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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Berlusconi é absolvido de prostituição de menor

Um tribunal de recursos de Milão anulou hoje a condenação ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi a sete anos de prisão por prostituição de menor a abuso de poder no chamado Rubygate.

Ruby é uma prostituta que teria mantido relações sexuais com Berlusconi com apenas 16 anos da idade. Além disso, o então primeiro-ministro pressionou a polícia a libertá-la quando ela tinha sido presa sob a acusação de roubo.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Promotora pede afastamento de Berlusconi da vida pública

A promotora Ilda Boccassini, do Ministério Público de Milão, pediu ontem uma pena de seis anos de prisão e o afastamento definitivo da vida pública do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi no processo em que o líder direitista é acusado de abuso de poder e prostituição de menor.

Na denúncia, a promotora pede "uma pena básica de cinco anos de cadeia" pela acusação mais grave, de que Berlusconi abusou de seu poder como chefe de governo para libertar a prostituta Ruby na noite de 27 para 28 de maio de 2010, alegando que ela era neta do rei do Marrocos. Essa pena deve ser "agravada em um ano" porque Berlusconi pagou para manter relações sexuais com Ruby quando ela era menor de idade.

Ilda Boccassini afirmou que "um sistema de prostituição foi criado para satisfação sexual pessoal do acusado Silvio Berlusconi". Quando descoberto, o ex-primeiro-ministro teria pressionado Ruby a não revelar a verdadeira natureza da relação entre os dois.

"Conjeturas, distorções e mentiras inspiradas por preconceito e raiva, contra as provas, além da imaginação e do ridículo", protestou Berlusconi na época. "Mas tudo autorizado sob o escudo da toga. Pobre Itália!"

O país certamente está mais pobre. Depois de uma década de crescimento praticamente nulo, enfrenta a pior crise econômica de sua história recente.

Na semana passada, Berlusconi foi condenado a quatro anos de prisão por fraude fiscal no caso Mediaset, sua empresa de mídia, mas a pena foi reduzida para um ano por causa de uma anistia e ainda cabe recurso.

O primeiro-ministro Enrico Letta, chefe do primeiro governo a unir direita e esquerda na Itália desde o fim da Segunda Guerra Mundial, considerou "inaceitável" a participação de ministros numa manifestação realizada sábado na cidade de Bréscia para apoiar Berlusconi e denunciar a "politização" do Poder Judiciário.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Cuba vira destino de turismo sexual e pedofilia

Com a decadência do regime comunista e o aumento da prostituição, Cuba virou nos últimos anos um dos principais destinos do turismo sexual na América, ao lado do Brasil, do Haiti, do México e da República Dominicana, e da pedofilia.

Por apenas US$ 30 por noite, estrangeiros compram sexo na ilha, inclusive com meninos e meninas menores de idade. Sai mais barato do que até a Tailândia, um dos principais destinos internacionais do turismo sexual, e a incidência de aids é menor do que no Haiti e na República Dominicana.

Os canadenses e espanhóis são os maiores fregueses desse turismo criminoso, que envolveu até mesmo uma criança de quatro anos de idade, revelou uma investigação  dos jornais El Nuevo Herald e Toronto Star, citada pelo jornal The Miami Herald.

A ditadura dos irmãos Castro tolera a prostituição, uma das causas da revolução que derrubou a ditadura de Fulgencio Batista em 1959, mas nega a existência de redes clandestinas de pedofilia.

Quando Fidel Castro tomou o poder, declarou que Cuba não seria mais o "bordel dos Estados Unidos" e reprimiu a prostituição.  Com o colapso do comunismo e o fim da União Soviética, em 1991, o comércio do sexo voltou e o comandante deixou.

Depois de dizer, em 1992, que as mulheres cubanas não eram "forçadas a se vender a um homem, a um estrangeiro, a um turista", Fidel acrescentou: "Quem faz isso não faz por necessidade. Posso dizer que elas são prostitutas bem-educadas e muito saudáveis porque nosso país tem uma das menores incidências de aids. Portanto, não há prostituição mais saudável do que a cubana".

Um relatório da Real Polícia Montada do Canadá de 2011 listava Cuba como um dos principais destinos desse turismo predatório.

Em 2012, o relatório anual do Departamento de Estado americano sobre tráfico de pessoas afirmou que o governo cubano "não fez esforços para reduzir a demanda do comércio de sexo". Já em 2003, dissera que as autoridades "faziam vistas grossas à exploração de menores porque é uma fonte moedas fortes".

É o livro comércio do sexo, uma das chagas da sociedade capitalista, contaminando e corrompendo o decadente socialismo cubano.

"Isto é proibido aqui no hotel", reagiu um empregado diante da pergunta de um jornalista que se fez passar por pedófilo, mas logo deu a dica: gigolôs, motoristas de táxi e funcionários de hotéis são intermediários no comércio de sexo com menores. Em "casas particulares" que alugam quartos por US$ 10, tudo é permitido.

Essa exploração comercial do corpo humano, o turismo sexual, só prolifera em ambientes de pobreza extrema. É um subproduto do desespero.

Desde 2003, os Estados Unidos colocam Cuba no pior nível entre os países no combate à prostituição e ao tráfico humano. Ao contrário da lei americana, a cubana "não parece penalizar a prostituição de menores de 16 a 18 anos", diz o relatório do Departamento de Estado. A partir de 18 anos, a prostituição é permitida, mas a gigolotagem é proibida.

O sexo é livre para maiores de 16 anos, mas adolescentes podem se casar a partir dos 14 anos com o consentimento dos pais. A lei é rigorosa com quem mantiver relações sexuais com menores até 14 anos.  Se a Justiça abrir processo, a pena pode chegar a 30 anos de cadeia e até à morte, se houver agravantes como drogas e violência.

Três italianos foram condenados a 25 anos de prisão por homicídio e corrupção de menores por causa da morte de uma menina de 12 anos durante uma festinha na cidade de Bayamo. Um canadense pegou 11 anos de cadeia por abusar de uma menina de 13 anos.

sábado, 7 de abril de 2012

Bordéis da crise escravizam mulheres na Espanha

Em meio à pior crise econômica desde a morte do generalíssimo Francisco Franco e a redemocratização do país, um negócio prospera na Espanha: a prostituição. As vítimas são mulheres escravizadas para vender o corpo.

De 200 a 400 mil mulheres se prostituíam na Espanha em 2010, estima um relatório do Departamento de Estado americano citado pelo jornal The New York Times. Cerca de 90% eram vítimas de tráfico e escravidão sexual.

terça-feira, 15 de março de 2011

Berlusconi pagou 13 vezes por sexo com menor

O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, pagou 13 vezes no ano passado para manter relações sexuais com a prostituta marroquina Karima al-Mahroug, mais conhecida como Ruby, que na época tinha apenas 17 anos, denunciou a procuradoria de Milão.

Tanto Berlusconi como a menina, que agora tem 18 anos, negam ter mantido relações sexuais.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Berlusconi afirma não estar preocupado

Em uma entrevista em que listou os suposts avanços econômicos de seu governo, o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, afirmou hoje não estar preocupado com o julgamento por prostituição de menores e abuso de poder.

Ontem, a Justiça aceitou uma denúncia da procuradoria de Milão. A juíza Cristina di Censo ordenou a abertura de um processo criminal contra Berlusconi. Ele será julgado por três juízas. A primeira audiência está marcada para 6 de abril de 2011.

Uma magistrada italiana comentou que é inédito que um primeiro-ministro seja processado por prostituição.

Berlusconi já enfrentou várias denúncias de corrupção e sonegação de impostos. Como sempre, nega tudo. Diz que nunca pagou por sexo. Desta vez, não vai escapar do banco dos réus.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Mulheres pedem saída de Berlusconi

Dezenas de milhares de mulheres protestaram hoje em mais de 230 cidade italianas e mais 28 no resto do mundo, de Paris a Tóquio, contra o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, denunciado criminalmente na semana passada por prostituição de menores e abuso de poder.

Os cartazes diziam "Basta!" e "A Itália não é um bordel".