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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Audiência da programação normal de TV desaba nos EUA

A audiência da programação normal da televisão aberta ou por assinatura está caindo drasticamente nos Estados Unidos, num sinal do que vai acontecer no resto do mundo, mesmo entre a chamada geração da TV, que hoje tem mais de 55 anos, indica um estudo da empresa de pesquisas de mercado Moffett Nathanson, citada pelo jornal inglês Financial Times.

Entre o público de 18 a 49 anos, que está no auge da fase de produção e consumo, a baixa foi de 14% em 2018. Na faixa de 2 a 11 anos, a queda foi de 10%.

A grande maioria dos telespectadores não quer mais sentar na frente da TV na hora programada pelas emissoras. Quer ver programas sob encomenda na hora em que ele, telespectador, escolher, através de serviços como YouTube, Netflix, Amazon Hulu e HBO.

O único segmento em que a audiência aumentou de 2011 a 2018 foi de programas ao vivo de esporte e notícias. Mesmo assim, a alta foi de apenas 1% num período que incluiu duas olimpíadas, duas copas do mundo e a eleição presidencial de Donald Trump, em 2016.

É um grande desafio para as emissoras. Com menos audiência, cai o valor da publicidade no momento em que crescem os custos de produção para concorrer com empresas poderosas como Amazon e Netflix.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Trump ameaça cassar licença de rádios e televisões

Em mais uma ameaça às liberdades democráticas, o presidente Donald Trump sugeriu hoje que o governo federal dos Estados Unidos poderia revisar e até revogar as licenças de operação das emissoras de rádio e televisão por divulgar "notícias falsas".

"As redes de notícias se tornaram tão partidárias, distorcidas e falsas que as licenças deveriam ser revisadas e, se apropriado, revogadas. Não é justo com o público", escreveu Trump no Twitter.

Durante um breve encontro com os repórteres ao receber na Casa Branca o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, o presidente comentou que é "desagradável que a imprensa seja capaz de escrever o que quiser".

O presidente dos EUA não tem poder para revogar licenças de funcionamento de emissoras de rádio e televisão. Elas são dadas pela Comissão Federal de Comunicações, que autoriza o funcionamento de emissoras locais, não de redes nacionais. Depois, as emissoras se associam às redes.

A Emenda nº1 à Constituição dos EUA garante ampla liberdade de expressão, de religião, de associação para fins pacíficos e de processar o governo para garantir os direitos individuais. O Congresso dos EUA está proibido de legislar sobre liberdade de imprensa.

domingo, 22 de junho de 2014

Copa bate recordes de audiência no mundo inteiro

Os belos espetáculos da Copa de 2014 garantem altos índices de audiência para as televisões do mundo inteiro, indicam dados divulgados pela FIFA (Federação Internacional de Futebol Associativo), informa a TV americana CNN.

A partida de abertura Brasil 3 x 1 Croácia foi vista por 42,9 milhões de telespectadores da TV Globo. Foi o evento esportivo mais assistido do ano no Brasil.

Nos Estados Unidos, onde o futebol é apenas o terceiro esporte mais popular, atrás do beisebol e do futebol americano, 11,1 milhões viram a vitória de 2-1 sobre Gana na ESPN, um recorde para jogos da Copa no país.

Quando a Itália venceu a Inglaterra por 1-0, 14,2 milhões acompanharam o jogo na TV pública britânica BBC1, no Reino Unido, e 12,8 milhões na italiana RAI, na Itália Ambos foram recordes de audiência para 2014.

Na Alemanha, 26,4 milhões assistiram à goleada de 4-0 sobre Portugal na ARD, recorde do ano para eventos esportivos. Maior ainda foi a audiência no Japão, onde 34,1 milhões viram a derrota de virada para a Costa do Marfim por 2-1 na NHK.

Também foram registrados altos índices de audiência na Argentina, Austrália, França, Holanda e Croácia.