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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Primeiro-ministro do Iraque rejeita demissão

Depois de mandar o Exército sair às ruas de Bagdá, o primeiro-ministro do Iraque, Nuri al-Maliki, rejeitou hoje a nomeação de um novo chefe de governo, o vice-presidente do Parlamento, Haider al-Abadi, para substituí-lo, numa tentativa de golpe militar capaz de agravar ainda mais a trágica situação do país.

Ao colocar os tanques nas ruas da capital, Maliki se revelou um autocrata sem escrúpulos. O vice-presidente americano Joe Biden cumprimentou Abadi por telefone e advertiu Maliki a não atrapalhar a transição neste momento em que o Norte do Iraque é atacado pelos extremistas muçulmanos do Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

À tarde, um tribunal federal iraquiano declarou que a coligação Estado de Direito, favorável a Maliki, pode ignorar o presidente Fuad Massum e formar seu próprio governo, acirrando ainda mais a crise.

Agorta há pouco, o presidente Barack Obama declarou que os EUA vão continuar cooperando com as forças curdas que tentam defender Erbil, a capital do Curdistão e impedir o genocídio de minoria curda yázidi. Cerca de 50 mil pessoas, talvez 70 mil, estão isoladas no alto das montanhas e ameaçadas pela milícia extremista muçulmana Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

domingo, 10 de agosto de 2014

Estado Islâmico mata 500 yázidis

A milícia extremista muçulmana Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) matou pelo menos 500 pessoas e escravizou cetenas de mulheres da minoria curda yázidi no Norte do Iraque, denunciou hoje um ministro iraquiano citado pela agência Reuters. Dezenas de milhares de pessoas estão fugindo da região, onde todas as minorias religiosas estão sendo perseguidas.

Nos últimos dias, os Estados Unidos começaram a bombardear posições do EIIL. Hoje, fizeram o maior ataque. O objetivo é apoiar as tropas curdas que enfrentam os jihadistas a cerca de 30 km de Erbil, a capital do Curdistão iraquiano.