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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

EUA criam mais 266 mil empregos e desemprego cai para 3,5%

Em mais uma grande notícia econômica para o presidente Donald Trump, a economia dos Estados Unidos gerou 266 mil empregos a mais do fechou em novembro, superando a expectativa dos analistas, que era de um ganho de 180 mil vagas, revelou hoje o relatório mensal de emprego do Departamento do Trabalho. A taxa de desemprego, medida em outra pesquisa, caiu para um mínimo histórico de 3,5%.

Os salários subiram 3,1% em 12 meses, ligeiramente acima da previsão dos economistas, que ficou na média de 3%. Esses números tranquilizam o Conselho de Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, que baixou a taxa de juros três neste ano sob pressão de Trump.

Sob pressão de um processo de impeachment, o presidente festejou no Twitter: "Grande relatório de emprego!"

Com a volta ao trabalho dos funcionários da General Motors que estavam em greve, a indústria acrescentou 54 mil empregos. O setor de lazer e hospitalidade criou mais 45 mil empregos, num sinal de que os americanos estão confiantes para gastar dinheiro em bares e restaurantes.

De acordo com uma pesquisa da Universidade de Michigan, a confiança do consumidor está no nível mais alto em sete meses. Mais empregos no setor de transporte e armazenamento confirmam isso.

"A não desaceleração do mercado de trabalho é surpreendente, dadas as preocupações e todas as conversas sobre recessão", comentou o analista Ethan Harris, diretor de pesquisas sobre a economia global do Bank of America Merrill Lynch. "Mesmo olhando para a média em três meses, são dados excelentes."

Harris admite que a "a economia está em dois ritmos. Temos uma recessão suave no setor manufatureiro, os investimentos das empresas numa recessão suave e o comércio exterior está fraco, mas o resto está ótimo. O mercado de trabalho está forte, o setor de serviços está forte e o comércio está forte."

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Confiança do consumidor dos EUA é a maior em 4 anos

O índice de confiança do consumidor americano calculado pela Universidade de Michigan registrou em maio seu nível mais alto desde outubro de 2007. Foi o nono mês consecutivo de alta.

Com a alta de 3,2 pontos em relação a abril, o índice subiu para 79,3, num sinal de aumento do otimismo nos Estados Unidos.

O consumo da população representa mais de dois terços da economia americana, a maior do mundo, com uma produção anual de riqueza de cerca de US$ 15 trilhões.

sábado, 29 de outubro de 2011

Confiança do consumidor americano aumenta

A confiança do consumidor americano cresceu pelo segundo mês seguido em outubro, com a melhora das expectativas em relação à economia dos Estados Unidos, indica uma pesquisa da Universidade de Michigan encomendada pela agência de notícias Reuters.

O resultado contradiz o índice do Conference Board, que vê confiança do consumidor caiu a seu menor nível em dois anos e meio.

Em setembro, as vendas no varejo avançaram 0,6%, três vezes mais do que previsto pelos economistas, mas a renda subiu só 0,1% e a poupança diminuiu, indicando que esse crescimento do consumo não é sustentável.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Confiança e preços das casas caem nos EUA

A dois dias da divulgação do resultado do produto interno bruto no terceiro trimestre, dois outros indicadores sinalizaram ontem a persistência de fatores centrais da crise econômica nos Estados Unidos: a confiança do consumidor americano caiu ao nível mais baixo em dois anos e meio, e os preços das casas em 20 regiões metropolitanas estão 3,8% abaixo do nível de agosto de 2010.

Os últimos dados sobre a produção industrial indicam que a maior economia do mundo deve evitar uma segunda recessão, mas esses problemas renitentes apontam para um longo período de crescimento baixo, alerta a agência Reuters.

A melhor notícia foi uma queda anual nos preços das casas menor do que os 4,2% do mês de julho, um sinal de que finalmente possam estar se estabilizando num mercado imobiliário ainda deprimido., observa o jornal The Washington Post.