A venda de unidades residenciais novas subiu 2% em fevereiro de 2016 nos Estados Unidos, projetando um total de 512 mil novas casas e apartamentos num ano, ligeiramente acima da expectativa dos analistas, anunciou na quarta-feira o Departamento de Comércio.
Em janeiro, o ritmo de vendas projetava a construção de 502 mil casas por ano. Os economistas previam 510 mil em fevereiro.
Apesar do ganho mensal, na comparação anual, a venda de casas novas ficou 6% abaixo do nível de fevereiro de 2015. Os imóveis novos representam 7% do setor habitacional do mercado imobiliário americano.
O preço médio de uma casa nova subiu 6,2% para US$ 301 mil. O estoque de imóveis residenciais novos a venda em fevereiro aumentou 1,7% para 240 mil unidades. É o maior desde outubro de 2009, em plena crise.
Como a Grande Recessão (2008-9) começou no setor habitacional do mercado imobiliário, ele tem sido observado de perto como indicador da recuperação econômica dos EUA.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 25 de março de 2016
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Crescimento dos EUA no fim de 2015 foi maior do que estimado
A economia dos Estados Unidos terminou o ano passado um pouco melhor do que foi calculado anteriormente. A revisão do produto interno bruto do quarto trimestre indica um crescimento num ritmo de 1% ao, em vez do 0,7% da primeira estimativa, anunciou hoje o Departamento do Comércio.
Os economistas esperavam uma redução no índice para 0,4% ao ano. Um mercado de trabalho robusto e a alta nos preços dos imóveis residenciais dão lastro para a maior economia do mundo resistir à desaceleração da economia mundial.
Depois de um forte crescimento de 3,9% ao ano no segundo trimestre de 2015, a economia dos EUA se desacelerou para 2% no terceiro trimestre e 1% no quarto.
O consumo doméstico, principal componente do PIB americano, foi revisado para baixo, de 2,2% para 2%. A maioria dos analistas prevê crescimento maior neste trimestre, em torno de 2% ao ano.
Os economistas esperavam uma redução no índice para 0,4% ao ano. Um mercado de trabalho robusto e a alta nos preços dos imóveis residenciais dão lastro para a maior economia do mundo resistir à desaceleração da economia mundial.
Depois de um forte crescimento de 3,9% ao ano no segundo trimestre de 2015, a economia dos EUA se desacelerou para 2% no terceiro trimestre e 1% no quarto.
O consumo doméstico, principal componente do PIB americano, foi revisado para baixo, de 2,2% para 2%. A maioria dos analistas prevê crescimento maior neste trimestre, em torno de 2% ao ano.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Venda de casas novas avançou 14,5% nos EUA em 2015
A venda de novas unidades habitacionais nos Estados Unidos cresceu 14,5% para 507 mil no ano passado, revelou ontem o Departamento do Comércio.
O preço médio das casas novas vendidas em dezembro ficou em US$ 288.900, uma queda de 4,3% em comparação com dezembro de 2014. No mês passado, havia 237 imóveis residenciais novos à venda, um estoque que deve durar pouco mais de cinco meses no atual ritmo de negócios.
A recuperação do setor habitacional do mercado imobiliário americano, onde começou a Grande Recessão de 2008-9, é considera essencial para a normalização da maior economia do mundo.
O preço médio das casas novas vendidas em dezembro ficou em US$ 288.900, uma queda de 4,3% em comparação com dezembro de 2014. No mês passado, havia 237 imóveis residenciais novos à venda, um estoque que deve durar pouco mais de cinco meses no atual ritmo de negócios.
A recuperação do setor habitacional do mercado imobiliário americano, onde começou a Grande Recessão de 2008-9, é considera essencial para a normalização da maior economia do mundo.
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