O Parlamento do Nepal elegeu hoje Khadga Prasad Oli como novo primeiro-ministro do país. Ele recebeu os votos de 338 dos 597 deputados da Assembleia Nacional, noticiou a televisão pública britânica BBC.
Como principais desafios, o novo líder terá de enfrentar os protestos contra a nova Constituição e a escassez de combustíveis, além de reconstruir o Nepal depois do violento terremoto de abril.
Oli teve o apoio de uma aliança de monarquistas, maoístas e centristas. Ele venceu o primeiro-ministro Sushil Koirala para se tornar o primeiro chefe de governo eleito sob a nova Constituição.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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domingo, 11 de outubro de 2015
terça-feira, 28 de abril de 2015
Terremoto atingiu 8 milhões de nepaleses, diz a ONU
Oito dos 26,5 milhões de habitantes do Nepal foram atingidos pelo violento terremoto de 25 de abril de 2015 e mais de 1,4 milhão precisam de ajuda alimentar para não passar, advertiram ontem as Nações Unidas. Na manhã desta terça-feira, 72 horas depois do grande abalo, o total de mortes confirmadas subiu para 4,4 mil, noticiou a televisão americana CNN.
Pelo menos 16 países enviaram equipes de socorro e ajuda de emergência, inclusive hospitais de campanha. Os hospitais locais não conseguem atender aos mais de 8 mil feridos. Faltam água, alimentos, medicamentos, suprimentos médicos, agasalhos e abrigo.
Centenas de milhares de pessoas dormiram ao ar livre. Um parque usado para solenidades militares virou um grande acampamento na capital, Catmandu.
A maior preocupação é com as cidades do interior situadas mais perto do epicentro do terremoto, localizado a 80 km a noroeste de Catmandu, até agora inacessíveis. Lá e em outras regiões, os feridos não receberam nenhuma ajuda, a não ser dos próprios sobreviventes.
O primeiro-ministro Sushil Koirala estima que o total de mortos pode chegar a 10 mil.
Pelo menos 16 países enviaram equipes de socorro e ajuda de emergência, inclusive hospitais de campanha. Os hospitais locais não conseguem atender aos mais de 8 mil feridos. Faltam água, alimentos, medicamentos, suprimentos médicos, agasalhos e abrigo.
Centenas de milhares de pessoas dormiram ao ar livre. Um parque usado para solenidades militares virou um grande acampamento na capital, Catmandu.
A maior preocupação é com as cidades do interior situadas mais perto do epicentro do terremoto, localizado a 80 km a noroeste de Catmandu, até agora inacessíveis. Lá e em outras regiões, os feridos não receberam nenhuma ajuda, a não ser dos próprios sobreviventes.
O primeiro-ministro Sushil Koirala estima que o total de mortos pode chegar a 10 mil.
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