Depois de dois bombardeios de Israel contra a Síria nos dias 3 e 5 de maio de 2013, o ditador Bachar Assad autorizou a Frente Popular pela Libertação da Palestina-Comando Geral, com sede em Damasco, a atacar "alvos israelenses" nas Colinas do Golã, território sírio ocupado desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967.
A maioria dos grupos palestinos optou por não tomar partido na guerra civil síria. O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), principal partido fundamentalista palestino, que é sunita, abandonou a Síria em protesto, mas a FPLP-CG, que é laica, lutou ao lado de Assad desde o início.
Nesta terça-feira, um morteiro sírio atingiu o Golã. Não há registro sobre mortos ou feridos, noticiou o jornal liberal israelense Haaretz.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 7 de maio de 2013
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Ahmadinejad: "regime sionista é insulto"
Em mais um ataque contra Israel, durante reunião com líderes de grupos palestinos radicais em Damasco, na Síria, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou hoje que "o regime sionista é um insulto à humanidade" e que Israel "perdeu sua razão de existir".
O discurso foi feito durante a conferência Solidariedade Nacional e Islâmica pelo Futuro da Palestinos. Ahmadinejad culpou Israel pela instabilidade no Oriente Médio, a origem de todas as guerras, terrorismo, genocídio e crimes contra a humanidade, um país racista que não respeita os princípios fundamentais do homem.
Entre os participantes do encontro, estavam o dirigente máximo do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), Khaled Mechal, que vive exilado na Síria; o líder da Jihad Islâmica para a Libertação da Palestina, Abdullah Shallah; e o líder da Frente Popular para a Libertação da Palestina-Comando Geral, Ahmed Jibril.
Ahmadinejad encerrou seu discurso propondo um plebiscito sobre a destruição de Israel.
O discurso foi feito durante a conferência Solidariedade Nacional e Islâmica pelo Futuro da Palestinos. Ahmadinejad culpou Israel pela instabilidade no Oriente Médio, a origem de todas as guerras, terrorismo, genocídio e crimes contra a humanidade, um país racista que não respeita os princípios fundamentais do homem.
Entre os participantes do encontro, estavam o dirigente máximo do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), Khaled Mechal, que vive exilado na Síria; o líder da Jihad Islâmica para a Libertação da Palestina, Abdullah Shallah; e o líder da Frente Popular para a Libertação da Palestina-Comando Geral, Ahmed Jibril.
Ahmadinejad encerrou seu discurso propondo um plebiscito sobre a destruição de Israel.
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