Apesar do endividamente elevado (veja logo abaixo), a recuperação da União Europeia se consolida. "A Zona do Euro entra no segundo trimestre de 2014 com bases sólidas", afirma Chris Williamson, economista-chefe da empresa de análises e consultoria econômica Markit.
"O crescimento se acelerou em abril, registrando o ritmo mais forte em três anos", acrescentou o analista. "Os últimos dados da pesquisa para o índice dos gerentes de compras permitem prever um crescimento de 0,5% no segundo trimestre depois de uma alta de 0,4% no primeiro trimestre."
Como maior economia do continente e quarta do mundo, "a Alemanha, com um crescimento de 0,7% no trimestre, continua sendo o principal motor da recuperação, enquanto a economia francesa se estabiliza", observa Williamson.
"As melhores notícias vêm provavelmente das economias secundárias da Eurozona, que apresentaram suas taxas de crescimento mais fortes desde o início de 2011, testemunho de uma intensificação da retomada nos países da periferia."
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Atividade cresce na Eurozona pelo 7º mês seguido
A atividade econômica do setor privado da Zona do Euro aumentou em janeiro pelo sétimo mês consecutivo, aponta a empresa de consultoria e pesquisas econômicas Markit, que divulgou um aumento do índice de 52,1 para 52,9. Números acima de 50 indicam crescimento.
É o nível de atividade mais alto desde junho de 2011, quando a crise da Grécia desnudou a fragilidade das contas públicas de alguns países europeus depois da Grande Recessão de 2008-9.
"O setor industrial é o principal motor do crescimento na Eurozona. A aceleração na alta das novas encomendas recebidas pelas fábricas - tanto do mercado interno quando para exportação - elevou a taxa de expansão ao nível mais alto em três anos e meio", destacou a pesquisa.
"A Irlanda lidera a taxa de expansão, num ritmo de crescimento sustentável", acrescenta a Markit. "A conjuntura melhora na Alemanha e na Espanha, onde a atividade global registra sua maior alta desde julho de 2007".
Na Alemanha, é o ritmo mais forte desde junho de 2011. A Itália voltou a crescer depois de dois meses, enquanto a França é um dos poucos países do euro onde a economia recuou em janeiro de 2014. Mas mesmo lá a expectativa é positiva daqui para a frente.
É o nível de atividade mais alto desde junho de 2011, quando a crise da Grécia desnudou a fragilidade das contas públicas de alguns países europeus depois da Grande Recessão de 2008-9.
"O setor industrial é o principal motor do crescimento na Eurozona. A aceleração na alta das novas encomendas recebidas pelas fábricas - tanto do mercado interno quando para exportação - elevou a taxa de expansão ao nível mais alto em três anos e meio", destacou a pesquisa.
"A Irlanda lidera a taxa de expansão, num ritmo de crescimento sustentável", acrescenta a Markit. "A conjuntura melhora na Alemanha e na Espanha, onde a atividade global registra sua maior alta desde julho de 2007".
Na Alemanha, é o ritmo mais forte desde junho de 2011. A Itália voltou a crescer depois de dois meses, enquanto a França é um dos poucos países do euro onde a economia recuou em janeiro de 2014. Mas mesmo lá a expectativa é positiva daqui para a frente.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Eurozona ruma para sétimo trimestre de contração
O conjunto dos 17 países da União Europeia que usam o euro como moeda devem ter neste segundo trimestre de 2013 seu sétimo trimestre consecutivo de queda na produção econômica, mas a recessão se suavizou um pouco em maio, indicou hoje a empresa de consultoria Markit.
A leitura do índice de gerentes compras composto de atividade global ficou em 47,7, o mais alto em três meses, acima dos 46,9 de abril. Isso sinaliza uma melhora, mas números abaixo de 50 confirmam que a Zona do Euro continua em recessão.
No setor de serviços, o índice subiu de 47 em abril para 47,5 em maio. É o mais alto em três meses. A indústria também registrou o melhor resultado em três meses, passando de 46,7 para 47,8.
A leitura do índice de gerentes compras composto de atividade global ficou em 47,7, o mais alto em três meses, acima dos 46,9 de abril. Isso sinaliza uma melhora, mas números abaixo de 50 confirmam que a Zona do Euro continua em recessão.
No setor de serviços, o índice subiu de 47 em abril para 47,5 em maio. É o mais alto em três meses. A indústria também registrou o melhor resultado em três meses, passando de 46,7 para 47,8.
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