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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Cólera desafia sistema de saúde de Cuba

Uma epidemia de cólera desafia o sistema de saúde pública, um dos orgulhos do regime comunista de Cuba. O número de casos subiu de 85 para 110, e as autoridades sanitárias aconselharam os habitantes da província de Granma, a mais atingida, a evitar viagens.

Oficialmente, o governo admite três mortes, mas um jornalista dissidente disse que só em Santiago de Cuba os médicos falaram em oito mortos, informa a companhia jornalística americana McClatchy Newspapers.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Cólera já matou mais de 3 mil no Haiti

total de mortos na epidemia de cólera no Haiti chegou ontem a 3.333. 


Pelo menos 140 mil haitianos contraíram a doença, que se espalhou por todas as regiões do país mais pobre da América.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Mortos pela cólera no Haiti já são 2.535

O total de mortos pela epidemia de cólera que atinge o Haiti desde outubro de 2010 subiu para 2.535, de acordo com o novo balanço divulgado ontem pelas autoridades haitianas.

Ao todo, 114.497 pessoas contraíram a doença.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Oposição denuncia fraude no Haiti

Antes do fechamento das urnas, 12 dos 19 candidatos denunciaram fraude em massa e pediram a anulação da eleição presidencial realizada domingo no Haiti. Mas o Conselho Nacional Eleitoral rejeitou o pedido, alegando haver irregularidades em apenas 3,5% das urnas.

Mirlande Manigat, a favorita nas pesquisas, e outros 11 candidatos, inclusive o popstar Michel Martelly, deram uma entrevista coletiva antes do encerramento da votação, declarando que a manipulação era inaceitável. Há denúncias sobre votos para o candidato oficial, Jude Celestin, sendo enfiados nas urnas e nomes de eleitores da oposição desaparecendo das listas de votação.

A situação é confusa, com atos de violência política registrados em várias localidades.

O total de mortos pela cólera subiu nesta segunda-feira para 1.721.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Cólera já matou 1.344 pessoas no Haiti

total de mortos pela epidemia de cólera no Haiti sobiu hoje para 1.344, com 57 mil pessoas contaminadas, aumentando a tensão às vésperas das eleições presidencial e parlamentares do próximo domingo.

As organizações não governamentais reclamaram hoje do combate que as Nações Unidas estão dando à epidemia. O apelo da ONU aos países-membros por uma ajuda extra de US$ 164 milhões, mais de R$ 280 milhões, não teve grande resposta até agora.

Com esgoto correndo a céu aberto e 1,3 milhão de flagelados pelo terremoto de 12 de janeiro vivendo até hoje em acampamentos improvisados, a expectativa é de que a epidemia se agrave antes de ceder.

domingo, 14 de novembro de 2010

Cólera já matou 917 no Haiti

O número oficial de mortos na epidemia de cólera no Haiti subiu hoje para 917. Mais de 14 mil pessoas estão hospitalizadas.

A doença se alastra. Já atinge seis das dez províncias do país mais pobre da América, arrasado em janeiro passado por um terremoto que matou mais de 200 mil pessoas. As Nações Unidas temem que 200 mil haitianos sejam contaminados.

sábado, 13 de novembro de 2010

ONU teme 200 mil casos de cólera no Haiti

As Nações Unidas advertem que 200 mil haitianos podem ser contaminados pela epidemia de cólera que matou mais de 800 pessoas nas últimas três semanas.

A doença chegou a Gonaïves, a terceira cidade do Haiti. O maior problema é a falta de saneamento, já que a cólera se transmite pela água e pelas fezes. A maioria da população não tem acesso a água limpa e não há tratamento de esgotos.

Aqui no Rio, a organização não governamental Viva-Rio, que trabalha há oito anos no Haiti, vai mandar mais de mil filtros especiais capazes de reter o vibrião colérico para a região onde atua, nas favelas de Porto Príncipe.

"Serão mil filtros com capacidade de purificar mil litros de água por dia, aumentando portanto a capacidade daquele região em um milhão de litros de água limpa por ano", anunciou hoje o diretor do Viva-Rio, Rubem César Fernandes.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Dez bilhões para comprar pão

Para enfrentar a maior hiperinflação hoje no mundo, de mais de 231 milhões por cento ao ano, o Zimbábue lançou na semana passada a nota de 10 bilhões de dólares zimbabuanos, que vale cerca de US$ 20.

Com o dinheiro, é possível comprar 20 baguetes.

O Zimbábue está à beira do colapso, em grave crise desde o segundo turno da eleição presidencial, realizado em junho, com a desistência do candidato da oposição, Morgan Tsvangirai, que teria ganho no primeiro turno.

Nos últimos meses, foi aberto um diálogo entre a oposição e o governo, mas o ditador Robert Mugabe, no poder há 28 anos, se nega a fazer as concessões necessárias a uma partilha do poder.

A população enfrenta uma epidemia de cólera que já matou mil pessoas, enquanto o governo afirma ter controlado a doença e acusa a antiga potência colonial, o Reino Unido, de vetar créditos para a recuperação econômica do Zimbábue.

Como observou um zimbabuano entrevistado pela BBC, hoje em dia não são mais as potências coloniais que exploram os africanos, são os próprios africanos.