Um em cada sete pacientes de câncer colorretal nos Estados Unidos tem menos de 50 anos, a idade indicada para começar a fazer exames de imagem preventivos, e corre risco de ser dignosticado quando a doença já está avançada, indica uma pesquisa da Universidade de Michigan publicada na revista acadêmica digital Cancer, da Sociedade Americana do Câncer.
O câncer colorretal é uma doença de velhos, mas a proporção de casos em pacientes mais jovens está aumentando. Por isso, a equipe da médica Samantha Hendren fez uma análise retrospectiva dos casos da doença notificados nos EUA entre 1998 e 2011.
Dos 258.024 casos registrados, 37.847 (15%) foram em menores de 50 anos, a idade a partir da qual as autoridades de saúde dos EUA recomendam fazer a colonoscopia. Os mais jovens foram submetidos a cirurgia para extirpar o tumor primário em 73%, em contraste com 63 dos mais velhos. A radioterapia foi usada em 53% dos pacientes mais jovens e 48% dos mais velhos.
"É um alerta para a comunidade médica", comentou a Dra. Hendren. "Na prática, significa que devemos procurar sinais de câncer colorretal como anemia, mudanças no funcionamento do intestino grosso e sangue nas fezes. Pessoas com histórico de câncer colorretal devem começar a fazer colonoscopia antes dos 50 anos."
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Confiança do consumidor dos EUA é a maior em 4 anos
O índice de confiança do consumidor americano calculado pela Universidade de Michigan registrou em maio seu nível mais alto desde outubro de 2007. Foi o nono mês consecutivo de alta.
Com a alta de 3,2 pontos em relação a abril, o índice subiu para 79,3, num sinal de aumento do otimismo nos Estados Unidos.
O consumo da população representa mais de dois terços da economia americana, a maior do mundo, com uma produção anual de riqueza de cerca de US$ 15 trilhões.
Com a alta de 3,2 pontos em relação a abril, o índice subiu para 79,3, num sinal de aumento do otimismo nos Estados Unidos.
O consumo da população representa mais de dois terços da economia americana, a maior do mundo, com uma produção anual de riqueza de cerca de US$ 15 trilhões.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Jovens dos EUA fumam menos tabaco e mais maconha
Os jovens americanos estão fumando menos tabaco e bebendo menos. O consumo das drogas lícitas nunca esteve tão baixo. É o maior desde o início da pesquisa Monitorando o Futuro, da Universidade de Michigan e do Instituto Nacional de Saíde dos Estados Unidos. Mas eles estão fumando mais maconha.
No mês passado, só 19% dos estudantes que estão no fim do ensino médio nos EUA disseram ter fumado um cigarro no mês passado. Em meados dos anos 90, eram 36,5%.
Ao mesmo tempo, um em cada 15 adolescentes admitiu fumar maconha todos os dias. O uso da droga aumentou em 2011 pelo quarto ano seguido, em contraste com um declínio na década passada. É o maior em 31 anos, desde 1981, informa a agência de notícias Reuters.
No mês passado, só 19% dos estudantes que estão no fim do ensino médio nos EUA disseram ter fumado um cigarro no mês passado. Em meados dos anos 90, eram 36,5%.
Ao mesmo tempo, um em cada 15 adolescentes admitiu fumar maconha todos os dias. O uso da droga aumentou em 2011 pelo quarto ano seguido, em contraste com um declínio na década passada. É o maior em 31 anos, desde 1981, informa a agência de notícias Reuters.
sábado, 29 de outubro de 2011
Confiança do consumidor americano aumenta
A confiança do consumidor americano cresceu pelo segundo mês seguido em outubro, com a melhora das expectativas em relação à economia dos Estados Unidos, indica uma pesquisa da Universidade de Michigan encomendada pela agência de notícias Reuters.
O resultado contradiz o índice do Conference Board, que vê confiança do consumidor caiu a seu menor nível em dois anos e meio.
Em setembro, as vendas no varejo avançaram 0,6%, três vezes mais do que previsto pelos economistas, mas a renda subiu só 0,1% e a poupança diminuiu, indicando que esse crescimento do consumo não é sustentável.
O resultado contradiz o índice do Conference Board, que vê confiança do consumidor caiu a seu menor nível em dois anos e meio.
Em setembro, as vendas no varejo avançaram 0,6%, três vezes mais do que previsto pelos economistas, mas a renda subiu só 0,1% e a poupança diminuiu, indicando que esse crescimento do consumo não é sustentável.
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