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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

ONU critica lentidão da ajuda ao Paquistão

ONU criticou hoje a lentidão na ajuda internacional ao Paquistão, arrasado pela pior enchente de sua história. Pelos cálculos das Nações Unidas, 16,8 milhões foram afetados e 8 milhões precisam de ajuda de emergência.

O Paquistão iniciou negociações com o FMI para receber ajuda econômica de emergência. Com as inundações, a economia deve crescer entre 0 e 3%. Antes, a expectativa era de expansão de 4,5%. A agricultura foi especialmente atingida. 

Com a tragédia humanitária e a crise econômica, os EUA temem um aumento da influência dos extremistas. 

Pelo menos 500 mil flagelados estão abrigados precariamente em 5 mil escolas. Há pelo menos 120 casos de suspeita de malária e dengue. A revolta popular contra a falta de ajuda aumenta. Na província de Sindh, onde 80% foram afetados, muita gente permanece em aldeias alagadas. O país se prepara para mais chuvas fortes.

• No Waziristão do Sul, um terrorista suicida matou 20 num ataque a uma mesquita.

sábado, 28 de junho de 2008

Paquistão lança ofensiva contra extremistas

Na primeira ofensiva contra extremistas muçulmanos desde a posse de um governo civil há três meses, as Forças Armadas do Paquistão bombardearam três acampamentos rebeldes. Sob pressão dos Estados Unidos, o novo governo rompe a trégua acertada com os islamitas radicais.

Os extremistas islâmicos estavam em guerra contra o governo paquistanês desde o assalto à Mesquita Vermelha de Islamabad, em julho do ano passado, em que morreram 154 homens. A operação provocou a Terceira Guerra do Waziristão, que matou 3 mil pessoas, e uma onda de atentados terroristas contra o Estado paquistanês que matou 500 pessoas, inclusive a ex-primeira-ministra Benazir Bhutto, em 27 de dezembro de 2008.

Quando assumiu, o governo civil negociou uma trégua, apesar das pressões americanas. Agora, os rebeldes anunciaram o fim do cessar-fogo.

sábado, 19 de janeiro de 2008

CIA e Paquistão apontam assassino de Benazir

Os serviços secretos dos Estados Unidos e do Paquistão concluíram que Baitullah Mehsud - líder dos Talebã do Paquistão - foi o mandante do assassinato da ex-primeira-ministra Benazir Bhutto.

Logo depois do atentado de 27 de dezembro, o governo paquistanês responsabilizou Meshud dizendo ter gravações telefônicas clandestinas que comprometiam seu grupo radical. O diretor da Agência Central de Inteligência (CIA) confirmou a suspeita em entrevista ao jornal The Washington Post de sexta-feira, 18 de janeiro.

Meshud age a partir de regiões tribais do Noroeste do Paquistão. As autoridades paquistaneses culpam-no por uma série de ataques, inclusive um nesta semana em que fundamentalistas muçulmanos tomaram um posto militar no Waziristão do Sul.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Paquistão mata 35 militantes no Waziristão

O Exército do Paquistão matou 35 fundamentalistas muçulmanos em regiões tribais, dois dias depois que o presidente dos Estados Unidos, George Walker Bush, declarou estar "perturbado" por saber que a rede terrorista Al Caeda está se fortalecendo nas regiões tribais paquistanesas, especialmente junto à fronteira com o Afeganistão, onde estariam refugiados Ossama ben Laden e a cúpula da Caeda.