Duas vilas próximas à cidade de Khaki, na província de Bushehr, no Sudeste do Irã, foram destruídas hoje por um terremoto de 6,3 graus na escala aberta de Richter, informou o Crescente Vermelho, a Cruz Vermelha dos países muçulmanos. Pelo menos 37 pessoas morreram e 800 foram feridas.
O Crescente Vermelho anunciou que as vilas de Chambe, com 1.746 habitantes, e Sana, que tinha 1.253 moradores, foram seriamente danificadas.
A única usina nuclear iraniana fica em Bushehr. O governo afirma que não sofreu danos.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 9 de abril de 2013
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Irã alimenta reator para gerar energia nuclear
A república islâmica do Irã começou hoje a alimentar seu primeiro reator nuclear para geração de energia, em Bushehr, apesar dos protestos e pressões internacionais contra seu programa nuclear, suspeito de estar desenvolvendo armas atômicas.
Na Bélgica, dissidentes iranianos protestaram contra o programa nuclear e a ajuda da Rússia.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Irã admite que sanções atrasam programa nuclear
A primeira usina nuclear do Irã deve ser inaugurada em setembro, na cidade de Bushehr, depois do sucesso dos últimos testes no reator de tecnologia. Mas o chefe da agência iraniana de energia atômica, Ali Akbar Salehi, admite que as sanções aprovadas há um mês pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas podem atrasar o programa nuclear do Irã.
Faz 15 anos que a Rússia concordou em construir o reator de mil megavates. O projeto de US$ 1 bilhão, cerca de US$ 1,77 bilhão pelo câmbio de hoje, foi adiado várias vezes.
Os Estados Unidos criticaram a Rússia, considerando prematuro inaugurar o primeiro reator nuclear para a produção de energia no Irã antes do país provar que seu programa nuclear tens fins inteiramente pacíficos.
Faz 15 anos que a Rússia concordou em construir o reator de mil megavates. O projeto de US$ 1 bilhão, cerca de US$ 1,77 bilhão pelo câmbio de hoje, foi adiado várias vezes.
Os Estados Unidos criticaram a Rússia, considerando prematuro inaugurar o primeiro reator nuclear para a produção de energia no Irã antes do país provar que seu programa nuclear tens fins inteiramente pacíficos.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Rússia entrega urânio enriquecido ao Irã
A Rússia começou nesta semana a entregar urânio enriquecido ao Irã. É parte de um plano para evitar o desenvolvimento da bomba atômica mas ao mesmo tempo um sinal de apoio ao direito iraniano de usar a energia atômica para fins pacíficos.
O combustível nuclear será utilizado na usina de Bushehr, construída a um custo de US$ 1 bilhão.
Nos Estados Unidos, na Europa e em Israel, há fortes suspeitas de que a usina seja usada para desenvolver armas nucleares. Mas, recentemente, um informe dos 16 serviços secretos americanos disse que o Irã suspendeu seu programa nuclear militar clandestino em 2003.
A empresa estatal russa Atomstroiexport justificou o negócio alegando que a usina de Bushehr foi erguida sob a fiscalização da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que na verdade ainda tem diversas dúvidas sobre o programa nuclear da república islâmica.
O combustível nuclear será utilizado na usina de Bushehr, construída a um custo de US$ 1 bilhão.
Nos Estados Unidos, na Europa e em Israel, há fortes suspeitas de que a usina seja usada para desenvolver armas nucleares. Mas, recentemente, um informe dos 16 serviços secretos americanos disse que o Irã suspendeu seu programa nuclear militar clandestino em 2003.
A empresa estatal russa Atomstroiexport justificou o negócio alegando que a usina de Bushehr foi erguida sob a fiscalização da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que na verdade ainda tem diversas dúvidas sobre o programa nuclear da república islâmica.
terça-feira, 20 de março de 2007
Rússia dá ultimato ao Irã por programa nuclear
A Rússia advertiu o Irã de que vai suspender o fornecimento de combustível nuclear para a usina atômica de Bushehr, que ajudou a construir, se a república islâmica não parar de enriquecer urânio, como exige o Conselho de Segurança das Nações Unidas, informa hoje o jornal The New York Times.
Teria sido uma dura advertência. "Consideramos essa decisão russa muito importante", comentou um diplomata europeu. "Mostra que nosso desacordo com a Rússia em torno do programa nuclear iraniano é tático. Os russos também não querem um Irã com armas atômicas".
Os Estados Unidos já teriam planos para bombardear as instalações nucleares iranianas, se não houver um acordo para desativar o programa atômico da república dos aiatolás.
Teria sido uma dura advertência. "Consideramos essa decisão russa muito importante", comentou um diplomata europeu. "Mostra que nosso desacordo com a Rússia em torno do programa nuclear iraniano é tático. Os russos também não querem um Irã com armas atômicas".
Os Estados Unidos já teriam planos para bombardear as instalações nucleares iranianas, se não houver um acordo para desativar o programa atômico da república dos aiatolás.
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