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domingo, 8 de novembro de 2020

Democracia liberal vence populismo de extrema direita nos EUA

 No discurso da vitória, horas atrás em Wilmingon, no estado de Delaware, onde iniciou a carreira política, Joe Biden falou pela primeira vez como presidente eleito. Prometeu "curar os Estados Unidos" e pediu que "a sombria era de demonização acabe aqui e agora". É uma tentativa de unir e reconciliar o país dividido pela polarização política do governo Donald Trump.

A maior vitória foi da democracia liberal, que estava em jogo, como observou a vice-presidente eleita, Kamala Harris, ao apresentar Biden nesta noite. Ela fez história como a primeira mulher vice-presidente e a primeira de origem africana ou indiana a ocupar o cargo. Agradeceu "às mulheres que lutaram por igualdade, liberdade e justiça, pelo direito de voto", por abrir o caminho para ela chegar lá. Meu comentário:

sábado, 14 de julho de 2018

Presidente da Eritreia faz visita de reconciliação à Etiópia

Na primeira visita de um presidente da Eritreia à Etiópia em 22 anos, Isayas Afewerki chegou hoje a Adis Abeba para consolidar as relações entre os dois países, que travaram uma guerra brutal de 1998 ao ano 200, com total de mortos estimado em 100 mil pessoas, e só agora assinaram um acordo de paz.

A viagem de três dias de Afewerki é uma retribuição à visita do primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed, à Eritreia na semana passada. A paz é importante para a região do Chifre da África, uma das rotas de navegação mais movimentadas do mundo, e do outro lado fica a Península Arábica.

O novo primeiro-ministro da Etiópia quebrou o gelo nas relações bilaterais em junho e conseguiu o acordo de paz.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Trump: "Quero ser o presidente de todos os americanos"

No discurso da vitória, como esperado, depois de uma campanha feroz e brutal em que atacou duramente seus adversários, o magnata imobiliário Donald Trump adotou um tom conciliador: "Quero ser o presidente de todos os americanos."

Depois de chamar a ex-secretária de Estado Hillary Clinton de "cafajeste" e "nojenta" durante a campanha, agradeceu à adversária pelo telefonema para cumprimentá-lo e fez um gesto para unir "nosso grande país", reconhecendo que os Estados Unidos "têm uma grande dívida de gratidão com ela". E acrescentou: "É hora de curar as feridas da divisão."

É difícil acreditar que será possível depois de uma campanha com tanta violência retórica.