sábado, 3 de janeiro de 2026

Trump captura Maduro e ameaça controlar a Venezuela

Depois de poucas semanas de cerco, forças de operações especiais do Exército dos Estados Unidos capturaram na madrugada de hoje em Caracas o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua mulher, Cilia Flores. Os dois já estão em Nova York, onde serão processados por terrorismo e tráfico de drogas. 

A ação é ilegal à luz do direito internacional. Trump declarou que vai governar a Venezuela e controlar as reservas de petróleo do país, as maiores do mundo, até "uma transição segura, apropriada e judiciosa."

Desde agosto, os EUA enviaram forças militares para o Mar do Caribe perto da costa da Venezuela. Depois de atacar pequenos barcos que acusou de tráfico de drogas, Trump ordenou um bloqueio a navios petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela.O petróleo é fundamental para a economia venezuelana, que tem as maiores reservas mundiais, 303 bilhões de barris.

Na madrugada hoje, 150 aviões de guerra participaram da operação, que começou com bombardeio de sistemas de defesa antiaérea e arsenais das Forças Armadas da Venezuela. Uma grande explosão atingiu o Forte Tiúna, em Caracas, onde estava o ditador venezuelano. Trump disse que a captura de Maduro em si durou apenas 47 segundos.

Vários países, inclusive o Brasil, o México e a Colômbia, condenaram o ataque. A China alertou para o risco de desestabilização da América Latina. A União Europeia pediu uma transição pacífica e democrática.

Trump conquistou uma vitória tática importante que não garante o sucesso de sua estratégia para a América Latina. O grande problema das intervenções militares é o dia seguinte. O recado é que os EUA pretendem usar a força onde e quando quiserem.
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