O consumo regular de carne vermelha - especialmente de carnes processadas - aumenta em 20% o risco de ter câncer e doenças do coração, concluiu uma grande pesquisa realizada nos Estados Unidos com mais de 120 mil pessoas.
Cada porção adicional de carne vermelha, o equivalente a um cachorro quente ou duas tiras de bacon, aumenta o risco de vida. Sua substituição por peixe, aves ou proteínas vegetais traz benefícios significativos para a saúde humana, afirma a pesquisa publicada na revista científica Archives of Internal Medicine. Nozes e castanhas reduzem o risco em 20%.
Dos 121.342 participantes da pesquisa, 23.926 morreram, sendo 9.364 de câncer e 5.910 do coração.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 13 de março de 2012
sábado, 4 de setembro de 2010
Trocar carne por nozes reduz risco cardíaco
Trocar uma porção de carne vermelha por um punhado de nozes todos os dias reduz em um terço o risco de sofrer de doenças do coração. A conclusão é de pesquisadores do Departamento de Nutrição da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
"Nossa pesquisa se junta ao crescente e convincente conjunto de evidências de que o consumo de carne vermelha deve ser reduzido ou excluído da dieta", declarou o pesquisador Adam Bernstein.
A pesquisa monitorou os hábitos alimentares de 84.136 mulheres de 30 a 55 anos durante 26 anos.
"Nossa pesquisa se junta ao crescente e convincente conjunto de evidências de que o consumo de carne vermelha deve ser reduzido ou excluído da dieta", declarou o pesquisador Adam Bernstein.
A pesquisa monitorou os hábitos alimentares de 84.136 mulheres de 30 a 55 anos durante 26 anos.
domingo, 11 de julho de 2010
Sindicalista ameaça parar mercado argentino de carne
A Federação dos Trabalhadores da Indústria da Carne ameaça parar nesta segunda-feira o mercado de Liniers, na Grande Buenos Aires, o principal para as negociações de carne e formação de seus preços na Argentina. Eles cobram subsídios prometidos pelo governo.
O Programa Especial de Assistência ao Emprego, anunciado em 14 de abril pelo ministro do Trabalho, Carlos Tomada, prometia uma ajuda mensal de caráter temporário por um valor máximo equivalente a 200 horas de salário. Até hoje, não foi implementado.
O Programa Especial de Assistência ao Emprego, anunciado em 14 de abril pelo ministro do Trabalho, Carlos Tomada, prometia uma ajuda mensal de caráter temporário por um valor máximo equivalente a 200 horas de salário. Até hoje, não foi implementado.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Produtores rurais argentinos retomam protesto
Diante da ruptura das negociações com o governo, as quatro entidades rurais que lideram o protesto do campo na Argentina decidiram retomar o protesto pedindo a seus 290 mil associados que não vendam nenhum grão para exportação nem mandar gado para abate a partir da meia noite desta quarta-feira.
O protesto do campo minou a popularidade da presidente Cristina Kirchner, que caiu 20 pontos, para apenas 26% nas últimas pesquisas.
Em 11 de março, o então ministro da Economia Martín Lousteau, que já caiu, aumentou as alíquotas do imposto sobre exportações de grãos. No caso da soja, a alíquota passou de 35% para 44%.
Isso deflagrou o movimento ruralista, unindo a Federação Agrária Argentina (FAA), a Confederação Intercooperativa Agropecuária (Coninagro), as Confederações Rurais Argentinas (CRAs) e a Sociedade Rural Argentina (SRA).
O protesto do campo minou a popularidade da presidente Cristina Kirchner, que caiu 20 pontos, para apenas 26% nas últimas pesquisas.
Em 11 de março, o então ministro da Economia Martín Lousteau, que já caiu, aumentou as alíquotas do imposto sobre exportações de grãos. No caso da soja, a alíquota passou de 35% para 44%.
Isso deflagrou o movimento ruralista, unindo a Federação Agrária Argentina (FAA), a Confederação Intercooperativa Agropecuária (Coninagro), as Confederações Rurais Argentinas (CRAs) e a Sociedade Rural Argentina (SRA).
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