O regime comunista da Coreia do Norte tem cerca de 50 quilos de plutônio, suficientes para fabricar 10 bombas atômicas, de acordo com um novo Livro Branco divulgado hoje pelo Ministério da Defesa da Coreia do Sul, reportou a agência de notícias sul-coreana Yonhap.
No relatório anterior, do fim de 2014, o governo sul-coreano estimava em 40 quilos o estoque de plutônio da Coreia do Norte. A nova avaliação estima que o regime stalinista de Pionguiangue avançou também na capacidade de enriquecer urânio e na miniaturização de bombas atômicas, essencial para acomodá-las dentro de mísseis.
Desde o fim de sua maior patrocinadora, a União soviética, em 1991, a Coreia do Sul faz uma chantagem atômica com o Ocidente, ameaçando desenvolver armas nucleares se não receber ajuda em energia e alimentos. O regime comunista da China é seu único aliado externo importante.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Dilma não mostra interesse em política externa
Sem ter mostrado até agora maior interesse na política externa, a presidente Dilma Rousseff autorizou o Ministério das Relações Exteriores a produzir um Livro Branco com as diretrizes para a diplomacia brasileira baseado numa série de debates com representantes da sociedade civil a serem realizados em Brasília de 28 de fevereiro a 2 de abril de 2014.
Em matéria publicada ontem nO Globo para a qual dei entrevista, critiquei a pouca importância que a presidente dá a questões externas, desperdiçando o capital político acumulado com o ativismo da política externa de Lula e Celso Amorim.
Em matéria publicada ontem nO Globo para a qual dei entrevista, critiquei a pouca importância que a presidente dá a questões externas, desperdiçando o capital político acumulado com o ativismo da política externa de Lula e Celso Amorim.
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