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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Chefe da Guarda: Rouhani não deveria atender Obama

Num sinal do conflito interno do regime fundamentalista do Irã em torno das relações com os Estados Unidos, o comandante da Guarda Revolucionária, general Mohamed Ali Jafari, afirmou que o presidente Hassan Rouhani não deveria ter atendido à ligação telefônica do presidente Barack Obama.

Jafari declarou que Rouhani adotou uma posição "firme e apropriada" no discurso perante a Assembleia-Geral das Nações Unidas, e que deveria ter recusado a ligação telefônica assim como se negou a encontrar Obama pessoalmente na sede da ONU.

Como a Guarda Revolucionária controla o programa nuclear do Irã, a declaração indica as dificuldades à frente para que os dois países possam chegar a um acordo. Ao receber hoje o primeiro-ministro de Israel na Casa Branca, Obama repediu: "Concordamos que é imperativo que o Irã não possua armas nucleares".

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Irã admite que tropa de elite luta pelo governo da Síria

Pela primeira em um ano e meio de conflito na Síria, as autoridades do Irã reconheceram pela primeira vez que a Força Quods, braço da Guarda Revolucionária Iraniana para ações no exterior, está lutando ao lado da ditadura da Bachar Assad.

Seu comandante, general Mohamed Ali Jafari, afirmou que o Irã dá apenas "apoio intelectual e assessoria" à ditadura de Assad, mas está pronto para entrar em combate se houver uma intervenção estrangeira na Síria: "Temos orgulho de defender a Síria, que faz resistência à entidade sionista", disse o general, citado pelo jornal The Washington Post, usando a expressão empregada para negar o direito e existência de Israel.

As declarações do chefe da Guarda mostram a regionalização do conflito, já que a Arábia Saudita, o Catar, os Emirados Árabes Unidos e a Turquia apoiam os rebeldes.