A Grécia teve em 2013 um saldo de conta corrente de 1,2 bilhão de euros (US$ 1,64 bilhão), anunciou hoje o Banco da Grécia. Foi o primeiro resultado positivo desde 1948.
Em recessão há seis anos, submetida a um rígido programa de equilíbrio das contas pela troika formada pela União Europeia (UE), o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) por não conseguir honrar suas dívidas, a Grécia registrou um déficit de 4,6 bilhões de euros em 2012.
O saldo positivo foi consequência de um aumento de 2,3% na receita de exportações e uma queda de 4,5% no valor das importações.
No primeiro semestre de 2014, a Grécia ocupa a presidência rotativa da UE. Um dos temas centrais é a criação de uma união bancária para evitar problemas como a crise das dívidas públicas da periferia da Zona do Euro.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 8 de março de 2012
Japão encolheu em ritmo de 0,7% ao ano no fim de 2011
O produto interno bruto do Japão, a terceira maior economia do mundo, sofreu uma queda num ritmo de 0,7% ao ano, um pouco menos do que a expectativa dos economistas, que era de queda de 0,9%.
Com a valorização do iene e a queda nas exportações. O Japão teve um déficit recorde na conta corrente, de US$ 5,7 bilhões, em janeiro de 2012.
Com a valorização do iene e a queda nas exportações. O Japão teve um déficit recorde na conta corrente, de US$ 5,7 bilhões, em janeiro de 2012.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Saldo em conta correnta da China dobra
O saldo em conta corrente da China no terceiro trimestre dobrou em relação ao ano passado, chegando a US$ 102,3 bilhões. No semestre passado, estava em US$ 72,9%, 35% acima do mesmo período no ano passado.
Pelo dado mais recente, o superávit chinês é de 7,2% do produto interno bruto, a soma de todas as riquezas que o país produz num ano, menos as importações.
Na recente reunião do Grupo dos 20 em Seul, na Coreia do Sul, os Estados Unidos queriam limitar saldos comerciais a 5% do PIB de cada país – medida rejeitada por Alemanha e China por ser antimercado. Agora, deve aumentar a pressão dos EUA pela valorização do iuã. Há vários projetos propondo retaliações no Congresso.
quinta-feira, 15 de março de 2007
Déficit em conta corrente dos EUA é recorde: US$857 bi
O déficit em conta corrente dos Estados Unidos atingiu o recorde de US$ 856,7 bilhões em 2006, 8,2% acima dos US$ 791,5 bilhões de 2005, mas diminuiu no último trimestre, por causa da queda dos preços do petróleo e do forte crescimento das exportações. É o equivalente a cerca de 6,5% do produto interno bruto dos EUA, de US$ 13,3 trilhões.
A expectativa é que essa tendência de redução do déficit em conta corrente, que inclue o comércio de bens e serviços, e o fluxo de investimentos, continue neste ano.
Com a queda nos preços do petróleo as importações caíram no último trimestre do ano passado para US$ 195,8 bilhões, o menor em mais de um ano, comparado com US$ 229,4 bilhões no trimestre anterior.
O desequilíbrio da balança comercial dos EUA é uma das grandes preocupações da economia mundial. Um déficit em conta corrente não será corrigido com uma suave desvalorização do dólar.
Como o dólar é a principal moeda de reserva no mundo, um forte abalo na cotação da moeda americana poderia provocar um grande movimento de venda, acelerando ainda mais sua queda. A correção exigiria uma redução forte no consumo nos EUA, com reflexos sobre toda a economia mundial.
A expectativa é que essa tendência de redução do déficit em conta corrente, que inclue o comércio de bens e serviços, e o fluxo de investimentos, continue neste ano.
Com a queda nos preços do petróleo as importações caíram no último trimestre do ano passado para US$ 195,8 bilhões, o menor em mais de um ano, comparado com US$ 229,4 bilhões no trimestre anterior.
O desequilíbrio da balança comercial dos EUA é uma das grandes preocupações da economia mundial. Um déficit em conta corrente não será corrigido com uma suave desvalorização do dólar.
Como o dólar é a principal moeda de reserva no mundo, um forte abalo na cotação da moeda americana poderia provocar um grande movimento de venda, acelerando ainda mais sua queda. A correção exigiria uma redução forte no consumo nos EUA, com reflexos sobre toda a economia mundial.
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