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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Enfermeira de Dallas está livre do vírus ebola

A primeira enfermeira diagnostica com o vírus ebola depois de atender um paciente africano que morreu nos Estados Unidos, Nina Pham, foi declarada hoje livre da doença pelo Instituto Nacional de Saúde, no estado de Maryland, onde estava sendo tratada, noticiou o jornal The Washington Post.

Nina Pham, de 26 anos, pegou o vírus quando atendeu o liberiano Thomas Eric Duncan, a única pessoa que morreu de ebola até agora nos EUA, no Hospital Presteriano de Saúde do Texas, em Dallas.

Ontem, foi anunciado o primeiro caso da doença em Nova York. O médico Craig Spencer contraiu ebola quando trabalhava para a organização não governamental Médicos sem Fronteiras na África Ocidental e sentiu os primeiros sintomas ontem, quando teve febre de 39,4ºC, nove dias depois de voltar aos EUA.

Morador no bairro do Harlem, em Nova York, Spencer foi de metrô até o Brooklyn jogar boliche com a namorada e amigos quarta-feira à noite. Como 6 milhões de pessoas usam o metrô de Nova York todos os dias, a população ficou assustada, o governador Andrew Cuomo e o prefeito Bill de Blasio pediram calma.

Cerca de 5 mil pessoas morreram de ebola na atual epidemia, quase todas em três países do Leste da África: Libéria, Serra Leoa e Guiné.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Identificada segunda paciente de ebola nos EUA

A enfermeira que pegou o vírus ebola do liberiano Thomas Eric Duncam no Hospital Presbiteriano Saúde do Texas, em Dallas, nos Estados Unidos, foi identificada hoje como Nina Pham, de 26 anos.

O Centro de Controle de Doenças (CDC, do inglês) dos EUA acredita que houve uma quebra no protocolo de atendimento para que a doença fosse transmitida pela primeira vez em território americano.

Na Espanha, onde a auxiliar de enfermagem Maria Teresa Romero Ramos foi infectada por pacientes que pegaram o vírus na África, as autoridades acreditam que as chances de sobrevivência aumentam a cada dia.

Mais de 4 mil pessoas morreram na atual epidemia de ebola na África Ocidental, principalmente na Libéria, na Guiné e em Serra Leoa, os países mais atingidos.