Mostrando postagens com marcador Brigadas al-Cassam. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brigadas al-Cassam. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de novembro de 2023

Israel e Hamas negociam prorrogação da trégua

No terceiro dia de trégua em 51 dias de guerra, mais 17 reféns sequestrados no ataque terrorista de 7 de outubro a Israel foram entregues hoje pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) à Cruz Vermelha Internacional. Todos os reféns foram levados para hospitais israelenses. Em troca, Israel libertou 39 adolescentes palestinos presos.

Em conversa telefônica com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, admitiu prorrogar a trégua por mais alguns dias, mas reafirmou a intenção de, depois da pausa, retomar a guerra com grande intensidade. 

O Hamas também examina a possibilidade de estender a trégua por mais dois a quatro dias, o que exige a libertação de mais 20 a 40 reféns. Hoje, no último dia do atual acordo, Israel fez objeções à lista de reféns a serem libertados apresentada pelo Hamas. O Catar tenta negociar uma solução.

Antes do início da trégua, em 17 de novembro, um bombardeio israelense matou cinco líderes do Hamas, inclusive o comandante das Brigadas al-Cassam, o braço armado do Hamas, Ahmed Ghandur, mas os porta-vozes militares de Israel informaram hoje. Meu comentário:

sábado, 31 de março de 2018

Dez palestinos mortos na fronteira de Gaza com Israel eram terroristas

Dez dos 18 palestinos mortos ontem durante um protesto na fronteira da Faixa de Gaza com Israel eram militantes de grupos terroristas. Oito pertenciam ao braço armado do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), o maior partido extremista muçulmano palestino, que convocou a manifestação, afirma o Exército de Israel.

Cerca de 30 mil palestinos participaram ontem da Marcha do Retorno, iniciando uma onda de protestos programada para durar até a aniversário de 70 anos da fundação do Estado de Israel, em 14 de maio de 1948. Eles reivindicavam o "direito de retorno" às casas e terras onde moravam antes da criação e da Guerra da Independência de Israel (1948-49).

Alguns jovens extremistas foram até a cerca de segurança erguida por Israel e jogaram pedras e coquetéis molotov nos soldados israelenses do outro lado da fronteira. As Forças de Defesa de Israel declararam que só foram alvejados com munição letal os palestinos que atacaram os soldados ou a cerca de segurança.

Oito seriam ativistas do Hamas, acusou Israel. O grupo fundamentalista palestino só reconheceu cinco como milicianos das Brigadas Izzadin al-Cassam e alegou que participavam pacificamente da manifestação.

Pelo menos um, Sari Abu Odeh, era da tropa de elite do Hamas, chamada Nukhba. Muhammad Abu Amro trabalhava no setor do Hamas dedicado à construção de túneis para furar o bloqueio israelense. Mussab al-Saloul, de 23 anos, morreu quando tentava romper a cerca.

O mais velho era Jihad Farina, de 35 anos, comandante de uma companhia da ala militar do Hamas. O mais jovem era Ahmad Odeh, de 19 anos, do grupo terrorista Batalha Shati

Outro miliciano morto era das Brigadas dos Martires de Al-Aqsa, braço armado da Fatah (Luta), maior partido da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), que domina a Autoridade Nacional Palestina (ANP), que governa os territórios sob controle palestino na Cisjordânia. O décimo palestino morto era militante da "guerra santa global", membro de algum dos grupos salafistas de Gaza.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Israel bombardeia braço armado do Hamas na Faixa de Gaza

As Forças de Defesa de Israel dispararam hoje dois foguetes contra uma base das Brigadas al-Cassam, braço armado do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) na Faixa de Gaza depois que o fogo de atiradores atingiu uma casa em território israelense.

Embora nenhum grupo tenha reivindicado a autoria do ataque, o governo de Israel declarou que o Hamas é responsável por governar o território palestino, de onde em 2005 o então primeiro-ministro Ariel Sharon retirou as forças de ocupação e removou as colônias ilegais à luz do direito internacional.

Desde então, Israel travou três guerras contra o Hamas em Gaza, em 2008-9, 2012 e 2014. Depois da última, o governo israelense chegou a exigir que a Autoridade Nacional Palestina (ANP) reassumisse o controle do território. O Hamas governa Gaza desde 2007, quando derrotou a Fatah, do presidente da ANP, Mahmoud Abbas, numa guerra civil palestina.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Ataque de Israel mata três líderes do Hamas

Um bombardeio aéreo de Israel matou na madrugada de hoje três comandantes militares do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), que reluta em aceitar a proposta de uma cessar-fogo permanente feita pelo Egito. Com medo de uma reação violenta, o governo israelense pediu autorização à Knesset (Parlamento) para convocar 10 mil reservistas.

Raed al-Attar, Mohamed Chambala e Mohamed Barhoum, comandantes das Brigadas al-Cassam, o braço armado do Hamas, estavam num conjunto habitacional na cidade de Rafá, no extremo sul da Faixa de Gaza, junto à fronteira com o Egito.

sábado, 8 de março de 2008

Ataque a seminário teria participação do Hesbolá

A milícia fundamentalista xiita libanesa Hesbolá (Partido de Deus) teria planejado o ataque contra um seminário rabínico em Jerusalém onde oito estudantes foram mortos na quinta-feira, informou a rede de televisão americana CNN.

O Movimento de Resistência Islâmica, o Hamas, reivindicou a autoria da ação, descrevendo-a como "heróica" e uma vingança pela ofensiva israelenses que matou 123 palestinos na Faixa de Gaza. Mas membros das Brigadas al-Cassam, o braço armado do Hamas, disseram à CNN nada ter a ver com o ataque.