantes, como telecomunicações e a indústria nacional de cinema, Nollywood, que ainda faz produções de baixa qualidade e baixo custo. A Nigéria é hoje o país que mais faz filmes por ano, mais de mil.

Com população muito menor, de 51,2 milhões de habitantes no fim de 2012 pela estimativa do Banco Mundial, em contraste com os 167 milhões da Nigéria, a África do Sul tem renda per capita, infraestrutura e governança muito melhores.

A Nigéria é o único país do mundo com uma população negra maior do que o Brasil. Tem fortes relações culturais com a Bahia, para onde muitos membros de tribos que hoje formam a Nigéria foram trazidos como escravos.

Hauçás e iorubás, inimigos mortais na Nigéria, rivalidade que persiste até hoje, tornaram-se aliados no Brasil para lutar contra a escravidão. A cultura iorubá deu ao Brasil a religião do candomblé graças a Martiniano Elyseu do Bonfim. Seu nome iorubá era Òjélàdé.

Filho de escravos que tinham comprado sua liberdade, Martiniano nasceu livre na Bahia em 1859. Em 1875, ele foi enviado pelo pai para estudar em Lagos, onde ficou 11 anos, aprendeu inglês e iorubá, a estudou a religião dos orixás.

De volta a Salvador, Martiniano fundou em 1910 com a ialorixá (mãe de santo) Mãe Aninha o Axé Opô Afonjá, primeiro terreiro de candomblé do Brasil.

Quando intelectuais como o escritor Jorge Amado, o escultor Carybé e o cineaste Pierre Verger começaram a frequentar o terreiro, o candomblé deixou de ser visto como uma crendice de negros tolos e ignorantes. Passou a ser considerado uma contribuição africana importante para a cultura brasileira.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Americanos ficaram US$ 1 tri mais ricos no fim de 2012

A riqueza pessoal dos americanos aumentou 1,8% no último trimestre de 2012, acrescentando US$ 1,17 trilhões ao patrimônio das famílias, a soma de suas propriedades, poupança e investimento descontadas as dívidas. É o maior nível desde a Grande Recessão.

Ao todo, esse patrimônio chega a US$ 66,07 trilhões, revelou hoje a Reserva Federal (Fed), o banco central dos Estados Unidos. Na comparação com o fim de 2011, os americanos ficaram 9% mais ricos. Os preços das casas e das ações negociadas em bolsa de valores puxaram a alta. Como o Índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, já subiu 9,1% em 2013, o apetite do consumidor deve ter aumentando ainda mais.

A Grande Recessão começou em dezembro de 2007 e terminou em junho de 2009, lembrou o jornal The Wall St. Journal ao dar a notícia.

domingo, 22 de julho de 2012

Ricos têm US$ 21 trilhões em paraísos fiscais

LONDRES - A elite global tem cerca de US$ 21 trilhões, mais de R$ 42 trilhões, o equivalente à toda a riqueza produzida num ano nos Estados Unidos e no Japão, em paraísos fiscais, revela uma investigação feita pela organização não governamental Rede pela Justiça Fiscal.

O relatório feito pelo economista James Henry, ex-funcionário da empresa de consultoria McKinsey, se baseou em informações obtidas do Fundo Monetário Internacional e do Banco de Compensações Internacionais (BIS), considerado o banco central dos bancos centrais. Henry acusa bancos privados de ajudar indivíduos muito ricos a esconder suas fortunas das autoridades fiscais.

Desde o início dos anos 90, diz o estudo, mais de US$ 1,6 trilhão saíram da Rússia. Desde a crise do petróleo dos anos 70, mais de US$ 600 bilhões saíram da Arábia Saudita, maior porodutor mundial, e quase isso da Nigéria, maior produtor da África, noticia o jornal inglês The Observer.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

China já tem 130 bilionários

Dois novos dados comprovam a força cada vez maior da economia da China. O país que mais cresceu nas últimas décadas já tem 130 bilionários e está vendendo mais de um milhão de carros novos por mês no mercado interno.

Agora, a China só tem menos bilionários que os Estados Unidos, onde são 359. Enquanto a maior economia do mundo perdeu US$ 18 trilhões com a crise econômica internacional, os bilionários chineses passaram de 101 a 130.

O chinês mais rico é Wang Chuanfu, com fortuna estimada em US$ 5,1 bilhões. Há um ano, ele não estavam entre os 100 mais ricos. Sua fábrica de baterias e carros elétricos, a Byd, se beneficiou com a expansão da indústria automobilística chinesa, que deve crescer 30% neste ano.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Riqueza familiar dos EUA volta a subir

Depois de quase dois anos, o patrimônio das famílias dos Estados Unidos teve alta no segundo trimestre, avançando 3,9%, para US$ 53,1 trilhões. Mas ainda está 19% abaixo do pico, de US$ 65,3 trilhões, no terceiro trimestre de 2007.

A principal causa foi a recuperação das bolsas de valores, já que o desemprego aumentou em 42 dos 50 estados americanos.

• O diretor-geral do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, prevê a recuperação no primeiro semestre de 2010, mas o ex-diretor de pesquisas do FMI, Michael Mussa, é mais otimista. Ele lembra que as previsões sempre subestimam as recuperações econômicas.


• Pela primeira vez desde fevereiro de 2008, o saldo de conta corrente da Eurozona é positivo, em US$ 9,7 bilhões.

• Um ano depois do colapso do Lehman Brothers, o Instituto de Pesquisa de Políticas Públicas do Reino Unido adverte que pouca coisa mudou. A cultura dos bônus está viva. A União Europeia já aprovou proposta para condicionar os bônus ao lucro da empresa. Nos EUA, a Reserva Federal (Fed), o banco central, quer controlar a política de remuneração de executivos de bancos, financeiras e seguradoras.

• A primeira-ministra Angela Merkel espera que a nova regulamentação do setor financeiro esteja em vigor na metade de 2010.

• A maioria das bolsas da Ásia caíram, depois de atingir o nível mais alto em 13 meses.

• As bolsas da Europa caíram por realização de lucros.

• As bolsas de Nova York tiveram alta com a expectativa de aumento do consumo depois que analistas aumentaram a recomendação para compra de ações da Procter & Gamble, uma empresa-líder do setor de produtos de higiene pessoal e de limpeza doméstica.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Rolling Stones são os músicos que ganham mais

Apesar de sessentões, os Rolling Stones figuram em primeiro lugar na relação dos músicos que mais ganharam dinheiro no último ano fiscal, com US$ 88 milhões. Logo atrás vem o rapeiro Jay Z (US$ 83 milhões) e Madonna (US$ 72 milhões).

Mick Jagger, Keith Richard e sua turma encerraram sua turnê mundial Bigger Band, que incluiu o show do início do ano passado na praia de Copacabana, com um grande concerto em Londres. Talvez tenha sido a última. Ou será que não? Ganhando dinheiro desse jeito, quem sabe os vovôs do rock não caiam na estrada mais uma vez.

No início do filme Gimme Shelter, sobre o trágico show de encerramento da turnê de 1969 nos Estados Unidos, em Altamont na Califórnia, durante entrevista coletiva, um repórter pergunta: "Estão satisfeitos em suas carreiras?"

Mick Jagger pensa um pouco e dispara: "Sexualmente, sim... filosoficamente, mais ou menos... financeiramente, mal." Agora, essa resposta não cola mais. A pergunta é: os Stones ainda não estão satisfeitos?

Confira baixa a lista dos roqueiros mais ricos do ano, feita pela revista americana Forbes:
01 Rolling Stones - $88 million
02 Jay-Z - $83 million
03 Madonna - $72 million
04 Bon Jovi - $67 million
05 Elton John - $53 million
06 Celine Dion - $45 million
07 Tim McGraw - $37 million
08 50 Cent - $33 million
09 U2 - $30 million
10 Diddy - $23 million