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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Ladrão rouba obras-primas de museu de Paris

Uma falha no sistema de segurança do Museu de Arte Moderna da Cidade de Paris permitiu a entrada de um ladrão que roubou cinco obras-primas:
• O Pombo e as Ervilhas, de Pablo Picasso;
• A Pastoral, de Henri Matisse;
• A Oliveira Próxima a Estaque, de Georges Braque;
• A Mulher com Leque, de Amedeo Modigliani;
• e Natureza Morta com Candelabro, de Fernand Léger.

Os críticos de arte imaginam que o ladrão terá grande dificuldade em vender os quadros, já que todo o mercado está avisado, a não ser que procure colecionadores privados que jamais exponham os quadros publicamente.

De qualquer maneira, os preços do mercado são muito menores do que os R$ 230 milhões de reais que esses quadros valeriam num leilão legalizado.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Quadro de Picasso vale US$ 106,5 bilhões

O quadro Nu, Folhas Verdes e Busto, do pintor espanhol Pablo Picasso, foi vendido ontem pela casa de leilões Christie's em Nova York por US$ 106,5 bilhões, um novo recorde para o mercado de artes plásticas, informou o jornal The New York Times.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Desenhos de Picasso são roubados em Paris

A polícia da França abriu investigação hoje sobre o desaparecimento de um caderno com 32 desenhos do espanhol Pablo Picasso (1881-1973), considerado o maior pintor do século 20.

Picasso era comunista e se exilou na França para escapar da ditadura do generalíssimo Francisco Franco. O Museu Picasso é um dos mais charmosos museus de um único artista em Paris.

Como não há sinais de arrombamento, a polícia suspeita que a caixa onde o caderno estava guardado não tinha sido trancado ontem.

Os especialistas avaliam que os desenhos furtados de Picasso valham cerca de R$ 25 milhões.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Dois quadros de Picasso são roubados em Paris

Dois quadros do espanhol Pablo Picasso, considerado o maior pintor do século 20, foram roubados do apartamento de uma de suas netas, Diana Widmaier-Picasso, no elegante 7º distrito de Paris.

As obras, avaliadas em US$ 66 milhões ((R$ 140 milhões), são: Maya com a Boneca, uma tela de 60x40 centímetros de sua filha com Marie-Therese Walter, Maya Widmaier, pintada em 1938; e Retrato de Uma Mulher, Jacqueline, uma pintura a óleo de 170x150 cm da segunda mulher de Picasso.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Mercado de arte está mais quente do que nunca

Os preços das obras de arte subiram em média 27% no ano passado nos Estados Unidos, na maior alta de todos os tempos.

Quando 'O Garoto com um Cachimbo', do espanhol Pablo Picasso, atingiu o recorde de US$ 104 milhões num leilão da Sotheby's, em Nova Iorque, em 2004, pela primeira vez um quadro superava a marca de US$ 100 milhões.

Em 2006, o magnata do entretenimento David Geffen vendeu mais de meio bilhão de dólares em quadros em poucos meses, com 'No.5, 1948', de Jackson Pollock, por US$140m. Ronald Lauder, herdeiro da empresa de produtos de beleza, pagou US$ 135 milhões por 'Adele Bloch-Bauer 1', do austríaco Gustav Klimt. Steve Wynn, dono de cassino, venderia 'O Sonho', de Picasso, por US$ 140 milhões, se não tivesse furado o quatro acidentalmente.

Em dezembro, 50 mil pessoas participaram de uma feira de arte em Miami com cinco dias de leilões que atraíram uma frota de jatinhos fretados maior do que o Super Bowl, a grande final do campeonato de futebol americano.

Se um colecionador experiente vê a formação de uma bolha como aconteceu nos anos 1985-90, para o professor Michael Moses, da Stern School of Business da Universidade de Nova Iorque, "estamos crescendo a uma taxa que talvez não seja sustentável. No entanto, os preços não estão crescendo tão rapidamente quanto de 1985 a 1990, o pico da última alta do mercado de arte. Isto indica que ainda não estamos numa bolha. Teremos pelo menos mais um ano em alta".