Líder do Partido Socialista e ex-vice-primeira-ministra no governo Lionel Jospin, além de filha do ex-presidente da Comissão Europeia Jacques Delors, Martine Aubry chegou a ser cotada para primeira-ministra da França sob François Hollande. Acabou ficando fora do governo, considerado moderado.
Antes mesmo do anúncio do ministério do primeiro-ministro Jean-Marc Ayrault, Aubry revelou que estava fora. Ela prometeu fazer campanha para as eleições legislativas: "Nós três estamos convencidos de que, nas circunstâncias atuais, sou mais útil como chefe do Partido Socialista, ao lado de Jean-Marc Ayrault, o líder da maioria".
Na Assembleia Nacional da França, o primeiro-ministro costuma atuar lado a lado com o líder do partido dominante. Hollande fazia isso no governo Lionel Jospin (1997-2002).
Mas observadores políticos franceses veem um possível conflito no seio do novo governo. Esperava-se que Martine Aubry fosse primeira-ministra ou uma espécie de superministra da Juventude, Educação e Cultura.
"François fez uma escolha política. Ela poderia ter escolhido o ministério que quisesse", comentou um assessor de Aubry, citado pelo jornal francês Libération.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
Mostrando postagens com marcador Martine Aubry. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Martine Aubry. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 17 de maio de 2012
domingo, 16 de outubro de 2011
Hollande vence primária socialista na França
O ex-presidente do Partido Socialista François Hollande deve ser o principal candidato da oposição à Presidência da França na eleição de abril e maio de 2012. Ele ganhou hoje, no segundo turno, a eleição primária do partido, da qual participaram 2,7 milhões de eleitores.
Com 1,6 milhão de votos apurados, Hollande tinha 56%, uma margem folgada que permite projetar sua vitória sobre a atual líder do PS, Martine Aubry.
No momento, as pesquisas indicam que Hollande venceria o presidente conservador Nicolas Sarkozy num possível segundo turno da eleição presidencial.
Com 1,6 milhão de votos apurados, Hollande tinha 56%, uma margem folgada que permite projetar sua vitória sobre a atual líder do PS, Martine Aubry.
No momento, as pesquisas indicam que Hollande venceria o presidente conservador Nicolas Sarkozy num possível segundo turno da eleição presidencial.
domingo, 2 de outubro de 2011
Maioria dos franceses espera derrota de Sarkozy
Mais de dois terços do eleitorado da França acreditam que o presidente
Nicolas Sarkozy vai perder a eleição presidencial de abril e maio de 2011,
indica uma pesquisa do instituto ViaVoice para o jornal de esquerda Libération.
A sete meses da eleição, os favoritos são o ex-presidente do Partido Socialista
François Holland, com 53% de popularidade, e a líder do PS, Martine Aubry, com 46%.
Cerca de 68% prevêem a derrota de Sarkozy, se o presidente se candidatar
à reeleição.
Entre os possíveis candidatos da coligação de centro-direita que governa
a França, o mais bem cotado hoje é o ministro do Exterior, Alain Juppé. Com
21%.
Sarkozy é o segundo, com 21%, seguido pelo primeiro-ministro François
Fillon, com 16%. Em seu momento de maior popularidade, no verão de 2007 no
Hemisfério Norte, o presidente tinha a aprovação de 65% dos franceses.
As razões da impopularidade também objeto da pesquisa: 65% citaram a
dívida e o déficit públicos; 64% apontam o fraco desempenho nas áreas econômica
e social; e 62% mencionaram os escândalos financeiros envolvendo políticos.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Martine Aubry lança candidatura na França
O líder socialista Martine Aubry lançou hoje oficialmente em Lille, no Norte da França, sua campanha para disputar a candidatura do partido à Presidência do país na eleição do ano que vem.
Com a prisão do favorito, Dominique Strauss-Kahn, num escândalo sexual em Nova York, Aubry, filha do ex-presidente da Comissão Europeia Jacques Delors, vai disputar as eleições prévias do partido com o ex-presidente do PS François Hollande e Ségolène Royal, candidata derrotada pelo presidente Nicolas Sarkozy no segundo turno em 2007.
Se Strauss-Kahn sem ficha criminal seria um bom candidato, é difícil que algum dos outros três aspirantes socialistas consiga derrotar o conservador Sarkozy, apesar de sua impopularidade.
Pode haver uma candidatura de centro, do ex-ministro da Economia, do Emprego e do Meio Ambiente Jean-Louis Borloo, do Partido Radical. Borloo deixou a coalizão de centro-direita que apoia o presidente Sarkozy e pode fazer uma aliança com os Verdes.
Os partidos tradicionais franceses também enfrentam mais uma vez o desafio da extrema direita, que apela para o nacionalismo, o voto anti-imigrante e consegue galvanizar o apoio de uma parte do eleitorado da classe trabalhadora que no passado votou no Partido Comunista Francês e hoje teme perder o emprego no mundo globalizado.
Sob a liderança de Marion Anne (Marine) Le Pen, filha do líder histórico da Frente Nacional, o neonazista Jean-Marie Le Pen, a extrema direita francesa tenta se mostrar mais civilizada e palatável, com um discurso que procura apresentar respostas fáceis aos anseios e medos da classe média.
Sua lógica é racional e supostamente humanitária: "Não somos contra os imigrantes, mas a França não tem lugar para todo o mundo".
Ao tentar retirar o estigma de racista do partido, Marine tenta ampliar sua penetração junto ao eleitorado que associa ao país às grandes ideias liberais e democráticas, e tem vergonha de apoiar uma plataforma xenófoba e divisionista.
Várias pesquisas a colocam no segundo turno. O PS que não repita os erros de 2002, quando Len Pen, o pai, bateu o primeiro-ministro Lionel Jospin e chegou ao segundo turno contra o desmoralizado presidente Jacques Chirac.
Para barrar a ascensão da extrema direita, a esquerda francesa foi obrigada a tapar o nariz e votar no corrupto Chirac para um segundo mandato, de cinco anos.
Com a prisão do favorito, Dominique Strauss-Kahn, num escândalo sexual em Nova York, Aubry, filha do ex-presidente da Comissão Europeia Jacques Delors, vai disputar as eleições prévias do partido com o ex-presidente do PS François Hollande e Ségolène Royal, candidata derrotada pelo presidente Nicolas Sarkozy no segundo turno em 2007.
Se Strauss-Kahn sem ficha criminal seria um bom candidato, é difícil que algum dos outros três aspirantes socialistas consiga derrotar o conservador Sarkozy, apesar de sua impopularidade.
Pode haver uma candidatura de centro, do ex-ministro da Economia, do Emprego e do Meio Ambiente Jean-Louis Borloo, do Partido Radical. Borloo deixou a coalizão de centro-direita que apoia o presidente Sarkozy e pode fazer uma aliança com os Verdes.
Os partidos tradicionais franceses também enfrentam mais uma vez o desafio da extrema direita, que apela para o nacionalismo, o voto anti-imigrante e consegue galvanizar o apoio de uma parte do eleitorado da classe trabalhadora que no passado votou no Partido Comunista Francês e hoje teme perder o emprego no mundo globalizado.
Sob a liderança de Marion Anne (Marine) Le Pen, filha do líder histórico da Frente Nacional, o neonazista Jean-Marie Le Pen, a extrema direita francesa tenta se mostrar mais civilizada e palatável, com um discurso que procura apresentar respostas fáceis aos anseios e medos da classe média.
Sua lógica é racional e supostamente humanitária: "Não somos contra os imigrantes, mas a França não tem lugar para todo o mundo".
Ao tentar retirar o estigma de racista do partido, Marine tenta ampliar sua penetração junto ao eleitorado que associa ao país às grandes ideias liberais e democráticas, e tem vergonha de apoiar uma plataforma xenófoba e divisionista.
Várias pesquisas a colocam no segundo turno. O PS que não repita os erros de 2002, quando Len Pen, o pai, bateu o primeiro-ministro Lionel Jospin e chegou ao segundo turno contra o desmoralizado presidente Jacques Chirac.
Para barrar a ascensão da extrema direita, a esquerda francesa foi obrigada a tapar o nariz e votar no corrupto Chirac para um segundo mandato, de cinco anos.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Diretor do FMI será apresentado à Justiça
O diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, deve ser apresentado hoje em Nova York à Justiça, onde é acusado de agressão sexual, sequestro e tentativa de estupro de uma camareira do hotel onde estava hospedado.
Sua mulher, Anne Sinclair, afirmou em comunicado que “nem por um segundo” acreditou nas acusações contra o marido.
A França está chocada ao ver o favorito para a eleição presidencial de 2012 preso e algemado por atacar sexualmente uma camareira.
No Partido Socialista, a candidata presidencial derrotada em 2007, Ségolène Royal, insistiu no princípio de que todo mundo é inocente até prova em contrário, enquanto a líder Martine Aubry confessou estar “estupefata”.
O escândalo afeta também o combate à crise das dívidas públicas dos países da Zona do Euro. Strauss-Kahn estava embarcando para a Alemanha, onde discutiria no domingo com a primeira-ministra Angela Merkel o socorro aos países endividados, especialmente Grécia, Irlanda e Portugal.
O escândalo afeta também o combate à crise das dívidas públicas dos países da Zona do Euro. Strauss-Kahn estava embarcando para a Alemanha, onde discutiria no domingo com a primeira-ministra Angela Merkel o socorro aos países endividados, especialmente Grécia, Irlanda e Portugal.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Pesquisa tira Sarkozy do segundo turno na França
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, precisa de mais do que a suposta gravidez de sua adorável primeira dama Carla Bruni para ser reeleito daqui a um ano. Uma pesquisa de opinião divulgada no domingo tira o desgastado hiperpresidente do segundo turno da eleição presidencial de 2011.
Com a impopularidade do presidente e o sucesso da nova líder da extrema direita, Marine Le Pen, a única hipótese que garante Sarkozy no segundo é se a candidata do Partido Socialista for Ségolène Royal, derrotada por ele em 2007.
Entre os socialistas, o favorito na pesquisa do instituto LH2 e do Yahoo é o atual diretor-geral do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn. Ele teria sido indicado para o cargo pelo presidente para afastar um potencial adversário na luta pela reeleição. Ganhou destaque com a crise financeira internacional: é um socialista bem visto pelo mercado.
No primeiro turno de 2012, Strauss-Kahn teria 23% dos votos, a atual líder socialista, Martine Aubry, mais de esquerda, 22%, e o ex-líder e ex-marido de Ségolène, François Hollande, 21,5%.
Contra Strauss-Kahn, Sarkozy teve apenas 16% das preferências. Ficou abaixo de Marine Le Pen, com 17%. Os dois estão praticamente empatados, considerando-se a margem de erro da pesquisa.
O problema do presidente é que ele não sai do empate técnico se o adversário socialista for Aubry ou Hollande. Contra a líder socialista, teve 19% e Le Pen 17%. Se o candidato for Hollande, o que é improvável, Sarkozy também ficou com 19% das intenções de votos; Le Pen teve 18%.
Com Ségolène na disputa, Sarkozy seria o primeiro, com 20%. Marine Le Pen iria para o segundo turno com 17% e o PS ficaria fora, como na traumática noite de 21 de abril de 2002, quando o pai de Marine, Jean-Marie Le Pen, um neonazista grosseiro que nega o Holocausto, bateu o primeiro-ministro socialista Lionel Jospin e foi para o segundo turno contra o então presidente Jacques Chirac.
A fraqueza do presidente e dos partidos tradicionais ressuscita o fantasma da extrema direita no segundo turno.
Com a impopularidade do presidente e o sucesso da nova líder da extrema direita, Marine Le Pen, a única hipótese que garante Sarkozy no segundo é se a candidata do Partido Socialista for Ségolène Royal, derrotada por ele em 2007.
Entre os socialistas, o favorito na pesquisa do instituto LH2 e do Yahoo é o atual diretor-geral do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn. Ele teria sido indicado para o cargo pelo presidente para afastar um potencial adversário na luta pela reeleição. Ganhou destaque com a crise financeira internacional: é um socialista bem visto pelo mercado.
No primeiro turno de 2012, Strauss-Kahn teria 23% dos votos, a atual líder socialista, Martine Aubry, mais de esquerda, 22%, e o ex-líder e ex-marido de Ségolène, François Hollande, 21,5%.
Contra Strauss-Kahn, Sarkozy teve apenas 16% das preferências. Ficou abaixo de Marine Le Pen, com 17%. Os dois estão praticamente empatados, considerando-se a margem de erro da pesquisa.
O problema do presidente é que ele não sai do empate técnico se o adversário socialista for Aubry ou Hollande. Contra a líder socialista, teve 19% e Le Pen 17%. Se o candidato for Hollande, o que é improvável, Sarkozy também ficou com 19% das intenções de votos; Le Pen teve 18%.
Com Ségolène na disputa, Sarkozy seria o primeiro, com 20%. Marine Le Pen iria para o segundo turno com 17% e o PS ficaria fora, como na traumática noite de 21 de abril de 2002, quando o pai de Marine, Jean-Marie Le Pen, um neonazista grosseiro que nega o Holocausto, bateu o primeiro-ministro socialista Lionel Jospin e foi para o segundo turno contra o então presidente Jacques Chirac.
A fraqueza do presidente e dos partidos tradicionais ressuscita o fantasma da extrema direita no segundo turno.
sábado, 22 de novembro de 2008
Martine Aubry é primeira líder socialista francesa
Por apenas 42 votos, a ex-ministra Martine Aubry derrotou a ex-candidata presidencial Ségolène Royal no segundo turno da eleição para a liderança do Partido Socialista da França. Será a primeira mulher a dirigir o maior partido da esquerda francesa.
Os partidários de Ségolène exigem uma terceira votação.
"Perderemos todos, se não nos unirmos", disse Aubry, numa breve declaração.
O tom dos royalistas é bem diferente: "Estamos decididos a não deixar que nos roubem esta vitória", declarou Manuel Valls.
Filha de Jacques Delors, ex-ministro das Finanças da França e ex-presidente da Comissão Européia, Martine Aubry é prefeita de Lille, no Norte da França.
Ela estudou na Escola Nacional de Administração onde se formam as elites políticas e empresariais francesas. Foi ministra do Trabalho no governo Edith Cresson; e ministra do Emprego e da Solidariedade no governo Lionel Jospin.
Como ministra de Jospin, propôs e conseguiu a aprovação no ano 2000 da jornada semanal de trabalho de 35 horas, que o atual presidente Nicolas Sarkozy praticamente acabou.
Os partidários de Ségolène exigem uma terceira votação.
"Perderemos todos, se não nos unirmos", disse Aubry, numa breve declaração.
O tom dos royalistas é bem diferente: "Estamos decididos a não deixar que nos roubem esta vitória", declarou Manuel Valls.
Filha de Jacques Delors, ex-ministro das Finanças da França e ex-presidente da Comissão Européia, Martine Aubry é prefeita de Lille, no Norte da França.
Ela estudou na Escola Nacional de Administração onde se formam as elites políticas e empresariais francesas. Foi ministra do Trabalho no governo Edith Cresson; e ministra do Emprego e da Solidariedade no governo Lionel Jospin.
Como ministra de Jospin, propôs e conseguiu a aprovação no ano 2000 da jornada semanal de trabalho de 35 horas, que o atual presidente Nicolas Sarkozy praticamente acabou.
terça-feira, 22 de abril de 2008
PS adota linha reformista na França
O Partido Socialista francês está preparando uma nova "declaração de princípios" para o século 21 que o afasta do radicalismo socialista revolucionário para uma linha reformista.
Pela primeira vez, não se fala em luta de classes nem a palavra revolução.
A meta do socialismo é "a emancipação completa do ser humano e a proteção do planeta". Os socialistas rejeitam a idéia de que uma nação pode ser "uma justaposição de comunidades". Descrevem-na como "um contrato entre cidadãos livres e responsáveis".
O PS defende uma "economia social e ecológica de mercado regulada pelos poderes públicos e os interlocutores sociais". E assume definitivamente seu caráter "reformista", abandonando o recurso à revolução e à luta armada para chegar ao poder.
Este documento, de 21 pontos, está sendo elaborado por uma comissão presidida por Alain Bergounioux, secretário de Estudos do PS. Será submetido aos militantes através da estrutura regional e municipal do partido para ser aprovado em convenção nacional no próximo 14 de junho.
É o início da renovação dos socialistas franceses. Em breve, eles terão de escolher um novo líder para presidir a mudança e levá-los de volta ao poder.
A candidata derrotada pelo presidente Nicolas Sarkozy, Ségolène Royal, é forte candidata, assim como o prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, a ex-ministra Martine Aubry, que propôs a jornada semanal de trabalho de 35 horas, e até mesmo o atual líder, François Hollande, ex-marido de Ségolène.
Ségolène acredita que precisa do controle do partido para destronar Sarkozy em 2012. Afinal, o atual presidente começou a reta final de sua marcha para o Palácio do Eliseu assumindo o controle da União pelo Movimento Popular, partido gaulista criado pelo então presidente Jacques Chirac.
Pela primeira vez, não se fala em luta de classes nem a palavra revolução.
A meta do socialismo é "a emancipação completa do ser humano e a proteção do planeta". Os socialistas rejeitam a idéia de que uma nação pode ser "uma justaposição de comunidades". Descrevem-na como "um contrato entre cidadãos livres e responsáveis".
O PS defende uma "economia social e ecológica de mercado regulada pelos poderes públicos e os interlocutores sociais". E assume definitivamente seu caráter "reformista", abandonando o recurso à revolução e à luta armada para chegar ao poder.
Este documento, de 21 pontos, está sendo elaborado por uma comissão presidida por Alain Bergounioux, secretário de Estudos do PS. Será submetido aos militantes através da estrutura regional e municipal do partido para ser aprovado em convenção nacional no próximo 14 de junho.
É o início da renovação dos socialistas franceses. Em breve, eles terão de escolher um novo líder para presidir a mudança e levá-los de volta ao poder.
A candidata derrotada pelo presidente Nicolas Sarkozy, Ségolène Royal, é forte candidata, assim como o prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, a ex-ministra Martine Aubry, que propôs a jornada semanal de trabalho de 35 horas, e até mesmo o atual líder, François Hollande, ex-marido de Ségolène.
Ségolène acredita que precisa do controle do partido para destronar Sarkozy em 2012. Afinal, o atual presidente começou a reta final de sua marcha para o Palácio do Eliseu assumindo o controle da União pelo Movimento Popular, partido gaulista criado pelo então presidente Jacques Chirac.
Assinar:
Postagens (Atom)