Os jovens americanos de 18 a 29 anos preferem o candidato libertário Gary Johnson ao magnata imobiliário Donald Trump, pré-candidato do Partido Republicano à Presidência dos Estados Unidos em 8 de novembro de 2016.
Em uma sondagem do Centro de Pesquisas Pew, 47% dos jovens declararam apoio à pré-candidata democrata, Hillary Clinton, seguida por Johnson com 22% e Trump com 21%.
Entre todos os eleitores, Hillary lidera com 45% contra 36% para Trump e 11% para Johnson.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 11 de julho de 2016
terça-feira, 25 de março de 2014
Obama desqualifica Rússia como "potência regional"
Em meio à guerrinha fria deflagrada pela anexação da Crimeia, o presidente Barack Obama atacou verbalmente a Rússia hoje, descrevendo-a como uma "potência regional" e não a potência mundial dos sonhos do homem-forte do Kremlin, Vladimir Putin. A maioria dos americanos discorda, observa o jornal The Washington Post.
Durante entrevista coletiva em Haia, ao lado do primeiro-ministro da Holanda, Mark Rutte, Obama disparou: "A Rússia é uma potência regional que está ameaçando alguns de seus vizinhos próximos não por causa de sua força, mas por causa de sua fraqueza."
O presidente americano respondia a uma pergunta provocativa sobre uma advertência feita por seu adversário republicano na eleição de 2012. Num debate, Mitt Romney advertiu que a Rússia era o inimigo estratégico número um dos Estados Unidos. Obama não deu importância, considerou uma herança do pensamento conservador do tempo da Guerra Fria.
Mas a ameaça do passado sobrevive na consciência coletiva dos EUA. Uma sondagem recente do Centro de Pesquisas Pew indicou que 26% dos americanos veem a Rússia como "adversária" e outras 43% a consideram um "problema sério". Ou seja, 69% não têm uma boa imagem do inimigo histórico da Guerra Fria.
Quando Obama chama a Rússia de potência regional, sugere que o país não tem recursos econômicos para projetar seu poderio militar para qualquer canto do planeta. A economia russa já estava estagnada e vai sofrer mais ainda com as sanções impostas pelo Ocidente.
Mas a Rússia herdou as armas nucleares da extinga União Soviética, que podem atingir o mundo inteiro, e Putin se dedica a reconstruir as forças convencionais depois da vergonhosa derrota na Primeira Guerra da Chechênia (1994-96), vendendo armas por aí afora para financiar essa modernização. Pela capacidade para criar problemas, não é uma potência para ser ignorada.
Durante entrevista coletiva em Haia, ao lado do primeiro-ministro da Holanda, Mark Rutte, Obama disparou: "A Rússia é uma potência regional que está ameaçando alguns de seus vizinhos próximos não por causa de sua força, mas por causa de sua fraqueza."
O presidente americano respondia a uma pergunta provocativa sobre uma advertência feita por seu adversário republicano na eleição de 2012. Num debate, Mitt Romney advertiu que a Rússia era o inimigo estratégico número um dos Estados Unidos. Obama não deu importância, considerou uma herança do pensamento conservador do tempo da Guerra Fria.
Mas a ameaça do passado sobrevive na consciência coletiva dos EUA. Uma sondagem recente do Centro de Pesquisas Pew indicou que 26% dos americanos veem a Rússia como "adversária" e outras 43% a consideram um "problema sério". Ou seja, 69% não têm uma boa imagem do inimigo histórico da Guerra Fria.
Quando Obama chama a Rússia de potência regional, sugere que o país não tem recursos econômicos para projetar seu poderio militar para qualquer canto do planeta. A economia russa já estava estagnada e vai sofrer mais ainda com as sanções impostas pelo Ocidente.
Mas a Rússia herdou as armas nucleares da extinga União Soviética, que podem atingir o mundo inteiro, e Putin se dedica a reconstruir as forças convencionais depois da vergonhosa derrota na Primeira Guerra da Chechênia (1994-96), vendendo armas por aí afora para financiar essa modernização. Pela capacidade para criar problemas, não é uma potência para ser ignorada.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Obama lidera pesquisa do centro Pew
Uma nova sondagem do Centro de Pesquisas Pew dá três pontos percentuais de vantagem ao presidente Barack Obama na luta pela reeleição contra o ex-governador Mitt Romney. Obama tem 48% das preferências e Romney, 45% para a eleição presidencial desta terça-feira nos Estados Unidos.
Há menos de uma semana, os dois estavam empatados em 47%. Cerca de 69% dos que pretendem votar aprovaram a ação rápida do presidente para socorrer as vítimas da supertempestade Sandy. Entre estes, 63% são eleitores independentes, não filiados a nenhum partido.
Há menos de uma semana, os dois estavam empatados em 47%. Cerca de 69% dos que pretendem votar aprovaram a ação rápida do presidente para socorrer as vítimas da supertempestade Sandy. Entre estes, 63% são eleitores independentes, não filiados a nenhum partido.
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