O Movimento Islâmico dos Homens Livres do Levante (Ahrar al-Cham) tomou hoje uma localidade da Síria onde fica um posto de controle da fronteira com Israel, noticiou o jornal libanês The Daily Star citando como fonte o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental com sede em Londres que monitoria a guerra civil no país.
Na província de Idlibe, no Noroeste da Síria, a Frente da Vitória (Jabhat al-Nusra), ligada à rede terrorista Al Caeda, e milícias jihadistas aliadas cercaram um hospital na cidade de Jisr al-Sugur onde há 150 soldados do Exército da Síria.
Ahrar al-Cham e Jabhat al-Nusra são as milícias mais importantes do Exército da Conquista (Jaish al-Fatah), uma aliança rebelde que lançou uma ofensiva nas províncias de Hama e Idlibe e já controla a maior parte desta última.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quinta-feira, 30 de abril de 2015
Ahrar al-Cham toma ponto de cruzamento na fronteira síria com Israel
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
EUA ampliam ataques a mais dois grupos na Síria
A coalizão liderada pelos Estados Unidos ampliou seus bombardeios aéreos na Síria, incluindo mais duas milícias extremistas muçulmanas entre os alvos: Ahrar al-Cham e Jabhat al-Nusra (Frente da Vitória), noticiou hoje a Agência France Presse (AFP).
Os ataques aéreos foram uma resposta a avanços da frente na luta contra os rebeldes da Coalizão Nacional Síria, apoiados pelos EUA e a União Europeia. Vários combatentes e pelo menos duas crianças foram mortas, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental oposicionista com sede em Londres.
Ao admitir que foram atacadas, as milícias disseram na Internet que a maioria dos mortos era civil. O comando militar americano declarou que os objetivos foram atingindos e que um especialista em fabricar bombas foi morto.
O regime do presidente Bachar Assad se beneficia discretamente dos bombardeios americanos contra seus inimigos extremistas.
Os ataques aéreos foram uma resposta a avanços da frente na luta contra os rebeldes da Coalizão Nacional Síria, apoiados pelos EUA e a União Europeia. Vários combatentes e pelo menos duas crianças foram mortas, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental oposicionista com sede em Londres.
Ao admitir que foram atacadas, as milícias disseram na Internet que a maioria dos mortos era civil. O comando militar americano declarou que os objetivos foram atingindos e que um especialista em fabricar bombas foi morto.
O regime do presidente Bachar Assad se beneficia discretamente dos bombardeios americanos contra seus inimigos extremistas.
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