Em nome do governo do Catar, o general Ahmed al-Malki assinou hoje um contrato de US$ 7 bilhões com o diretor-presidente da companhia francesa Dassault Aviation, Eric Trappier, para comprar 24 aviões de caça Rafale.
A França e o Catar também assinaram um acordo em separado para treinar 36 pilotos catarinos, além de cem engenheiros e agentes de inteligência.
É o terceiro grande contrato fechado pela Dassault recentemente. Depois de perder a concorrência para reequipar a Força Aérea Brasileira para a empresa sueca Gripen, vendeu 36 Rafales à Índia e 24 para o Egito.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 4 de maio de 2015
domingo, 5 de dezembro de 2010
FAB prefere aviões de caça dos EUA
Na concorrência para reequipar a Força Aérea Brasileira, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, prefere os aviões de caça F-18, fabricado pelos Estados Unidos, revelam novos documentos de diplomacia americana divulgados pela organização não governamental WikiLeaks.
O governo Lula ainda não fez o anúncio oficial, mas tudo indica que vai optar pelos caças franceses Rafale, fabricados pela empresa Dassault, que ameaça falir se não fechar o negócio.
Para justificar essa decisão mais provável, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, alega que o Brasil está interessado em transferência de tecnologia, o que os EUA sempre relutam em fazer para não perder sua superioridade. Mas há também a preocupação de selar uma parceria estratégica com a França.
A França e a União Europeia têm interesse em colaborar com a ascensão do Brasil à potência mundial para usar o país como um contrapeso diante dos EUA e da China.
O Brasil tem interesse em manter boas relações e parcerias com todos os países e regiões. Mas a França, antiga potência imperial, é um país em declínio relativo, econômico, político e militar. Com seu poderoso setor agrícola ultraprotegido pela política de subsídios da Europa, não ajuda nas negociações de liberalização comercial UE-Mercosul.
O governo Lula ainda não fez o anúncio oficial, mas tudo indica que vai optar pelos caças franceses Rafale, fabricados pela empresa Dassault, que ameaça falir se não fechar o negócio.
Para justificar essa decisão mais provável, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, alega que o Brasil está interessado em transferência de tecnologia, o que os EUA sempre relutam em fazer para não perder sua superioridade. Mas há também a preocupação de selar uma parceria estratégica com a França.
A França e a União Europeia têm interesse em colaborar com a ascensão do Brasil à potência mundial para usar o país como um contrapeso diante dos EUA e da China.
O Brasil tem interesse em manter boas relações e parcerias com todos os países e regiões. Mas a França, antiga potência imperial, é um país em declínio relativo, econômico, político e militar. Com seu poderoso setor agrícola ultraprotegido pela política de subsídios da Europa, não ajuda nas negociações de liberalização comercial UE-Mercosul.
domingo, 23 de novembro de 2008
Embraer contrata aviônica israelense
A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica) contratou o grupo israelense especializado em aviônica Elbit Systems para aperfeiçoar os equipamentos eletrônicos da frota de aviões de combate AMX A-1A da Força Aérea Brasileira (FAB).
O contrato visa a equipar o avião com um novo computador e processador para missões de combate, um painel uma tela colorida de 10 polegadas e um mapa digitalizado, um visor montado no capacete, um sistema de gestão da munição e outros instrumentos não-revelados.
O contrato visa a equipar o avião com um novo computador e processador para missões de combate, um painel uma tela colorida de 10 polegadas e um mapa digitalizado, um visor montado no capacete, um sistema de gestão da munição e outros instrumentos não-revelados.
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