A explosão de uma fábrica na provincia de Xandong, na China, matou pelo menos uma pessoa ontem, noticiou o jornal South China Morning Post, editado em Hong Kong. É mais uma tragédia atribuída ao descaso do regime comunista chinês com a segurança.
O acidente ocorreu na província de Lijin. Foi a segunda explosão na mesma província em pouco mais de uma semana. Em 12 de agosto, uma série de explosões matou cerca de 150 pessoas no porto de Tianjin. Foi um dos piores acidentes industriais na história do país. O incêndio subsequente durou cinco horas.
Depois de perseguir o crescimento a qualquer custo nas últimas três décadas e meia, o regime comunista chinês enfrenta o desafio de melhorar a segurança e reduzir a contaminação ambiental em plena crise provocada pela desaceleração do crescimento.
Hoje, o índice oficial dos gerentes de compras do governo da China indicou uma queda na produção industrial, o menor valor em três anos. A Bolsa de Valores de Xangai opera em baixa de 1,23%, noticia a agência Bloomberg News.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 1 de setembro de 2015
domingo, 30 de agosto de 2015
China prende 197 acusados de espalhar rumores via Internet
O regime comunista da China deteve 197 pessoas sob a acusação de espalhar rumores e informações falsas na Internet sobre a crise recente do mercado financeiro e as explosões no porto de Tianjin, revelou a agência oficial de notícias Nova China.
Entre os presos, há um jornalista e funcionários das bolsas de valores.
As ações chinesas caíram 40% nos últimos meses e 8,5% num dia na semana passada, deflagrando uma queda generalizada nas bolsas de valores do mundo inteiro.
Em 12 de agosto, uma série de explosões em armazéns do cais do porto de Tianjin matou 150 pessoas, num dos piores acidentes industriais da história da China.
O governo chinês exerce um controle rigoroso das informações divulgadas na rede mundial de computadores e processa regulamente quem considera suspeito.
Entre os presos, há um jornalista e funcionários das bolsas de valores.
As ações chinesas caíram 40% nos últimos meses e 8,5% num dia na semana passada, deflagrando uma queda generalizada nas bolsas de valores do mundo inteiro.
Em 12 de agosto, uma série de explosões em armazéns do cais do porto de Tianjin matou 150 pessoas, num dos piores acidentes industriais da história da China.
O governo chinês exerce um controle rigoroso das informações divulgadas na rede mundial de computadores e processa regulamente quem considera suspeito.
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Explosão mata mais de 50 pessoas em porto da China
Uma série de explosões violentas e ruidosas sentidas a quilômetros de distância provocou ontem um grande incêndio que destruiu vários depósitos onde havia produtos perigosos e muitos outros produtos a espera de serem embarcados no porto de Tianjin, situado na China a 140 quilômetros a sudeste da capital, Beijim. Mais de 50 pessoas morreram e 700 saíram feridas.
Na manhã desta quinta-feira, o número de desaparecidos ainda era incerto e 32 feridos estavam em estado grave, inclusive seis bombeiros, declarou a política de Tianjin, uma grande cidade industrial de 15 milhões de habitantes. A expectiva é de aumento do número de mortos, previu o jornal The New York Times.
A primeira explosão aconteceu às 23h30 de quarta-feira pela hora de Beijim, 11 horas à frente do horário de Brasília. Meia hora depois, houve a explosão mais forte, equivalente a 21 toneladas de trinitrotolueno (TNT), informou a agência oficial Nova China. Todas as vidraças de um prédio residencial próximos foram quebradas.
O primeiro armazém que explodiu era da empresa privada Rui Hai Logística Internacional, que tem autorização para transportar cargas perigosas.
Na manhã desta quinta-feira, o número de desaparecidos ainda era incerto e 32 feridos estavam em estado grave, inclusive seis bombeiros, declarou a política de Tianjin, uma grande cidade industrial de 15 milhões de habitantes. A expectiva é de aumento do número de mortos, previu o jornal The New York Times.
A primeira explosão aconteceu às 23h30 de quarta-feira pela hora de Beijim, 11 horas à frente do horário de Brasília. Meia hora depois, houve a explosão mais forte, equivalente a 21 toneladas de trinitrotolueno (TNT), informou a agência oficial Nova China. Todas as vidraças de um prédio residencial próximos foram quebradas.
O primeiro armazém que explodiu era da empresa privada Rui Hai Logística Internacional, que tem autorização para transportar cargas perigosas.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Poluição supera limites em 89% das grandes cidades da China
O maior e mais rápido desenvolvimento industrial da história, realizado sob a ditadura do Partido Comunista, levou 89% das grandes cidades chinesas a ter níveis de poluição acima dos limites considerados seguros para a saúde humana, revelou ontem o relatório anual do Ministério da Proteção Ambiental da China, citado pelo jornal Latin American Herald Tribune.
Oito das dez cidades mais poluídas ficam na região da capital, Beijim. Das 75 cidades examinadas, Hebei, próxima à capital, teve a pior qualidade do ar em 2014. A quantidade de material particulado no ar de Beijim, Hebei e Tianjin caiu de 106 microgramas em 2013 para 93 no ano passado, mas ainda é muito pouco.
De acordo com o ex-ministro da Saúde Chen Zhu, 350 a 500 mil pessoas morrem prematuramente por ano na China por causa da poluição da atmosfera. Organizações não governamentais estimam que o total chegue a 1,2 milhão.
Oito das dez cidades mais poluídas ficam na região da capital, Beijim. Das 75 cidades examinadas, Hebei, próxima à capital, teve a pior qualidade do ar em 2014. A quantidade de material particulado no ar de Beijim, Hebei e Tianjin caiu de 106 microgramas em 2013 para 93 no ano passado, mas ainda é muito pouco.
De acordo com o ex-ministro da Saúde Chen Zhu, 350 a 500 mil pessoas morrem prematuramente por ano na China por causa da poluição da atmosfera. Organizações não governamentais estimam que o total chegue a 1,2 milhão.
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