Mostrando postagens com marcador Europa Central. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Europa Central. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Sociedade civil luta pela democracia liberal na Europa Central e Oriental

A defesa do liberalismo político vem de onde não se esperava: 30 anos depois da queda do Muro de Berlim e do fim do comunismo, uma nova revolução defende a democracia e a liberdade na Europa Central e Oriental. Movimentos da sociedade civil rejeitam a volta do autoritarismo.

Mesmo quando fracassarem, esses grupos se tornarão uma força política que os governos da região terão de levar em conta. Ao mesmo tempo, a emergência de novas forças de oposição vai contribuir para a instabilidade política crescente e o risco político na região.

Na República Tcheca, na Eslováquia, na Romênia e na Albânia, multidões estão saindo às ruas para exigir transparência dos governos, observa a empresa de consultoria e análise estratégica americana Stratfor.

Os resultados ainda são poucos. Os governos, especialmente da Hungria e da Polônia, adotaram discursos e política ultranacionalistas, de extrema direita, atacam a independência do Poder Judiciário e as liberdades públicas. 

A União Europeia advertiu a Hungria, a Polônia e a Romênia a respeitar as liberdades democráticas, a parar de sufocar a mídia crítica aos governos, e a respeitar a independência do Judiciário – e ameaçou tomar medidas punitivas. 

Enquanto a União Europeia se preocupa, a sociedade civil luta para garantir as conquistas das revoluções liberais que abriram a Cortina de Ferro e derrubaram o comunismo em 1989. Será um elemento importante para evitar o aprofundamento do fosso entre as Europas Ocidental e Oriental. Meu comentário:

terça-feira, 21 de abril de 2009

FMI estima perda de bancos em US$ 4,1 trilhões

Em nova revisão de suas previsões para a economia mundial, o Fundo Monetário Internacional estimou hoje em US$ 4,1 trilhões o total dos papéis podres, ativos tóxicos ou dívidas e títulos incobráveis em poder de instituições financeiras dos Estados Unidos, da Europa e do Japão.

O FMI adverte que a recuperação da economia mundial depende, em primeiro lugar, do saneamento do sistema financeiro, origem da crise. Pelos cálculos do Fundo, os bancos americanos e europeus vão necessitar de US$ 875 bilhões em 2010 para se recapitalizar.

Ao mesmo tempo, a fuga de capital dos países emergentes para cobrir rombos ou fugir de riscos em países em desenvolvimento pode deixá-los precisando de US$ 1,8 trilhão em 2009. Na visão do FMI, a situação é mais crítica para os países da Europa Central e Oriental.