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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

BP paga US$ 4,5 bilhões por vazamento nos EUA

A companhia de petróleo BP, a antiga British Petroleum, concordou em pagar US$ 4,5 bilhões de indenização pelas 14 acusações por crimes cometidos no maior vazamento de petróleo da História dos Estados Unidos, ocorrido há dois anos no Golfo do México. A denúncia inclui de homicídio culposo a mentir ao Congresso.

É a maior multa já aplicada pela Justiça criminal dos EUA. A maior parte do pagamento, US$ 4 bilhões, corresponde a multas. Vai para o governo americano, que fez o acordo.

Cerca de 800 milhões de litros de petróleo vazaram no golfo nos 87 dias que se seguiram à explosão da plataforma de petróleo Horizonte de Águas Profundas, em 20 de abril de 2010. Foi o pior vazamento acidental de petróleo da História, superado apenas pelo realizado pelas forças de Saddam Hussein ao se retirarem do Iraque na Guerra do Golfo Pérsico, em fevereiro de 1991.

Onze petroleiros morreram no acidente no Golfo do México, atribuído à negligência e aos cortes de custos da BP e de duas outras empresas associadas ao projeto.

A própria BP acusou a Transocean de "erro de design" e a Halliburton, que já foi presidida pelo ex-vice-presidente Dick Cheney e esteve envolvida na invasão do Iraque, de usar cimento de má qualidade no poço acidentado.

O acordo visa a encerrar os processos criminais contra a BP. A empresa ainda pode ser enquadrada na Lei da Água Limpa, que prevê multa de US$ 1,1 mil a US$ 4,3 mil por barril de petróleo derramado no mar. Pelos cálculos de Peter Hutton, do RBC Capital Markets, essa conta pode chegar a US$ 21 bilhões, informa o jornal The New York Times.

sábado, 3 de março de 2012

BP faz acordo de US$ 7,8 bi sobre vazamento no Golfo

A companhia petrolífera BP chegou a um acordo na Justiça para pagar indenizações de US$ 7,8 bilhões a pessoas e empresas prejudicadas pelo vazamento de petróleo no Golfo do México decorrente da explosão da plataforma Horizonte de Águas Profundas, em abril de 2010. Mas os processos sobre o pior acidente ecológico da História dos Estados Unidos estão longe de acabar.

"É bom ver a BP tomar a iniciativa de fechar acordos com indivíduos e empresas, mas de modo algum acaba com sua responsabilidade pelos danos causados", declarou Wyn Hornbuckle, porta-voz do Departamento da Justiça dos EUA.


Nada no acordo fechado na noite de sexta-feira, acrescentou, "compensa o público pelos danos significativos aos recursos naturais e ao meio ambiente. A BP ainda tem de pagar por essas violações à lei", disse o porta-voz, citado pelo jornal The New York Times.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

EUA processam BP por vazamento no Golfo do México

O Departamento da Justiça dos Estados Unidos entrou com uma ação contra a companhia de petróleo BP e outras oito empresas associadas que responsabiliza pelo acidente com a plataforma Horizonte de Águas Profundas, no Golfo do México.

Pela lista de reclamações incluídas na denúncia, o valor das indenizações deve chegar a dezenas de bilhões de dólares.

A plataforma explodiu em chamas em 20 de abril de 2010. Um vazamento na boca do poço, no fundo do mar, jogou 800 milhões de litros de petróleo no mar durante quase cem dias, no pior acidente ambiental da História dos EUA.

domingo, 19 de setembro de 2010

BP fecha definitivamente poço no Golfo do México

BOSTON, EUA - Depois de 152 dias, da morte de 11 petroleiros e do pior acidente ecológico da História dos Estados Unidos, a companhia de petróleo BP, a antiga British Petroleum, anunciou no domingo que conseguiu fechar definitivamente o poço de Macondo.

Em 20 de abril de 2010, uma explosão na plataforma Horizonte de Águas Profundas causou um incêndio e a morte dos petroleiros. Durante quase três meses, 880 milhões de litros de petróleo vazaram no Goldo do México, atingindo o litoral de quatro estados dos EUA.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

BP culpa empresas associadas por vazamento

Uma investigação da companhia de petróleo BP concluiu que múltiplas falhas de várias empresas causaram o pior acidente ecológico da história dos Estados Unidos, com o vazamento de 880 milhões de litros de petróleo no Golfo do México durante três meses, a partir de uma explosão e de um incêndio, em 20 de abril de 2010. Onze petroleiros morreram.

O relatório foi considerado uma defesa prévia da BP, que gastou US$ 8 bilhões para conter o vazamento e se comprometeu a criar um fundo de US$ 20 bilhões gerido pelo Departamento da Justiça dos EUA para compensar quem foi prejudicado.

Na versão da BP, a Transocean, dona da plataforma Horizonte de Águas Profundas, errou no design e a Halliburton usou cimento de má qualidade para consolidar o poço acidentado.

A Transocean contra-atacou, dizendo que as conclusões só servem para defender a BP, responsabilizando a antiga British Petroleum de comprometer a segurança para cortar custos..

• Na China, dois trabalhadores estão desaparecidos desde que uma plataforma de petróleo se inclinou no mar.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Cientistas advertem sobre petróleo no Golfo

Apesar do otimismo das últimas semanas, inclusive do presidente Barack Obama, cientistas dos Estados Unidos afirmam que o petróleo que vazou durante quase três meses no Golfo do México não se dispersou. Haveria uma grande camada submersa capaz de causar grandes danos à vida marinha.

terça-feira, 27 de julho de 2010

BP revela prejuízo recorde de US$ 17 bilhões

A companhia de petróleo BP anunciou hoje o maior prejuízo da história econômica do Reino Unido. Perdeu US$ 17 bilhões no segundo trimestre de 2010, depois de reservar US$ 32,2 bilhões para cobrir prejuízos relativos ao vazamento de petróleo no Golfo do México.

Para enfrentar a atual crise, a empresa se livrou do seu diretor administrativo, Tony Hayward, acusado de gerenciar mal o problema e vai vender US$ 30 bilhões em ativos para recuperar suas finanças.

domingo, 25 de julho de 2010

BP vai procurar petróleo no mar da Líbia

LONDRES - A companhia de petróleo BP vai começar a perfurar áreas do mar territorial da Líbia em busca de petróleo, o que vai provocar críticas, especialmente nos Estados Unidos.

É uma novidade que certamente vai provocar reações negativas. A empresa responsável pelo vazamento de petróleo no Golfo do México está sendo acusada de ter pressionado o governo do Reino Unido pela libertar um agente líbio acusado pelo atentado terrorista que derrubou um Jumbo da companhia aérea PanAm, em Lockerbie, na Escócia, em 21 de dezembro de 1988, matando 270 pessoas.

Al Megrahi foi solto no ano passado sob o argumento de que tinha câncer terminal e morreria em seis meses. Mas está melhor e sua expectativa de sobrevida é de 10 anos.

O Congresso dos EUA, na ânsia de punir a BP pelo pior acidente ecológico da História do país, quer enquadrar a companhia.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Técnico acusa BP de desligar alarme

Muito antes de uma erupção de gás ter transformado a plataforma Horizonte de Águas Profundas numa bola de fogo, a companhia de petróleo BP desligou um sistema de alerta destinado a avisar a tripulação e impedir gases comburentes de atingir possíveis fontes de ignição, declarou hoje o ex-chefe dos técnicos em eletrônica da plataforma.

Michael Williams disse que o alarme estava "inibido" há um ano para evitar que alarmes falsos perturbassem a tripulação.

Uma explosão, em 20 de abril, causou a morte de 11 petroleiros e o pior acidente ecológico da História dos Estados Unidos. Cerca de 750 milhões de litros de petróleo vazaram no Golfo do México.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Novo vazamento é detectado no Golfo

Novos indícios de vazamento de petróleo foram detectados hoje a cerca de três quilômetros do local onde durante 87 dias o óleo cru vazou no Golfo Pérsico, num total estimado em 750 milhões de litros.

Os especialistas acreditam que o aumento da pressão sob a câmara de contenção instalada na semana passada para estancar o vazamento pode estar causado problemas em outros lugares.

A companhia de petróleo BP, a antiga British Petroleum, já gastou US$ 4 bilhões no combate ao pior acidente ecológico da História dos Estados Unidos. Com todas as indenizações prejuízos e lucros cessantes, a conta vai muito além disso.

Além disso, as autoridades federais que investigam a explosão e o naufrágio
 da plataforma Horizonte de Águas Profundas já identificaram "20 anomalias" no comportamento da empresa e dos profissionais responsáveis pela operação antes do acidente de 20 de abril de 2010.

Golfo sentirá impacto do vazamento por décadas

Vinte e um anos depois do acidente com o petroleiro Exxon Valdez, a Enseada Príncipe William, no Alasca, ainda sofre as consequências do derramamento de petróleo. No Sul do Golfo, no México, 30 anos depois de um grande acidente, os pântanos literâneos ainda mostram sinais de poluição.

A expectativa depois de 87 dias de vazamento de petróleo, num total estimado em 750 milhões de litros, a uma produndidade de 1,5 mil metros, tenha um impacto muito maior. Os cientistas já identificaram zonas mortas nas águas do Golfo do México.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

BP anuncia fim do vazamento no Golfo do México

Depois de 87 dias, a companhia petrolífera BP anunciou hoje à tarde ter estancado o vazamento de petróleo no Golfo do México.

No início da semana, a empresa instalou uma nova câmara de contenção para tapar o furo e sugar o petróleo até navios parados na superfície. Agora, está testando para ver se o dispositivo vai conseguir resistir à pressão.

A solução é provisória. Em dois meses, a BP deve abrir outro poço para explorar o mesmo lençol petrolífero e concretar o atual.

Desde que a plataforma Horizonte de Águas Profundas pegou fogo e afundou, em 20 de abril de 2010, matando 11 petroleiros, 750 milhões de litros de petróleo bruto vazaram no mar.

Em quase três meses, a BP gastou mais de US$ 3 bilhões. Ainda terá de arcar com os custos de despoluição e indenizar as pessoas e empresas prejudicadas no Sul dos EUA.

A BP já gastou mais de US$ 3 bilhões. Ainda terá de arcar com os custos de indenização. O governo Barack Obama pressionou a empresa a criar um fundo de US$ 20 bilhões para compensar os prejudicados pelo pior acidente ecológico da História dos Estados Unidos.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Vazamento já custou mais de US$ 3 bilhões

O custo do vazamento de petróleo no Golfo do México passa de US$ 3,1 bilhões, entre as despesas para tentar contê-lo e compensações para prejudicados, admite a companhia de petróleo BP, responsável pelo acidente de 20 de abril.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Obama defende energia limpa

Em pronunciamento hoje à noite na televisão, o presidente Barack Obama prometeu mais uma vez obrigar a companhia de petróleo BP, a antiga British Petroleum, a pagar por todas as consequências do vazamento no Golfo do México e defendeu a energia limpa.

A oposição republicana acusou Obama de tentar tirar proveito político do pior acidente ecológico da História dos Estados Unidos.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

EUA querem fundo da BP para cobrir prejuízos

Os Estados Unidos vão exigir que a companhia de petróleo BP crie um fundo ou abra uma conta especial para pagar pela limpeza da poluição no Golfo do México e indenizações dos prejudicados pelo pior acidente ecológico da história dos Estados Unidos: o vazamento de milhões de litros de petróleo no mar desde 20 de abril de 2010.

Hoje o presidente Barack Obama inicia hoje uma visita de dois dias à região mais atingida pelo desastre ambiental.

No fim da viagem destinada a mostrar que o presidente está no controle da situação, na terça-feira, Obama faz um pronunciamento à nação. Na quarta-feira, recebe o presidente da companhia BP, responsável pelo acidente.

domingo, 13 de junho de 2010

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Obama convoca presidente da BP

O presidente Barack Obama convocou o presidente da companhia de petróleo BP para dar explicações na Casa Branca na próxima quarta-feira sobre o vazamento no Golfo do México.

Uma nova avaliação feita por painel de cientistas formado pelo governo dos Estados Unidos estima que mais de 6 milhões de litros de petróleo estão vazando por dia no golfo.

Como faz 52 dias do acidente que causou o desastre ecológico, já é pelo menos cinco vezes maior do que o causado pelo navio-tanque Exxon Valdez, no Alasca, há 21 anos.

A BP declarou que conseguiu retirar ontem quase 2,5 milhões de petróleo das águas poluídas do Golfo do México.

O almirante Thad Allen, responsável pelas operações da Guarda Costeira dos EUA contra o vazamento, informou que essa captação será triplicada até meados de maio.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Vazamento pode ser de 100 mil barris por dia

O vazamento no Golfo do México pode estar jogando 100 mil barris de petróleo por dia, afirmou ontem um cientista que faz parte do painel governamental sobre o pior acidente ecológico da História dos Estados Unidos.

"Pelo que tenho visto, os dados são consistentes com a pior das hipóteses formuladas pela BP", declarou Ira Leifer, pesquisador associado do Instituto de Ciências Marítimas da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, à rede de jornais McClatchy, que edita o Miami Herald.

Leifer acredita que o vazamento aumentou quando a BP tentar tampar o buraco sufocando-o com lama de escavação. Teria ficado ainda pior depois que a empresa serrou o duto, separando-o da válvula de segurança que não funcionou.

domingo, 6 de junho de 2010

BP anuncia captação de 10 mil barris por dia

O diretor administrativo da companhia petrolífera BP, Tony Hayward, afirmou hoje que a empresa está conseguindo captar 10 mil barris por dia do petróleo que está vazando no Golfo do México há 47 dias.

Depois de vários fracassos e de perder um terço de seu valor de mercado, cerca de US$ 67 bilhões, a BP acredita que finalmente está conseguindo conter o vazamento, iniciado em 20 de abril, depois de uma série de explosões e incêndios que afundaram a plataforma Horizonte de Águas Profundas, matando 11 trabalhadores.

sábado, 5 de junho de 2010

BP captou 6 mil barris no primeiro dia

A companhia de petróleo BP anunciou ter conseguido captar 6 mil barris de óleo cru nas primeiras 24 horas de funcionamento da câmara de contenção, uma espécie de funil invertido colocado sobre o vazamento de petróleo do Golfo do México. Está ligado a um duto que está escoando o petróleo para chatas na superfície.

É apenas uma fração dos 12 a 25 mil barris que cientistas americanos estimam que estejam escapando desde o acidente que afundou a plataforma Horizonte de Águas Profundas, em 20 de abril, matando 11 trabalhadores.