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Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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domingo, 24 de janeiro de 2010
Wal-Mart vai demitir 11,2 mil empregados
A maior rede varejista do mundo, Wal-Mart, avisou hoje a seus funcionários que vai demitir 11,2 mil empregados de suas lojas Sam's Club, que representam 12% do faturamento anual da empresa americana, de US$ 400 bilhões.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Bolsa de Nova Iorque opera em nível recorde
O Índice Dow Jones Bolsa de Valores de Nova Iorque atingiu hoje o nível recorde de14.171 pontos graças à força dos consumidores americanos, diante de comentários positivos dos supermercados Wal-Mart e da queda do déficit comercial dos Estados Unidos para US$ 57,6 bilhões em agosto, depois de registrar US$ 59 bilhões em julho.
As exportações cresceram 0,4%, chegando a um recorde de US$138,3 bilhões, enquanto as importações caíram 0,4% para US$195,9 bilhões, em parte por causa da desvalorização do dólar. Mas Ashraf Laidi, analista da empresa CMC Markets, observa que a queda nas importações, a maior em seis meses apesar de uma queda de 7% na importação de petróleo, "pode refletir um prolongado declínio da demanda e uma desaceleração da economia dos EUA".
As exportações cresceram 0,4%, chegando a um recorde de US$138,3 bilhões, enquanto as importações caíram 0,4% para US$195,9 bilhões, em parte por causa da desvalorização do dólar. Mas Ashraf Laidi, analista da empresa CMC Markets, observa que a queda nas importações, a maior em seis meses apesar de uma queda de 7% na importação de petróleo, "pode refletir um prolongado declínio da demanda e uma desaceleração da economia dos EUA".
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Google passa Coca-Cola e IBM
As ações do Google, maior vedete entre as empresas de Internet no momento, chegaram a US$ 600 ontem, o que deu à companhia um valor de mercado de US$ 187 bilhões, superando assim os supermercados Wal-Mart, a Coca-Cola, a fábrica de computadores Hewlett-Packard e a IBM.
O Google nasceu em 1996 como um mecanismo de busca na Internet. Foi criado por Larry Page e Sergey Brin, co-fundadores da empresa, num alojamento para estudantes da Universidade de Stanford, na Califórnia. Ambos têm hoje fortunas pessoais estimadas em US$ 17 bilhões.
O Google nasceu em 1996 como um mecanismo de busca na Internet. Foi criado por Larry Page e Sergey Brin, co-fundadores da empresa, num alojamento para estudantes da Universidade de Stanford, na Califórnia. Ambos têm hoje fortunas pessoais estimadas em US$ 17 bilhões.
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Vendas fracas derrubam Bolsa de Nova Iorque
A Bolsa de Valores de Nova Iorque fechou ontem com o índice Dow Jones em queda de 147,74 pontos (1,1%) para 13.215,13. Foi a primeira queda superior a 100 pontos desde meados de março.
Além da deterioração na balança comercial dos Estados Unidos em março depois de seis meses de melhora, os grandes varejistas anunciaram queda de vendas em abril, inclusive o Wal-Mart (-3,5%).
Dos 85 grupos varejistas que anunciaram seus resultados, 51 ficaram aquém da expectativa. Em média, a queda de vendas foi de 1,8%.
A balança comercial preocupa porque esperava-se que a desvalorização do dólar ajudasse a reduzir o déficit de comércio exterior dos EUA. Mas a conta petróleo aumentou muito, como diz outra nota abaixo.
Já as vendas no varejo são um termômetro importante porque o consumo privado é responsável por dois terços do produto interno bruto dos EUA, de US$ 13,3 trilhões.
Além da deterioração na balança comercial dos Estados Unidos em março depois de seis meses de melhora, os grandes varejistas anunciaram queda de vendas em abril, inclusive o Wal-Mart (-3,5%).
Dos 85 grupos varejistas que anunciaram seus resultados, 51 ficaram aquém da expectativa. Em média, a queda de vendas foi de 1,8%.
A balança comercial preocupa porque esperava-se que a desvalorização do dólar ajudasse a reduzir o déficit de comércio exterior dos EUA. Mas a conta petróleo aumentou muito, como diz outra nota abaixo.
Já as vendas no varejo são um termômetro importante porque o consumo privado é responsável por dois terços do produto interno bruto dos EUA, de US$ 13,3 trilhões.
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