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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Arábia Saudita pede pena de morte para jovem ativista não violenta

Em mais uma decisão medieval capaz de causar repulsa no mundo inteiro, a procuradoria real da Arábia Saudita pediu a pena de morte por decapitação da jovem ativista Israa al-Ghomgham, presa em 2015 por participar de protestos antigovernamentais não violentos.

Através de seu novo homem-forte, o príncipe herdeiro Mohamed ben Salman, a Arábia Saudita reagiu com dureza a críticas da ministra do Exterior do Canadá, Chrystia Freeland, à prisão de Samar Badawi, irmã do ativista Raif Badawi, condenado a sete anos de prisão e mil chibatadas por criar o blog Sauditas Liberais Livres.

O governo saudita expulsou o embaixador canadense, retirou do Canadá 7 mil estudantes sauditas e suspendeu negócios, mas não no setor de energia, muito importante para os dois países. Em resposta, o primeiro-ministro Justin Trudeau reafirmou que o Canadá vai continuar defendendo os direitos humanos. Freeland é na prática uma vice-primeira-ministra.

MbS, como é conhecido, deixou claro: sua modernização permitiu a reabertura dos cinemas e que as mulheres possam dirigir no reino, mas a monarquia feudal do século 21 não tolera críticas às violações dos direitos humanos. Se a Justiça decidir pela pena de morte, os protestos internacionais serão muito maiores.

A última execução de um dissidente importante na Arábia saudita foi a do clérigo xiita Nimr al-Nimr, em 2016.

domingo, 14 de setembro de 2014

Estado Islâmico anuncia degola de refém britânico

A milícia extremista muçulmana Estado Islâmico do Iraque e do Levante divulgou ontem um vídeo com a decapitação do assistente social britânico David Haines, sequestrado na Síria em março de 2014 quando trabalhava em ajuda humanitária. O governo do Reino Unido investiga a autenticidade do vídeo.

Se confirmada, será a terceira degola de reféns ocidentais pelo grupo terrorista em menos de um mês. Os outros dois foram os jornalistas americanos James Foley e Steve Sotloff. Eles foram mortos em retaliação aos bombardeios aéreos dos Estados Unidos contra posições do EIIL no Iraque para defender minorias ameaçadas.

Na quarta-feira passada, o presidente Barack Obama anunciou a formação de uma ampla aliança para combater, degradar e exterminar o EIIL. Os EUA devem atacar pelo ar e dar apoio ao Exército do Iraque e guerrilheiros curdos para fazerem o trabalho em terra.