O Dia Internacional da Mulher tem origem na luta pelo voto feminino e no movimento sindical e socialista. Em 23 de fevereiro de 1917 (8 de março pelo calendário atual), uma grande marcha por "pão e paz" liderada por mulheres em Petrogrado, na Rússia, marca o início da Revolução de Fevereiro. Breve histórico e Jack Kerouac:
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 8 de março de 2023
quinta-feira, 8 de março de 2018
Mulheres fazem greve por igualdade de direitos na Espanha
As espanholas festejaram o Dia Internacional da Mulher com uma greve e uma mobilização nacional pela igualdade de direitos. Com passeatas em mais de 120 cidades e paralisações, centenas de milhares protestaram contra a discriminação, o assédio e a violência, noticiou o jornal espanhol El País.
Seis milhões de trabalhadoras pararam, de acordo com a estimativa das centrais sindicais que apoiaram o movimento que suscitou todos os debates sobre desigualdade, da corresponsabilidade na administração da casa e da família, da desigualdade de salários e aposentadorias, da discriminação sexual, do assédio e da violência contra a mulher.
A greve feminista coloca a Espanha na vanguarda da luta pela emancipação da mulher e a igualdade de direitos, observa o jornal. "Se nós paramos, o mundo para", era o lema do movimento.
Além de denunciar a violência sexual, as feministas espanholas foram ajudadas na mobilização por uma pesquisa recente que mostra que as mulheres ganham em média 13% a menos por tarefas semelhantes.
Em Madri, o governo estimou em 170 mil o número de manifestantes, enquanto as centrais sindicais inflaram esse número para um milhão. Em Barcelona, a polícia estimou o tamanho da multidão em 200 mil; as organizadoras falaram em 600 mil.
Seis milhões de trabalhadoras pararam, de acordo com a estimativa das centrais sindicais que apoiaram o movimento que suscitou todos os debates sobre desigualdade, da corresponsabilidade na administração da casa e da família, da desigualdade de salários e aposentadorias, da discriminação sexual, do assédio e da violência contra a mulher.
A greve feminista coloca a Espanha na vanguarda da luta pela emancipação da mulher e a igualdade de direitos, observa o jornal. "Se nós paramos, o mundo para", era o lema do movimento.
Além de denunciar a violência sexual, as feministas espanholas foram ajudadas na mobilização por uma pesquisa recente que mostra que as mulheres ganham em média 13% a menos por tarefas semelhantes.
Em Madri, o governo estimou em 170 mil o número de manifestantes, enquanto as centrais sindicais inflaram esse número para um milhão. Em Barcelona, a polícia estimou o tamanho da multidão em 200 mil; as organizadoras falaram em 600 mil.
domingo, 8 de março de 2015
Alemanha exige que 30% das diretoras de empresas sejam mulheres
Neste Dia Internacional da Mulher, menos de 20% dos cargos de direção de grandes empresas na Alemanha são ocupados por mulheres. Mas uma lei aprovada na sexta-feira passada exige que elas ocupem pelo menos 30% das cadeiras de companhias como Volkswagen, BMW, Daimler-Benz, Siemens, Basf, Bayer e Merck, informa o jornal The New York Times.
O projeto foi defendido pela chanceler (primeira-ministra) conservadora Angela Merkel e sua grande coalizão de governo, que inclui a União Democrata-Cristã (CDU) e o Partido Social-Democrata (SPD). A Esquerda e Os Verdes, de oposição, votaram contra, alegando que o projeto é muito tímido; queriam 40% das vagas para mulheres.
Para o ministro da Justiça, Heiko Maas, é "a maior contribuição à igualdade de gêneros desde que as mulheres conquistaram o direito de voto" na Alemanha, em 1918. No ano passado, as mulheres eram 18,6% das diretorias das 100 maiores companhias alemãs.
No Reino Unido, não há lei, mas um movimento conhecido como Clube dos 30%, liderado por Helena Morrisey, conseguiu dobrar desde 2010 o número de mulheres diretoras nas empresas britânicas para 23%.
Nos EUA, não há lei e as mulheres ocupam 17% dos assentos nas diretorias de empresas.
O projeto foi defendido pela chanceler (primeira-ministra) conservadora Angela Merkel e sua grande coalizão de governo, que inclui a União Democrata-Cristã (CDU) e o Partido Social-Democrata (SPD). A Esquerda e Os Verdes, de oposição, votaram contra, alegando que o projeto é muito tímido; queriam 40% das vagas para mulheres.
Para o ministro da Justiça, Heiko Maas, é "a maior contribuição à igualdade de gêneros desde que as mulheres conquistaram o direito de voto" na Alemanha, em 1918. No ano passado, as mulheres eram 18,6% das diretorias das 100 maiores companhias alemãs.
No Reino Unido, não há lei, mas um movimento conhecido como Clube dos 30%, liderado por Helena Morrisey, conseguiu dobrar desde 2010 o número de mulheres diretoras nas empresas britânicas para 23%.
Nos EUA, não há lei e as mulheres ocupam 17% dos assentos nas diretorias de empresas.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Mulheres ganham 20% menos que homens na França
As mulheres francesas ganham em média 47,5 mil euros por ano, cerca de 20% a menos do os homens, com 57,3 mil euros. Em 2008, a diferença era de 2008.
Os dados foram revelados hoje, Dia Internacional da Mulher.
Os dados foram revelados hoje, Dia Internacional da Mulher.
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