A primeira enfermeira diagnostica com o vírus ebola depois de atender um paciente africano que morreu nos Estados Unidos, Nina Pham, foi declarada hoje livre da doença pelo Instituto Nacional de Saúde, no estado de Maryland, onde estava sendo tratada, noticiou o jornal The Washington Post.
Nina Pham, de 26 anos, pegou o vírus quando atendeu o liberiano Thomas Eric Duncan, a única pessoa que morreu de ebola até agora nos EUA, no Hospital Presteriano de Saúde do Texas, em Dallas.
Ontem, foi anunciado o primeiro caso da doença em Nova York. O médico Craig Spencer contraiu ebola quando trabalhava para a organização não governamental Médicos sem Fronteiras na África Ocidental e sentiu os primeiros sintomas ontem, quando teve febre de 39,4ºC, nove dias depois de voltar aos EUA.
Morador no bairro do Harlem, em Nova York, Spencer foi de metrô até o Brooklyn jogar boliche com a namorada e amigos quarta-feira à noite. Como 6 milhões de pessoas usam o metrô de Nova York todos os dias, a população ficou assustada, o governador Andrew Cuomo e o prefeito Bill de Blasio pediram calma.
Cerca de 5 mil pessoas morreram de ebola na atual epidemia, quase todas em três países do Leste da África: Libéria, Serra Leoa e Guiné.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Jovens dos EUA fumam menos tabaco e mais maconha
Os jovens americanos estão fumando menos tabaco e bebendo menos. O consumo das drogas lícitas nunca esteve tão baixo. É o maior desde o início da pesquisa Monitorando o Futuro, da Universidade de Michigan e do Instituto Nacional de Saíde dos Estados Unidos. Mas eles estão fumando mais maconha.
No mês passado, só 19% dos estudantes que estão no fim do ensino médio nos EUA disseram ter fumado um cigarro no mês passado. Em meados dos anos 90, eram 36,5%.
Ao mesmo tempo, um em cada 15 adolescentes admitiu fumar maconha todos os dias. O uso da droga aumentou em 2011 pelo quarto ano seguido, em contraste com um declínio na década passada. É o maior em 31 anos, desde 1981, informa a agência de notícias Reuters.
No mês passado, só 19% dos estudantes que estão no fim do ensino médio nos EUA disseram ter fumado um cigarro no mês passado. Em meados dos anos 90, eram 36,5%.
Ao mesmo tempo, um em cada 15 adolescentes admitiu fumar maconha todos os dias. O uso da droga aumentou em 2011 pelo quarto ano seguido, em contraste com um declínio na década passada. É o maior em 31 anos, desde 1981, informa a agência de notícias Reuters.
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