Os ministros do Exterior dos 28 países da União Europeia tiveram acesso a dados que confirmam o uso de armas químicas pela ditadura de Bachar Assad num ataque à periferia de Damasco em 21 de agosto de 2013, afirmou hoje a comissária de comércio exterior do bloco, lady Catherine Ashton.
A UE defendeu uma resposta "clara e forte" contra o regime sírio, mas não aprovou a decisão dos Estados Unidos de bombardear a Síria num ataque punitivo.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sábado, 7 de setembro de 2013
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Irã volta a negociar questão nuclear
O presidente Mahmoud Ahmadinejad declarou hoje que o Irã concordou em participar de uma nova rodada de discussões sobre o programa nuclear do país com os Estados Unidos, a Rússia, a China e a União Europeia, mas afirmou que o enriquecimento de urânio é inegociável.
A comissária de relações exteriores da UE, Catherine Ashton, revelou que as reuniões devem ser realizadas em Genebra nos próximos dias 6 e 7 de dezembro.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Presidente da Europa decepciona
Depois de rejeitar o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair por ter se aliado incondicionalmente ao então presidente americano George W. Bush na invasão do Iraque, em 2003, os líderes da União Europeia indicaram na quinta-feira, 19 de novembro de 2009, o inexpressivo primeiro-ministro da Bélgica, Herman van Rompuy, para a presidência executiva do bloco, criada pelo Tratado de Lisboa, por um período de dois anos e meio.
O novo tratado constitutivo da UE entrou em vigor em 1º de novembro para substituir o fracassado projeto de uma Constituição da Europa, que na verdade era outro tratado. Seus autores não tinham o poder constituinte delegado pelo voto dos cidadãos.
Se a proposta era nomear um Sr. Europa, um líder de prestígio que pudesse falar em nome do continente, o resultado é medíocre. Mostra a debilidade da integração europeia. No continente que inventou o nacionalismo, o nacionalismo recusa-se a ceder em nome da união.
A supercomissária de Relações Exteriores da UE será a atual comissária de Comércio do bloco, a baronesa britânica Catherine Ashton. Em princípio, tem muito menos peso político do que o atual ocupante do posto, o ex-ministro do Exterior espanhol Javier Solana.
Sem coesão, sem ideias e sem inspiração, a Europa dos 27 perde consistência política.
O novo tratado constitutivo da UE entrou em vigor em 1º de novembro para substituir o fracassado projeto de uma Constituição da Europa, que na verdade era outro tratado. Seus autores não tinham o poder constituinte delegado pelo voto dos cidadãos.
Se a proposta era nomear um Sr. Europa, um líder de prestígio que pudesse falar em nome do continente, o resultado é medíocre. Mostra a debilidade da integração europeia. No continente que inventou o nacionalismo, o nacionalismo recusa-se a ceder em nome da união.
A supercomissária de Relações Exteriores da UE será a atual comissária de Comércio do bloco, a baronesa britânica Catherine Ashton. Em princípio, tem muito menos peso político do que o atual ocupante do posto, o ex-ministro do Exterior espanhol Javier Solana.
Sem coesão, sem ideias e sem inspiração, a Europa dos 27 perde consistência política.
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