A Polícia Internacional (Interpol) pediu formalmente à Rússia a extradição do ex-presidente da Ucrânia Viktor Yanukovich por corrupção, apropriação indébita e desvio de dinheiro público, diz uma nota publicada no sítio da instituição.
Yanukovich fugiu da Ucrânia para a Rússia em 22 de fevereiro de 2014 em meio a uma revolta popular e ao virtual colapso de seu governo.
O governo russo declarou ainda não ter recebido o pedido. Promete examina-lo à luz dos tratados internacionais e das leis da Rússia. É altamente improvável que extradite Yanukovich, uma peça importante na guerra civil fomentada pelo Kremlin no Leste da Ucrânia depois de anexar ilegalmente a região da Crimeia em 17 de março do ano passado.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
terça-feira, 11 de março de 2014
Interpol não vê sinais de terror em sumiço de avião
Depois da identificação de dois jovens iranianos que embarcaram no voo MH-370, da Malaysia Airlines, desaparecido desde o fim de semana, como possíveis imigrantes ilegais sem ligações com o terrorismo, o secretário-geral da Interpol (Polícia Internacional) declarou hoje não ter indícios de que a causa da tragédia tenha sido um atentado.
Hoje as autoridades malasianas identificaram o último ponto de contato do Boeing 777-200 como uma ilha no Estreito de Málaca e concluíram que o piloto se afastou centenas de quilômetros da rota mais comum do voo entre as capitais da Malásia, Kuala Lumpur, e da China, Beijim.
Apesar de buscas intensas realizadas por vários países, inclusive a China, de onde era a maior parte dos passageiros, e os Estados Unidos, que têm maior capacidade tecnológica, não há nenhum sinal do aparelho com 239 pessoas a bordo.
Hoje as autoridades malasianas identificaram o último ponto de contato do Boeing 777-200 como uma ilha no Estreito de Málaca e concluíram que o piloto se afastou centenas de quilômetros da rota mais comum do voo entre as capitais da Malásia, Kuala Lumpur, e da China, Beijim.
Apesar de buscas intensas realizadas por vários países, inclusive a China, de onde era a maior parte dos passageiros, e os Estados Unidos, que têm maior capacidade tecnológica, não há nenhum sinal do aparelho com 239 pessoas a bordo.
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Interpol quer pegar venezuelano da mala de dólares
A Polícia Internacional emitiu hoje uma ordem de prisão internacional contra o empresário venezuelano-americano Guido Alejandro Antonini Wilson, que tentou desembarcar num aeroporto de Buenos Aires com uma maleta com US$ 790 mil não-declarados às autoridades aduaneiras da Argentina. Ele mora em Miami e viajava em companhia de diretores das empresas estatais de petróleo venezuelana (PdVSA) e argentina (Enarsa), em avião fretado pela Enarsa.
O escândalo abalou a candidatura da senadora e primeira-dama Cristina Fernández de Kirchner à Casa Rosada na eleição presidencial de 28 de outubro. Para fugir da acusação, o governo Kirchner alegou que o dinheiro seria destinado a grupos chavistas e não ao pagamento de propinas nem à candidatura de Cristina.
Por causa do escândalo chamado de Maletagate, que se soma à descoberta de outra grande quantia em dólares no banheiro privativo da ministra da Economia, Felisa Miceli, que foi obrigada a pedir demissão, e ao pagamento de propinas em licitações de obras públicas, o kircherismo está na defesa a apenas dois meses da eleição.
O escândalo abalou a candidatura da senadora e primeira-dama Cristina Fernández de Kirchner à Casa Rosada na eleição presidencial de 28 de outubro. Para fugir da acusação, o governo Kirchner alegou que o dinheiro seria destinado a grupos chavistas e não ao pagamento de propinas nem à candidatura de Cristina.
Por causa do escândalo chamado de Maletagate, que se soma à descoberta de outra grande quantia em dólares no banheiro privativo da ministra da Economia, Felisa Miceli, que foi obrigada a pedir demissão, e ao pagamento de propinas em licitações de obras públicas, o kircherismo está na defesa a apenas dois meses da eleição.
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