As guerras do Iraque e do Afeganistão vão custar US$ 3 trilhões aos Estados Unidos, prevê o ex-vice-presidente do Banco Mundial Joseph Stiglitz, ganhador do Prêmio Nobel de Economia.
Além dos US$ 845 bilhões já autorizados pelo Congresso, o cálculo inclui a reposição das armas utilizadas e os gastos de longo prazo com os veteranos de guerra.
Quando a guerra do Iraque começou, em março de 2003, o então secretário da Defesa, Donald Rumsfeld, considerou exageradas estimativas de que custaria US$ 200 bilhões. O subsecretário da Defesa na época, Paul Wolfowitz, chegou a afirmar que a guerra se pagaria com a renda da produção de petróleo do Iraque.
Stiglitz e Linda Bilmes, que lançam nesta segunda-feira o livro A Guerra de Três Bilhões de Dólares, temem que o custo total das guerras de Bush supere o da Segunda Guerra Mundial, estimado, em valores atualizados, em US$ 5 trilhões.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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domingo, 2 de março de 2008
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Comitês de bairro retomam força em Cuba
Os Comitês de Defesa da Revolução, mecanismo usado pelo regime comunista cubano para controlar a sociedade, perseguir e enquadrar dissidentes, perderam força e prestígio. Mas agora que o comandante Fidel Castro está afastado do poder há mais de um ano, com problemas de saúde, e seu irmão Raúl Castro tenta consolidar sua posição de novo líder, estão sendo reativados, observa hoje o jornal americano The Washington Post.
A polícia tem pressionado os líderes dos CDRs a fornecer mais informações e investigar mais a vida de suspeitos. No começo do ano, a televisão estatal cubana denunciou diversos comitês por não manterem suas rondas de quarteirão 24 horas por dia.
Leia mais em The Washington Post.
A polícia tem pressionado os líderes dos CDRs a fornecer mais informações e investigar mais a vida de suspeitos. No começo do ano, a televisão estatal cubana denunciou diversos comitês por não manterem suas rondas de quarteirão 24 horas por dia.
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