Uma falha no sistema de segurança do Museu de Arte Moderna da Cidade de Paris permitiu a entrada de um ladrão que roubou cinco obras-primas:
• O Pombo e as Ervilhas, de Pablo Picasso;
• A Pastoral, de Henri Matisse;
• A Oliveira Próxima a Estaque, de Georges Braque;
• A Mulher com Leque, de Amedeo Modigliani;
• e Natureza Morta com Candelabro, de Fernand Léger.
Os críticos de arte imaginam que o ladrão terá grande dificuldade em vender os quadros, já que todo o mercado está avisado, a não ser que procure colecionadores privados que jamais exponham os quadros publicamente.
De qualquer maneira, os preços do mercado são muito menores do que os R$ 230 milhões de reais que esses quadros valeriam num leilão legalizado.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Quadro de Picasso vale US$ 106,5 bilhões
O quadro Nu, Folhas Verdes e Busto, do pintor espanhol Pablo Picasso, foi vendido ontem pela casa de leilões Christie's em Nova York por US$ 106,5 bilhões, um novo recorde para o mercado de artes plásticas, informou o jornal The New York Times.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Desenhos de Picasso são roubados em Paris
A polícia da França abriu investigação hoje sobre o desaparecimento de um caderno com 32 desenhos do espanhol Pablo Picasso (1881-1973), considerado o maior pintor do século 20.
Picasso era comunista e se exilou na França para escapar da ditadura do generalíssimo Francisco Franco. O Museu Picasso é um dos mais charmosos museus de um único artista em Paris.
Como não há sinais de arrombamento, a polícia suspeita que a caixa onde o caderno estava guardado não tinha sido trancado ontem.
Os especialistas avaliam que os desenhos furtados de Picasso valham cerca de R$ 25 milhões.
Picasso era comunista e se exilou na França para escapar da ditadura do generalíssimo Francisco Franco. O Museu Picasso é um dos mais charmosos museus de um único artista em Paris.
Como não há sinais de arrombamento, a polícia suspeita que a caixa onde o caderno estava guardado não tinha sido trancado ontem.
Os especialistas avaliam que os desenhos furtados de Picasso valham cerca de R$ 25 milhões.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
Dois quadros de Picasso são roubados em Paris
Dois quadros do espanhol Pablo Picasso, considerado o maior pintor do século 20, foram roubados do apartamento de uma de suas netas, Diana Widmaier-Picasso, no elegante 7º distrito de Paris.
As obras, avaliadas em US$ 66 milhões ((R$ 140 milhões), são: Maya com a Boneca, uma tela de 60x40 centímetros de sua filha com Marie-Therese Walter, Maya Widmaier, pintada em 1938; e Retrato de Uma Mulher, Jacqueline, uma pintura a óleo de 170x150 cm da segunda mulher de Picasso.
As obras, avaliadas em US$ 66 milhões ((R$ 140 milhões), são: Maya com a Boneca, uma tela de 60x40 centímetros de sua filha com Marie-Therese Walter, Maya Widmaier, pintada em 1938; e Retrato de Uma Mulher, Jacqueline, uma pintura a óleo de 170x150 cm da segunda mulher de Picasso.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
Mercado de arte está mais quente do que nunca
Os preços das obras de arte subiram em média 27% no ano passado nos Estados Unidos, na maior alta de todos os tempos.
Quando 'O Garoto com um Cachimbo', do espanhol Pablo Picasso, atingiu o recorde de US$ 104 milhões num leilão da Sotheby's, em Nova Iorque, em 2004, pela primeira vez um quadro superava a marca de US$ 100 milhões.
Em 2006, o magnata do entretenimento David Geffen vendeu mais de meio bilhão de dólares em quadros em poucos meses, com 'No.5, 1948', de Jackson Pollock, por US$140m. Ronald Lauder, herdeiro da empresa de produtos de beleza, pagou US$ 135 milhões por 'Adele Bloch-Bauer 1', do austríaco Gustav Klimt. Steve Wynn, dono de cassino, venderia 'O Sonho', de Picasso, por US$ 140 milhões, se não tivesse furado o quatro acidentalmente.
Em dezembro, 50 mil pessoas participaram de uma feira de arte em Miami com cinco dias de leilões que atraíram uma frota de jatinhos fretados maior do que o Super Bowl, a grande final do campeonato de futebol americano.
Se um colecionador experiente vê a formação de uma bolha como aconteceu nos anos 1985-90, para o professor Michael Moses, da Stern School of Business da Universidade de Nova Iorque, "estamos crescendo a uma taxa que talvez não seja sustentável. No entanto, os preços não estão crescendo tão rapidamente quanto de 1985 a 1990, o pico da última alta do mercado de arte. Isto indica que ainda não estamos numa bolha. Teremos pelo menos mais um ano em alta".
Quando 'O Garoto com um Cachimbo', do espanhol Pablo Picasso, atingiu o recorde de US$ 104 milhões num leilão da Sotheby's, em Nova Iorque, em 2004, pela primeira vez um quadro superava a marca de US$ 100 milhões.
Em 2006, o magnata do entretenimento David Geffen vendeu mais de meio bilhão de dólares em quadros em poucos meses, com 'No.5, 1948', de Jackson Pollock, por US$140m. Ronald Lauder, herdeiro da empresa de produtos de beleza, pagou US$ 135 milhões por 'Adele Bloch-Bauer 1', do austríaco Gustav Klimt. Steve Wynn, dono de cassino, venderia 'O Sonho', de Picasso, por US$ 140 milhões, se não tivesse furado o quatro acidentalmente.
Em dezembro, 50 mil pessoas participaram de uma feira de arte em Miami com cinco dias de leilões que atraíram uma frota de jatinhos fretados maior do que o Super Bowl, a grande final do campeonato de futebol americano.
Se um colecionador experiente vê a formação de uma bolha como aconteceu nos anos 1985-90, para o professor Michael Moses, da Stern School of Business da Universidade de Nova Iorque, "estamos crescendo a uma taxa que talvez não seja sustentável. No entanto, os preços não estão crescendo tão rapidamente quanto de 1985 a 1990, o pico da última alta do mercado de arte. Isto indica que ainda não estamos numa bolha. Teremos pelo menos mais um ano em alta".
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